O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ela tem uma dívida considerada impagável de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
O Grupo Pão de Açúcar (GPA, PCAR3) está em queda forte na bolsa. Por volta das 16h30, a queda no preço das ações era de 9,23%. De acordo com o Broadcast, são quase 13 mil vendas, motivadas por um conflito entre acionistas, com vendas de grandes lotes de ações por meio de corretoras.
Segundo uma matéria do Brazil Journal, a varejista de alimentos precisa de uma injeção de capital para se manter de pé, entre R$ 500 e R$ 700 milhões, mas isso ainda não deve ser discutido pela diretoria.
Isso porque ela tem uma dívida considerada impagável de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado, de R$ 1,5 bilhão.
Esse reforço diluiria a participação da francesa Casino na varejista, que tenta vender sua fatia na brasileira e reduzir seu próprio endividamento.
A empresa teve três CEOs em pouco mais de quatro meses. O atual, Alexandre Santoro, assumiu em janeiro, no lugar de Rafael Sirotsky Russowsky, o diretor financeiro e de relações com investidores que ocupava a posição interinamente desde outubro, quando Marcelo Pimentel renunciou ao cargo.
Pouquíssimos dias depois, Sirotsky Russowsky renunciou ao cargo, passando as funções de CFO para o novato Santoro.
Leia Também
Santoro deixou o cargo de CEO na Internacional Meal Company (IMC) — dona das redes Frango Assado, Pizza Hut, KFC e outras — para assumir o comando do GPA. Ele herda bombas financeiras, dívidas impagáveis e necessidade de injeção de mais dinheiro, já que Russowsky liderava o processo de desalavancagem e as negociações tributárias com o fisco.
Com queima de caixa acumulada por diversos trimestres, as dívidas foram se avolumando e, hoje, são descritas como “impagáveis”. Esse valor ficou em R$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre de 2025, dado mais recente da companhia.
Para lidar com essa bomba, a varejista contratou a unidade de “melhoria de performance” da consultoria Alvarez & Marsal, conhecida por recuperar empresas em dificuldade.
Entre os objetivos do GPA está a redução do investimento neste ano para entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões ante R$ 693 milhões desembolsados nos 12 meses até o final de setembro de 2025. O plano também prevê um corte de despesas operacionais de pelo menos R$ 415 milhões em 2026.
As mudanças na alta liderança no Pão de Açúcar ocorrem em meio ao avanço da família Coelho Diniz na companhia, diante da aparente intenção do grupo mineiro — sem qualquer relação com o bilionário falecido e ex-controlador Abilio Diniz — de priorizar a nomeação de executivos de confiança na empresa da qual agora é o maior acionista.
Em agosto do ano passado, eles elevaram a participação para 24,6% do capital do GPA, tornando-se os maiores acionistas do GPA, superando a francesa Segisor, com pouco mais de 20% do capital. Aliás, o Casino está tentando deixar de vez a participação na varejista, em recuperação judicial na França.
Cabe lembrar que, em seu auge, o GPA detinha controle sobre uma série de marcas relevantes no varejo brasileiro. Entre elas, destacam-se Pão de Açúcar, Extra, Assaí, Minuto Pão de Açúcar, Drogaria Extra e a participação na Via Varejo, que reunia Casas Bahia e Ponto Frio.
Tudo isso foi sendo vendido para tentar conter a sangria do então controlador francês da marca, o Casino, que mergulhou em dívidas lá fora e foi usando os ativos brasileiros para pagar a conta.
Assim, o Pão de Açúcar, que já sofria com a concorrência forte de hortifrutis e da própria Oxxo diante da bandeira Minuto, foi ficando de escanteio nas vendas e acumulando problemas que antes eram do grupo como um todo.
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar
Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina
Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos
Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar
Segundo site, a Shell teria apresentado uma proposta diferente da alternativa discutida pela Cosan e por fundos do BTG para a Raízen; veja o que está na mesa
Aportes fazem parte do plano de recuperação aprovado nos EUA e incluem oferta de ações com direito de preferência aos acionistas
Dados da empresa de tecnologia mostram que a adesão da tecnologia no Norte Global é quase o dobro em comparação às nações emergentes
Instituição, que já se chamou Indusval, Voiter e Pleno, mudou de dono e de estratégia antes de terminar sob liquidação do Banco Central; entenda
Imóvel histórico no centro de Milão será transformado no 18º hotel da rede Fasano; operação de 52,5 milhões de euros reforça estratégia de expansão internacional e foco em receitas recorrentes da companhia
Telecom acusa fundos que se tornaram acionistas após conversão de dívida de exercer influência abusiva e requer medidas cautelares, incluindo bloqueio de créditos
Antigo Banco Voiter, instituição enfrentava deterioração de liquidez; bens dos administradores ficam bloqueados
A J&F, que é dona do PicPay, teria colocado R$ 450 milhões na mesa, enquanto Daniel Vorcaro estaria pedindo R$ 600 milhões para selar o negócio
Em meio à guerra comercial, Goldman Sachs elege a preferida do setor de siderurgia; com revisão de preço-alvo; confira
Gigante de tecnologia prepara ofensiva de produtos após registrar vendas recordes de iPhone no fim de ano
Nova atualização do Apple Podcasts integra áudio e vídeo no mesmo feed e amplia monetização com anúncios dinâmicos
Lucros vieram, mas nem todos convenceram; veja qual banco saiu mais forte do trimestre — e quem ainda precisa mostrar serviço
Os problemas na plataforma do Bradesco começaram por volta das 13h10 de hoje, segundo dados do site DownDetector