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Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Depois de dezenas de lançamentos de novos ETFs no ano passado, com o patrimônio investido batendo recordes, o que esperar para o mercado de fundos de índice neste ano?
Foram mais de 50 lançamentos, praticamente um por semana, no ano passado. Hoje, há quase 500 produtos disponíveis, entre os cerca de 200 listados na B3 e os que replicam fundos negociados np exterior. Esses produtos cobrem desde o Ibovespa até índices de crédito privado, commodities e até criptoativos.
Entre as principais inovações do ano passado, estão o lançamento do primeiro ETF híbrido, que combina renda fixa e variável. É o GOAT11, da Itaú Asset, que combina renda fixa com 80% de exposição a juro real brasileiro, e 20% de exposição a ações internacionais do &P500, através do ETF SPX11.
Outras inovações, segundo a B3, incluem:
A indústria brasileira de fundos de índice ultrapassou 850 mil investidores, dos quais 81% são pessoas físicas. Os dados são do relatório anual de ETFs da B3.
Há um patrimônio consolidado recorde de 90,2 bilhões nesses ativos. A indústria geral de fundos tem patrimônio de R$ 11 trilhões investidos, segundo dados de janeiro da Anbima.
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Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável.
Ou seja, há muito espaço para crescer. "Esse avanço do mercado de ETFs está diretamente ligado às vantagens estruturais dos ETFs e às mudanças relevantes na forma de investir", diz Renato Nobile, gestor e sócio-fundador da Buena Vista.
"2026 tende a ser mais um ano muito positivo para a indústria de ETFs no Brasil, mantendo a trajetória de crescimento acelerado, tanto no número de produtos listados quanto no patrimônio investido na estratégia", afirma Danilo Moreno, analista da Investo, gestora independente especializada em ETFs.
Os lançamentos devem se concentrar na renda fixa, onde não há um leque tão diversificado de estratégias como em ETFs de renda variável, acredita o analista.
Já Renato Eid, sócio e superintendente de estratégias indexadas e investimento responsável da Itaú Asset Management, acredita que haverá maior seletividade. "Vamos ver lançamentos de ETFs, mas também uma visão mais crítica do que não está funcionando", diz ele. "É o paradoxo da escolha: quando há muitas alternativas, a escolha fica mais difícil."
Segundo a B3, os próximos anos devem consolidar a expansão dos ETFs de crédito e híbridos e o crescimento de produtos baseados em fatores e teses globais.
A adoção da corretagem fee based também pode impulsionar os ETFs, dizem os analistas. São modelos em que corretores são remunerados com uma taxa fixa anual sobre o patrimônio total, em vez de comissões por produtos vendidos.
Esse modelo de remuneração dos assessores pode beneficiar os ativos com melhor custo-benefício, como ETFs, no lugar de fundos multimercado, por exemplo. "A adoção crescente dos modelos fee based, aliada à popularização das carteiras administradas, tem atuado como um poderoso catalisador desse movimento", diz Nobile.
"Se a última década foi marcada pela democratização, a próxima será a da sofisticação acessível — e os ETFs serão a espinha dorsal dessa nova fase do mercado de capitais brasileiro", diz o relatório anual de ETFs da bolsa brasileira.
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