🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

NA MIRA DOS GIGANTES

CBA (CBAV3) muda de controle, terá OPA e pode deixar a bolsa após venda bilionária para gigantes do alumínio

Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio

Camille Lima
Camille Lima
30 de janeiro de 2026
9:39 - atualizado às 15:13
Logo da CBA
Logo da CBA - Imagem: Montagem/Canva

Poucos dias após virar protagonista na bolsa, em meio a rumores de venda que fizeram as ações dispararem, a CBA (CBAV3) agora caminha para, de fato, trocar de dono. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O controle da produtora brasileira de alumínio vai sair das mãos do grupo Votorantim e passar para um consórcio formado por dois pesos-pesados globais do setor, a chinesa Aluminum Corporation of China Limited (Chalco) e a anglo-australiana Rio Tinto.

Atualmente, cerca de 69% do capital da CBA está nas mãos do conglomerado brasileiro Votorantim.  

Com a operação, os novos sócios vão adquirir 446.606.615 ações CBAV3. Cada papel foi negociado a R$ 10,50, o que leva o valor da transação a R$ 4,69 bilhões. 

As ações da empresa brasileira mais que dobraram nos últimos 12 meses, com valorização de 113%, elevando sua capitalização de mercado para R$ 6,7 bilhões, de acordo com dados do TradingView

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como fica a CBA (CBVA3) após a venda? 

O acordo prevê a criação de uma joint venture no Brasil que ficará com as ações adquiridas. Essa nova empresa será controlada pela Chalco, que deterá 67% do capital, enquanto a Rio Tinto ficará com os 33% restantes.  

Leia Também

Devido à mudança de controle, os novos acionistas serão obrigados a lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) pelas ações em circulação, oferecendo aos minoritários o mesmo preço pago ao antigo controlador. 

Segundo o fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Chalco e a Rio Tinto sinalizaram a intenção de cancelar o registro da companhia como empresa aberta.  

Na prática, isso significa que a empresa pode deixar a bolsa brasileira, se os novos controladores levarem os planos adiante. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas essa estratégia poderá ser reavaliada após a conclusão da operação, segundo o comunicado. 

Outros detalhes da venda 

O pagamento será realizado na data de fechamento da operação. O preço, no entanto, ainda pode sofrer ajustes. 

Como toda transação desse porte, o acordo ainda depende de uma série de aprovações regulatórias.  

Entre elas, o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e de autoridades antitruste da China, Alemanha, Coreia do Sul e Uruguai.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também serão necessárias autorizações de órgãos do setor elétrico brasileiro, como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), além de órgãos reguladores da própria China. 

Quem são os novos donos da CBA? 

Do lado comprador, os novos sócios não são novatos. Nem de longe.  

A Chalco integra um dos maiores grupos de alumínio do mundo, com presença em mais de 50 países e atuação ao longo de toda a cadeia produtiva do metal, da mineração à transformação. 

A companhia também se destaca pela escala operacional, robustez financeira e experiência na execução de projetos de grande porte nos setores de metais e mineração.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já a Rio Tinto é um nome histórico da indústria global de recursos naturais. Com mais de 150 anos de atuação e operações em 35 países, o grupo é líder na produção de minério de ferro, cobre, alumínio e minerais considerados críticos para a nova economia. 

A entrada desses dois gigantes no controle da CBA abre um novo ciclo para a produtora brasileira — agora sob o comando de acionistas com alcance global, musculatura financeira e ambições alinhadas à consolidação do setor em escala internacional. 

Segundo a Reuters, o investimento está em linha com a estratégia da Rio Tinto de priorizar o alumínio de baixo carbono, um segmento que tende a ganhar tração com o avanço das políticas públicas voltadas à transição energética. 

O que dizem os analistas?

Para o UBS BB, dado que a operação embutiu um prêmio de apenas 1,5% em relação ao preço de fechamento de hoje, isso torna a operação neutra do ponto de vista da tese de investimento em ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A governança corporativa da CBA assegura o direito de tag along aos acionistas minoritários, de modo que esperamos que a ação seja deslistada da bolsa brasileira em breve, menos de cinco anos após o IPO", avaliam os analistas.

Na avaliação do Santander, um ponto relevante da transação é o potencial de investimento no projeto de bauxita Rondon, localizado no estado do Pará, no futuro.

Segundo os documentos do IPO da CBA, em 2021, o projeto deve ter capacidade de produção de 4,5 milhões de toneladas por ano, com um investimento (capex) de US$ 2,0 bilhões, além da possibilidade de expansão.

"Em nossa avaliação, sua localização estratégica aumenta ainda mais a atratividade, dada a proximidade com a Estrada de Ferro Carajás", avaliam os analistas do Santander.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após o anúncio da transação, o Bank of America (BofA) mudou a recomendação para as açõe da CBA de compra para "sem rating", dado que as ações não devem mais negociar em linha com os fundamentos, segundo os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BIG TECHS

Alphabet, dona do Google, planeja emissão histórica de títulos de 100 anos para financiar corrida pela IA

10 de fevereiro de 2026 - 15:21

Operação em libras pode ser a primeira de uma empresa de tecnologia com prazo tão longo desde os anos 1990

PEQUENO EMPREENDEDOR

O ‘reizinho dos ovos’: como um menino de apenas seis anos criou um negócio familiar para realizar o sonho de estudar

10 de fevereiro de 2026 - 14:10

Atualmente, o menino divulga os produtos na rede social Instagram, monitorada pela sua mãe

CRISE CONTINUA

Fictor: perícia encontra subsidiárias sem operação e credores pedem ampliação da recuperação judicial

10 de fevereiro de 2026 - 13:32

Entre as exigências está a apresentação de uma relação de credores mais completa, organizada por empresa, com os respectivos valores e a natureza dos créditos

PARA SAIR DO BURACO

Raízen (RAIZ4) contrata assessores para solucionar dívidas, liquidez e cortes de rating

10 de fevereiro de 2026 - 11:29

O anúncio da contratação dos escritórios vem após a empresa ter tido suas notas de crédito rebaixadas por três empresas empresas de rating

DANO AMBIENTAL

Vale (VALE3): Justiça suspende mina após vazamento de sedimentos em MG, mas bloqueios de R$ 2,85 bilhões foram suspensos

10 de fevereiro de 2026 - 11:00

A decisão foi motivada pelo vazamento de água e sedimentos que atingiu cursos d’água e áreas industriais da região há algumas semanas.

LITHIUM OPEN AIR

Explosão de powerbank em aviões: por que equipamentos eletrônicos como baterias portáteis e até um MacBook específico têm regras para ir aos céus; veja a lista do que pode e não pode

10 de fevereiro de 2026 - 10:36

A Anac define regras específicas para as baterias de lítio, que são comuns em celulares, notebooks e powerbanks

DANÇA DAS CADEIRAS

Mais uma troca no alto escalão: Gafisa (GFSA3) anuncia novo presidente do conselho; veja quem assume agora

10 de fevereiro de 2026 - 10:17

Saída de Mariana de Oliveira se soma às mudanças na diretoria executiva da construtora; entenda o movimento

APETITE RENOVADO

Antes do IPO, Aegea garante cheque de R$ 1,2 bilhão da Itaúsa e GIC — e se prepara para disputa pela Copasa

10 de fevereiro de 2026 - 9:36

Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento

LADEIRA ABAIXO

Fitch corta nota de crédito da Raízen (RAIZ4) pela segunda vez no mesmo dia; rating passou de B para CCC

9 de fevereiro de 2026 - 20:09

Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo

ANOTE NA AGENDA

Dividendos ou JCP? Itaúsa (ITSA4) anuncia calendário de pagamentos de proventos em 2026; confira as datas e os valores

9 de fevereiro de 2026 - 19:56

Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026

PREPAREM OS BOLSOS

BB Seguridade (BBSE3) vai distribuir quase R$ 5 bilhões em dividendos após lucro recorde em 2025

9 de fevereiro de 2026 - 19:40

Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento

DEPOIS DA CRISE

O problema não é a vitrine, é o caixa: BTG Pactual entra no debate do FGC após crise do Banco Master

9 de fevereiro de 2026 - 19:03

Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento

SOB PRESSÃO

S&P Global tira grau de investimento da Raízen (RAIZ4) e alerta para risco crescente de calote em meio a dívida alta e queima de caixa

9 de fevereiro de 2026 - 18:40

Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia

BRB EM QUEDA

Mercado reage a plano de recomposição de capital e ações do BRB (BSLI4) chegam a cair 20%

9 de fevereiro de 2026 - 18:13

Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)

SINAL DE ALERTA

O que os dividendos da Petrobras (PETR4) têm a ver com a cautela de analistas e investidores em relação à estatal

9 de fevereiro de 2026 - 18:01

O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo

DIFÍCIL DE RECLAMAR?

O novo normal do BTG Pactual: o que o CEO prevê por trás do guidance de rentabilidade — e quais as alavancas de crescimento para 2026

9 de fevereiro de 2026 - 17:47

Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar

SOB INVESTIGAÇÃO

De caneta milagrosa a perigo para a saúde: mortes por pancreatite colocam canetas emagrecedoras na mira da Anvisa

9 de fevereiro de 2026 - 17:20

Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência

NO INFERNO ASTRAL

Endividada, Raízen (RAIZ4) perde grau de investimento da Fitch, com corte na nota de crédito

9 de fevereiro de 2026 - 16:05

A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento

DEGRAU OU TETO?

Rentabilidade do Bradesco (BBDC4) deve ‘emperrar’ em 17%, abaixo dos rivais, aposta JP Morgan

9 de fevereiro de 2026 - 13:20

ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa

PROCURA-SE AJUDA

Com ação valendo menos de R$ 1, Raízen (RAIZ4) busca assessores para sair do sufoco das dívidas

9 de fevereiro de 2026 - 11:27

A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar