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Ao tirar Shell, ONGC e Brava do Campo de Argonauta, a estatal elimina as burocracias de negociação, simplifica a gestão e encerra processos de equalização que costumam dar dor de cabeça (e tomar tempo) para as petroleiras
Sabe aquele ditado que diz que muito ajuda quem não atrapalha? Pois a Petrobras (PETR4) acaba de aplicar essa lógica ao pé da letra — e com um cheque de quase US$ 1 bilhão em mãos para garantir que ninguém mais se sente à mesa em um de seus ativos mais promissores.
Em fato relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a estatal anunciou nesta segunda-feira (27) que fechou um acordo para comprar 100% da participação que as gigantes Shell, ONGC e Brava detinham em uma fatia específica da Bacia de Campos: o Campo de Argonauta (BC-10).
À primeira vista, o Argonauta pode não soar tão imponente quanto Tupi ou Búzios, mas o segredo aqui não é o nome, e sim a vizinhança. Esse campo detém uma "fatia" de 0,86% da gigantesca jazida de Jubarte, no pré-sal.
Com a aquisição, a Petrobras deixa de ser a sócia majoritária para se tornar, na prática, a dona absoluta do campo. A estatal passará a deter 98,11% de Jubarte. O restante (1,89%) fica com a União, representada pela PPSA.
Mas por que gastar milhões de dólares por uma fatia que parece pequena? A resposta curta é: eficiência.
Ao tirar Shell, ONGC e Brava da jogada, a Petrobras elimina as burocracias de negociação, simplifica a gestão e encerra processos de equalização que costumam dar dor de cabeça (e tomar tempo) para as petroleiras.
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Para levar essa porção do pré-sal para casa, a Petrobras montou uma engenharia financeira parcelada que não deve pesar no fluxo de caixa imediato:
Somando tudo, estamos falando de um investimento de US$ 850 milhões (R$ 4,2 bilhões no câmbio atual), totalizando um esforço financeiro relevante, mas que a Petrobras classifica como "condições econômico-financeiras atrativas".
A transação ainda precisa passar pelo crivo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), mas o mercado costuma ler esse tipo de movimento com bons olhos.
Em vez de se aventurar em projetos desconhecidos em terras distantes, a Petrobras está dobrando a aposta onde ela já conhece cada gota de óleo: a Bacia de Campos.
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