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Para analistas, o setor de shoppings centers passou por uma virada de chave nos últimos anos — e agora está ainda mais preparado para uma consolidação; veja a recomendação para as ações
Esqueça, por um instante, as vitrines de grife e as tradicionais liquidações de janeiro. Para o Itaú BBA, o momento é de ir às compras nos shoppings — não para caçar descontos nas araras, mas para colocar ações na carteira. O banco acaba de iniciar a cobertura do setor com uma leitura construtiva e já escolheu sua favorita para investir agora.
Na avaliação dos analistas, o setor de shoppings no Brasil passou por uma virada de chave nos últimos anos.
Depois de décadas marcadas por expansão acelerada, excesso de oferta e pelo teste de estresse imposto pela pandemia, o mercado entrou em uma fase mais madura, previsível e mais lucrativa, segundo os analistas.
Por isso, a aposta do Itaú BBA é que os grandes grupos listados não só sobreviveram como estão prontos para canibalizar espaço dos concorrentes menores.
Hoje, as ações do setor são negociadas como “bond proxies” — papéis que lembram títulos de renda fixa pela estabilidade e pela previsibilidade do fluxo de caixa. Mas com um diferencial positivo: segundo o banco, elas oferecem retornos reais de 300 a 400 pontos-base acima das taxas de juros de longo prazo, um prêmio bem superior à média histórica.
É nesse contexto que o Itaú BBA destaca três oportunidades, todas com recomendação outperform (equivalente a compra).
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A Allos (ALOS3) aparece como o nome da escala e das sinergias. Com preço-alvo de R$ 37 e potencial de alta de 27%, a companhia é vista como uma máquina de retorno total, combinando dividend yield estimado em cerca de 12% para 2026 com disciplina na alocação de capital após as fusões recentes.
O Iguatemi (IGTI11) entra como a aposta na qualidade premium. Com preço-alvo de R$ 34, correspondente a um retorno potencial de 28%, o destaque está no portfólio de ativos “troféu”, no forte poder de precificação dos aluguéis e em um valuation que ainda parece descontado frente à qualidade dos shoppings.
Já a Multiplan (MULT3) é a favorita absoluta do banco. Eleita como “top pick” do setor, a companhia tem preço-alvo de R$ 36, o que equivale a um potencial de valorização de 26%. O Itaú BBA destaca o portfólio dominante, a capacidade de crescimento real dos aluguéis, a disciplina financeira e um valuation considerado atrativo.
A leitura otimista do banco se apoia em três pilares centrais: ganho de participação de mercado pelos grandes grupos, portfólios dominantes capazes de repassar inflação e retornos atraentes em um negócio de risco relativamente baixo.
“Vemos os shoppings listados no Brasil estruturalmente mais bem preparados para atravessar essa próxima fase de evolução e sair ainda mais consolidados”, diz o Itaú BBA, em relatório.
Para os analistas, a narrativa do setor mudou. Se nos anos 1990 e 2000 a lógica era construir o máximo possível, hoje o crescimento vem da consolidação.
Não se trata mais de erguer novos prédios, mas de fortalecer ativos existentes, promover fusões e aquisições e capturar ganhos de aluguel acima da inflação — algo que apenas os shoppings dominantes conseguem fazer de forma consistente.
Os analistas avaliam que um fator deve acelerar esse processo: a reforma tributária, que deve começar a ser implementada em 2027. O novo sistema deve aumentar a carga tributária de pequenos operadores, que hoje se beneficiam do regime de lucro presumido, o que pressionará os custos no futuro.
Por outro lado, as empresas listadas já operam majoritariamente no lucro real e investem pesado na modernização dos ativos. Isso deve permitir a geração de créditos tributários relevantes, o que deixa as companhias estruturalmente mais competitivas do que concorrentes privados.
Outro pilar da tese é o chamado “fly-to-quality”. Durante anos, o avanço do e-commerce gerou temores sobre um potencial declínio do varejo físico. O que se viu, porém, foi outro efeito: o comércio digital funcionou como um filtro, fortalecendo os shoppings dominantes.
Entre 2019 e 2024, a participação dos shoppings listados nas vendas totais do varejo brasileiro subiu de 7,4% para 8,5%, mesmo com uma leve redução da área total. Para o Itaú BBA, isso mostra que consumidores e lojistas estão migrando para ambientes mais seguros, controlados e com mix de serviços superior.
Além do crescimento operacional, o banco enxerga valor na reciclagem de ativos e na relação com os fundos imobiliários (FIIs).
As companhias têm vendido participações em shoppings não estratégicos para FIIs a avaliações superiores às implícitas no preço de suas próprias ações na bolsa.
Os recursos levantados são usados para reduzir endividamento, recomprar ações ou reforçar dividendos — um ciclo que, na visão do Itaú BBA, tende a sustentar o apelo do setor em um ano que promete volatilidade em outros cantos do mercado.
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