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Pacote inclui expansão da Replan, novos projetos no pré-sal e investimentos em combustíveis renováveis; o presidente Lula aproveitou o evento de anúncio para criticar privatizações e defender exploração na Margem Equatorial

Enquanto o debate sobre o futuro do petróleo ganha força no mundo, a Petrobras (PETR4) quer ampliar sua presença justamente no coração do abastecimento nacional. A estatal anunciou nesta segunda-feira (18) um plano de R$ 37 bilhões para expandir operações em São Paulo, incluindo a maior refinaria da companhia, a Refinaria de Paulínia (Replan).
Os investimentos previstos até 2030 serão direcionados para áreas como refino e biorrefino, logística, exploração e produção, descarbonização e geração de energia sustentável. Segundo a Petrobras, o pacote deve gerar cerca de 38 mil empregos diretos e indiretos.
Uma fatia importante desse montante ficará concentrada na Replan, responsável pelo abastecimento de mais de 30% do território brasileiro. Cerca de R$ 6 bilhões serão aplicados na unidade, que atualmente processa 434 mil barris de petróleo por dia.
Com a ampliação, a capacidade deve subir para 459 mil barris diários. Pelo faturamento anual, a refinaria representa aproximadamente 1% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
Durante cerimônia realizada em Paulínia (SP), a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a companhia avança na produção de combustíveis mais sustentáveis.
“Estamos andando, a passos largos, para até o final do ano fazer combustível de aviação com até 5% de renováveis”, disse.
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Magda Chambriard também destacou investimentos no Campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, voltados à produção de gás natural. Além disso, afirmou que a Petrobras deve anunciar em breve a viabilidade comercial de uma descoberta no bloco Aram, localizado no pré-sal da Bacia de Santos.
“Já é uma reserva e já já vamos declarar a sua comercialidade”, afirmou. Segundo ela, a companhia deve colocar em operação dois poços em uma nova área do pré-sal paulista.
A executiva ainda reforçou o papel da Petrobras no abastecimento nacional em meio às tensões geopolíticas globais.
“A Petrobras é responsável pelo abastecimento de 75% do diesel do território nacional. Mas temos projetos para chegar a 85%”, afirmou. “E nos comprometemos, junto ao presidente Lula, a sermos autossuficientes em diesel até 2030.”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou do evento e afirmou que o Brasil está entre os países com os menores preços de combustíveis do mundo no atual cenário internacional.
“Nessa crise do combustível, o Brasil é possivelmente o país que está vendendo diesel e gasolina no menor preço”, declarou.
Lula também voltou a criticar propostas de privatização da Petrobras e a venda de ativos da estatal nos últimos anos, como a BR Distribuidora, atualmente chamada de Vibra Energia (VBBR3).
“O que o Brasil ganhou com a privatização da BR?”, questionou o presidente. “Resolveram ir vendendo os pedaços porque sabiam que a privatização total da Petrobras seria rejeitada pelo povo.”
O petista ainda criticou setores da imprensa e agentes políticos que, segundo ele, associam a Petrobras a prejuízos ou preços elevados dos combustíveis.
Durante o discurso, Lula também saiu em defesa da exploração de petróleo na Margem Equatorial, região da Bacia da Foz do Amazonas considerada uma das principais apostas do setor para novas reservas.
Segundo o presidente, a atividade será realizada com responsabilidade ambiental e é estratégica para a soberania nacional. “Ninguém tem mais cuidado com a Amazônia do que nós”, afirmou.
Lula ainda citou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao defender a exploração da região. “Quem garante que ele não vá dizer que a Margem Equatorial é dele também?”, disse. “Nós vamos explorar petróleo com responsabilidade para garantir o futuro desse país.”
A Petrobras recebeu no ano passado autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para iniciar operações de pesquisa exploratória na Margem Equatorial, região apontada pelo mercado como uma possível nova fronteira do pré-sal brasileiro.
*Com informações da Agência Brasil e do Estadão Conteúdo
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