O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Nada é tão ruim que não possa piorar. Depois de entrar com pedido de recuperação extrajudicial, o Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) colhe os frutos dos problemas: o Citi descontinuou a cobertura das ações nesta quinta-feira (11), enquanto a Fitch Rating cortou a nota de crédito em moeda local.
O banco tinha recomendação de venda para PCAR3 com preço-alvo de R$ 2,80 no final de 2026 — o que representava um potencial de valorização de 5,7% sobre o preço de fechamento anterior (R$ 2,65).
“Esta é a nossa última avaliação para o Pão de Açúcar e não forneceremos atualizações para nossas pesquisas ou recomendações anteriores. Portanto, investidores não devem se basear neste ou em relatórios anteriores sobre a empresa daqui para frente”, afirmou o banco a clientes.
Ainda de acordo com o Citi, a visão cautelosa se baseia na dificuldade da companhia em gerar caixa, devido a altos custos de aluguel, capex, despesas financeiras ainda elevadas e contingências fiscais e trabalhistas.
Hoje, as ações do Pão de Açúcar encerraram o pregão com alta de 1,89%, a R$ 2,70. Em 2026, os papéis acumulam queda de 30%.
Como notícia ruim geralmente não vem sozinha, além de o Citi deixar de cobrir Pão de Açúcar, a Fitch cortou o rating da varejista em moeda local de CCC para C na esteira do pedido de recuperação extrajudicial.
Leia Também
Vale lembrar que o mercado olha mais para o rating em moeda estrangeira para determinar investimentos, mas, de toda forma, é mais um notícia negativa que enche a prateleira do grupo.
Segundo a análise da Fitch, a varejista tem enfrentado uma "elevada queima de caixa", motivada por pagamentos de juros incompatíveis com A sua geração de receitas e por saídas de recursos devido a contingências tributárias e trabalhistas.
A agência também apontou que os riscos de refinanciamento da empresa já eram significativos, com aproximadamente R$ 1,7 bilhão em dívidas com vencimento em 2026.
A Fitch considera que a flexibilidade financeira do GPA se deteriorou de forma significativa, não restando à empresa outras alternativas além da reestruturação de suas dívidas. No entanto, a agência declarou ter visibilidade limitada sobre as futuras condições do acordo.
Leia também:
Mais cedo, o Pão de Açúcar informou que o juízo da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo deferiu o processamento da recuperação extrajudicial da companhia.
Na véspera (10), a varejista havia protocolado a solicitação para renegociar dívidas estimadas em cerca de R$ 4,5 bilhões.
No relatório, o Citi também destacou que o pedido de recuperação extrajudicial faz parte de um plano para reestruturar sua dívida financeira não operacional.
“A medida foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração e recebeu apoio de credores que detêm uma parcela relevante da dívida afetada — acima do mínimo legal de um terço necessário para submeter o plano”, afirmou o banco.
Entre os credores do GPA, estão nomes como Itaú e Casas Bahia, sendo que essa última já pertenceu ao mesmo grupo que o dono da bandeira Pão de Açúcar. Veja aqui a lista completa.
*Com informações do Money Times
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente