O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mercados começam a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC
A semana começa agitada para os mercados, com um sentimento misto em relação à guerra no Oriente Médio. Enquanto o presidente Donald Trump segue confirmando o discurso de progresso nas negociações para um cessar fogo, os Houthis, grupo extremista aliado do Irã, se envolveram no conflito.
Outro ponto de atenção do mercado é a chegada de tropas norte-americanas na região, o que eleva a tensão de uma possível incursão terrestre no país persa. Teerã disse estar “contando os momentos” para destruir as forças americanas caso isso aconteça. Até agora, os ataques norte-americanos foram por via aérea.
As bolsas ainda repercutem as falas do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, nesta manhã, em busca de sinais sobre a trajetória de juros nos EUA. O banqueiro central destacou que as expectativas para a inflação seguem ancoradas no curto prazo, mas é preciso monitorar com cautela os desdobramentos da guerra.
Por aqui, o Ibovespa avançava 1,48%, aos 184.249,90 pontos, por volta das 12h10. O dólar, por sua vez, caía 0,18%, a R$ 5,2285. Lá fora, Wall Street operava em alta, Dow Jones e S&P 500 subiam 0,47% e 0,51%, respectivamente, enquanto o Nasdaq ganhava 0,30%.
O petróleo Brent, referência internacional de negociação, se valorizava 2,59% no mesmo horário, com os futuros do barril negociados a US$ 108,05.
Além do embate no Oriente Médio, os investidores locais também reagem às falas do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, no Safra Macro Day.
Leia Também
O banqueiro central justificou por que o Comitê de Política Monetária (Copom) optou por um corte de 0,25 ponto percentual (p.p) na Selic na última reunião, diferente das apostas iniciais do mercado antes do início da guerra, de 0,5 p.p.
Galípolo afirmou que a autoridade monetária fez isso justamente para “ganhar mais tempo” diante do cenário geopolítico instável. Em sua avaliação, a postura mais conservadora do BC é o que permite a calibragem da política monetária neste momento.
“A gordura acumulada com uma posição mais conservadora permitiu ganhar tempo para entender melhor o cenário e seguir com a trajetória planejada”, afirmou durante a sua participação no Safra Macro Day, nesta segunda-feira (30).
Por aqui, a Brava (BRAV3) liderava as altas do Ibovespa, com avanço de 5,21% por volta das 12h10, negociada a R$ 20,61. A petroleira ganha fôlego após anunciar o início da campanha de perfuração de quatro novos poços, sendo dois em Papa-Terra, na Bacia de Campos (RJ), e outros dois no Campo de Atlanta, na Bacia de Santos (RJ).
Do outro lado, vem as ações da Vamos (VAMO3) tinham a maior desvalorização, com queda de quase 3% no mesmo horário, a R$ 3,66. Os papéis são especialmente sensíveis às expectativas para a inflação.
Economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) revisaram para cima as projeções para os próximos anos, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (30).
As expectativas voltaram a subir em toda a curva, o que sinaliza a perspectiva do mercado de que o processo de desinflação pode ser mais lento do que o esperado.
Para 2026, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou de 4,17% para 4,31%. Já para 2027 e 2028, as estimativas também foram ajustadas para cima, para 3,84% e 3,57%, respectivamente. Para 2029, a expectativa foi mantida em 3,50%.
Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel
O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos
Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta
Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números
Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa
Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda