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A companhia quer dobrar a produção em fábrica nova no país, em um movimento que acompanha a estratégia saudita de reduzir importações e já atraiu investimentos fortes de concorrentes como a MBRF
A JBS (JBSS32) está pisando no acelerador na Arábia Saudita. A companhia anunciou que dobrará a produção em sua nova fábrica de processamento de frangos na cidade de Jeddah até o final deste ano.
A aposta da companhia passa pelo aumento da produção local, em linha com a decisão do país de reduzir a dependência de importações de alimentos.
O dinheiro para isso vem do pacote de investimentos de US$ 85 milhões que a empresa tem feito no país desde 2025. Da fábrica em Jeddah, a JBS já exporta produtos de carne para países como Kuwait, Omã e Emirados Árabes Unidos.
Inaugurada no ano passado, a fábrica foi erguida do zero e marcou um salto relevante na operação local: com a entrada em funcionamento, a companhia multiplicou por quatro sua capacidade produtiva na Arábia Saudita, onde produz e comercializa carnes bovinas e de frango sob a marca Seara.
Em outubro do ano passado, a concorrente MBRF (MBRF3) firmou um acordo de investimento com a Halal Products Development Company (HPDC), subsidiária integral do fundo soberano saudita, para expandir sua joint venture na região, dando origem a Sadia Halal.
Na prática, a MBRF reuniu seus ativos na região em uma nova operação avaliada em US$ 2,07 bilhões, enquanto a parceira saudita entrou com capital e passou a deter uma participação inicial de 10%, com espaço para aumentar essa fatia nos próximos anos.
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Segundo a empresa, a joint venture é vista como o primeiro passo para um possível IPO na bolsa de Riad até 2027. Nesse processo, os investimentos futuros da HPDC podem somar até US$ 430 milhões, abrindo espaço para acelerar o crescimento da operação na região.
A Arábia Saudita ocupa uma posição-chave no mercado de carne halal, padrão exigido em países de maioria muçulmana e que envolve regras específicas de abate, controle rigoroso da produção e certificação por entidades reconhecidas.
Atender a esses requisitos é fundamental para acessar o mercado do Oriente Médio e tornou-se estratégico para empresas brasileiras de proteína animal, ao abrir portas para destinos relevantes e com maior valor agregado.
Não por acaso, a região responde por 13% das importações globais de frango em volume e por cerca de 25% das exportações brasileiras da proteína, com um prêmio histórico de preço próximo de 10%, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior.
Segundo Fernando Iglesias, analista de proteína animal da Safras & Mercado, trata-se de um mercado altamente relevante para o Brasil, que já ocupa a posição de maior exportador mundial desse tipo de carne e também lidera em número de habilitações para a produção e exportação desses produtos.
“Nós temos uma condição de exportação que os outros países simplesmente não têm”, afirma ao Seu Dinheiro.
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