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RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual

A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) começa nesta próxima semana, e o BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, já revelou quais são as suas expectativas quanto às varejistas brasileiras. Confira:
De acordo com a equipe de analistas do BTG, liderada por Luiz Guanais, o grande destaque positivo segue sendo o setor farmacêutico. A RD Saúde (RADL3), por exemplo, deve entregar crescimento de cerca de 19% na receita, com melhora de margem, impulsionada pela demanda por medicamentos como os GLP-1.
A Panvel (PNVL3) também aparece bem posicionada, com avanço de 12,5% nas vendas mesmas lojas (SSS) e ganhos de rentabilidade, segundo o BTG.
O banco também destaca empresas com crescimento mais estrutural, como Smart Fit (SMFT3), Track&Field (TFCO4) e Petz (PETZ3), que seguem expandindo a taxas de dois dígitos, ainda que com alguma pressão pontual nas margens.
No varejo de moda, os sinais são mais mistos. A Lojas Renner (LREN3) deve mostrar uma recuperação gradual, com crescimento de cerca de 5% na receita e avanço de 4% nas vendas mesmas lojas, além de leve melhora nas margens.
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A Riachuelo (RIAA3) aparece com desempenho mais forte, com alta de 8,5% no SSS, enquanto a C&A (CEAB3) deve crescer cerca de 4% em receita, com avanço de 3% nas vendas mesmas lojas.
Na outra ponta, o varejo alimentar continua sendo o elo mais frágil. Na leitura do BTG, o Assaí (ASAI3) deve registrar crescimento tímido de cerca de 0,5% no SSS, com margens praticamente estáveis — reflexo direto do consumo ainda pressionado.
Já o Grupo Mateus (GMAT3), apesar de crescimento mais forte de 18% na receita anual, ainda enfrenta desafios de rentabilidade, com margem Ebitda ao redor de 4,5%, em grande parte impactada por aquisições recentes.
No comércio eletrônico, o cenário é mais heterogêneo. O Mercado Livre (MELI34) segue como principal destaque, com crescimento de 33% no volume bruto de mercadorias (GMV) e 31% no Brasil, mas com pressão nas margens devido ao ritmo de investimentos.
Já Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3) devem apresentar um desempenho mais irregular, equilibrando a fraqueza do online com alguma resiliência das lojas físicas.
Se você quiser acompanhar de perto as recomendações do BTG Pactual, você pode conferir todas as indicações do mês se cadastrando aqui.
*Com informações do Money Times
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