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Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
Quem olha para a bolsa nesta sexta-feira (13) vai ver a Usiminas (USIM5) figurando entre as maiores altas do Ibovespa. O motivo parece óbvio: a siderúrgica reverteu prejuízo em lucro no quarto trimestre de 2025. Mas não é só esse desempenho que faz as ações subirem.
Por volta de 12h35, USIM5 avançava 2,99%, cotada a R$ 6,20. No ano, o papel acumula ganho de 4,20%. No mesmo horário, o Ibovespa recuava 1,33%, aos 185.273,97 pontos.
Boa parte desse avanço é puxado pelo lucro líquido de R$ 129 milhões no quarto trimestre de 2025, que reverte um prejuízo de R$ 117 milhões registrado um ano antes.
No acumulado de 2025, a performance foi inversa: a companhia apresentou prejuízo líquido de R$ 2,910 bilhões, revertendo lucro de R$ 3 milhões registrado em 2024.
A Usiminas classificou o ano de 2025 como desafiador tanto para a companhia, quanto para todo o setor siderúrgico brasileiro. A empresa espera, no entanto, um primeiro trimestre melhor.
Para o Itaú BBA, os resultados financeiros da Usiminas no quatro trimestre de 2025 foram levemente melhores do que o previsto. Assim como a própria siderúrgica, o banco tem uma visão positiva para o primeiro trimestre deste ano.
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Os analistas Daniel Sasson, Edgard Pinto de Souza e Marcelo Furlan Palhares destacaram o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado acima das previsões do BBA, explicado pela divisão de mineração, devido a um desempenho de volume e preço melhor do que o esperado.
Entre outubro e dezembro, o Ebitda ajustado foi de R$ 417 milhões, queda de 19% em base anual. Mas em 2025 houve alta de 24% frente a 2024, para R$ 1,993 bilhão.
O Itaú BBA tem recomendação de compra para as ações da siderúrgica, com preço-alvo de R$ 7,00.
O Citi, por sua vez, avalia que a Usiminas encerrou 2025 com desempenho ligeiramente acima do previsto com a queda no desempenho do aço compensada por um sólido desempenho na mineração.
No quarto trimestre, o Ebitda de R$ 417 milhões veio ligeiramente acima da expectativa do banco de R$ 401 milhões. Já o fluxo de caixa livre ajustado alcançou R$ 744 milhões. Além disso, a Usiminas terminou dezembro com dívida líquida negativa de R$ 444 milhões.
"Notavelmente, a Usiminas reduziu significativamente sua alavancagem de 0,8 vez dívida líquida/Ebitda em 2024 para -0,2 vez em 2025, apesar do cenário desafiador para o Ebitda do segmento de aço. Por fim, o lucro líquido ficou acima da estimativa, em R$ 129 milhões", dizem os analistas Gabriel Barra, Stefan Weskott e Pedro Ferreira De Mello.
O Citi tem recomendação neutra para as ações da Usiminas, com preço-alvo de R$ 7.
A receita líquida da Usiminas atingiu R$ 6,17 bilhões entre outubro e dezembro, retração de 5% frente aos R$ 6,48 bilhões registrados no mesmo intervalo de 2024. No acumulado de 2025, porém, a receita líquida totalizou R$ 26,2 bilhões, avanço de 1,5% na comparação anual.
A Usiminas também divulgou que projeta investimentos totais (capex) entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,6 bilhão em 2026.
Para o primeiro trimestre, a expectativa é de volumes estáveis nas vendas de aço, com leve avanço no mercado interno em função da sazonalidade.
Na mineração, a Usiminas prevê redução nos números comercializados, refletindo o período chuvoso e a priorização de lavras com maior rentabilidade.
O desempenho finceiro da Usiminas não é a única coisa que está no radar do mercado e faz as ações da siderúrgica subirem.
A notícia de que o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou a proposta de aplicação de direito antidumping definitivo às importações brasileiras de laminados planos a frio e laminados planos revestidos originárias da China também dá impulso aos papéis.
Entre os analistas há o entendimento de que a Usiminas seria a companhia listada em bolsa mais beneficiada pela medida.
A medida visa reduzir as importações chinesas em alta deste 2019. Segundo o Instituto Aço Brasil, o País fechou o ano de 2025 com 5,7 milhões de toneladas de aços laminados importados, uma participação de 21% de importações no mercado. A média histórica anual, de 2000 a 2019, era de 2,2 milhões de toneladas, uma participação de 21%.
Desde o fim de janeiro, o setor via a medida como próxima de ser tomada pelo governo. Isso porque, há duas semanas, o Gecex aprovou um antidumping para o aço pré-pintado vindo da China e da Índia.
*Com informações do Money Times e do Estadão Conteúdo
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