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Acionistas alegam prejuízos causados por demonstrações financeiras fraudadas e pedem responsabilização após o colapso da empresa, em 2023
A Americanas (AMER3) já soprou três velas de aniversário desde a fraude multibilionária, mas os estragos seguem longe de serem superados. Nesta semana, um grupo de investidores da varejista levou adiante mais uma ofensiva judicial, com uma nova arbitragem de R$ 12,8 bilhões.
O objetivo dos investidores é buscar reparação pelos danos causados após o rombo contábil de mais de R$ 25 bilhões, revelado no início de 2023.
A ação não mira apenas a companhia. No centro do processo estão também Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, acionistas de referência e antigos controladores da Americanas até 2021, além de ex-executivos e membros da alta administração.
Segundo comunicado da própria Americanas, a arbitragem é liderada por Charles Xavier Gois Dantas, Fabiana dos Reis Saorin, Francisco Airton Duarte Filho, Francisco Rubens Leite Coringa e Naiguel Sassi.
Trata-se da terceira iniciativa desse tipo movida por investidores desde a explosão do escândalo.
O grupo pede ressarcimento e indenização por perdas sofridas após a divulgação das inconsistências contábeis, que fizeram as ações da companhia despencarem cerca de 99% na B3 em relação à abertura de capital.
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No pedido, os investidores afirmam ter sido induzidos a erro por demonstrações financeiras fraudadas e buscam a condenação da Americanas e de seus acionistas de referência ao pagamento de indenizações por prejuízos diretos.
A tese central é de que, entre 2013 e o fim de 2023, os acionistas pagaram valores excessivos pelas ações, baseados em informações que não refletiam a real situação econômico-financeira da empresa.
Segundo os investidores, o preço correto dos papéis teria sido significativamente menor se o rombo já fosse conhecido pelo mercado.
Além da companhia, o grupo pede que determinados acionistas de referência respondam solidariamente pelos danos, com a devolução de supostas vantagens indevidamente percebidas ao longo dos anos.
Também pedem a responsabilização de membros do conselho de administração e do conselho fiscal.
O ponto de virada na Americanas ocorreu em 11 de janeiro de 2023, quando a varejista comunicou ao mercado a existência de “inconsistências contábeis” nos resultados.
Após sucessivos adiamentos na divulgação do balanço, o tamanho do problema ficou claro: um rombo estimado inicialmente em R$ 25,2 bilhões.
O que havia sido anunciado como o “maior lucro da história” da empresa em 2021 se transformou em um prejuízo líquido superior a R$ 6 bilhões, com perdas adicionais se acumulando nos meses que se seguiram.
A revelação levou a companhia à recuperação judicial, desencadeou uma fuga de investidores e expôs fragilidades profundas nos mecanismos de controle e governança da empresa.
As investigações indicaram que a diretoria anterior teria manipulado demonstrações financeiras e ocultado informações relevantes tanto do conselho de administração quanto do mercado.
Em março de 2025, a própria Americanas ingressou com um processo arbitral contra o ex-CEO e outros três executivos envolvidos diretamente na fraude. Em paralelo, o caso seguiu se desdobrando em diferentes frentes regulatórias e judiciais.
Mais de três anos depois, o caso Americanas permanece como um problema em aberto: investigações em andamento, disputas por ressarcimento, sanções ainda sem desfecho e uma empresa que tenta se reerguer em um setor cada vez mais competitivo.
No fim de janeiro deste ano, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu dois novos inquéritos administrativos, aprofundando a investigação sobre responsabilidades no escândalo.
O primeiro apura a atuação de bancos, administradores e intermediários que mantinham relações comerciais com a Americanas. O segundo foca no papel de membros dos conselhos de administração e fiscal, além de integrantes de comitês de assessoramento.
Além de abrir novos inquéritos, a CVM concluiu uma investigação iniciada em 2023 sobre as inconsistências contábeis e abriu um processo administrativo sancionador, no qual a Americanas e ex-executivos, administradores e conselheiros passaram a responder formalmente por infrações no mercado de capitais.
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