O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Janeiro começou com o pé no acelerador para os fundos imobiliários (FIIs). Enquanto o índice IFIX avançou cerca de 2,3% no mês, uma leva de FIIs entregou ganhos muito maiores — até seis vezes mais —, numa arrancada puxada sobretudo pelos fundos de papel.
Dados da Quantum Finance, que consolidou o desempenho dos fundos imobiliários em janeiro, mostram que os fundos de recebíveis ficaram muito à frente do IFIX: o melhor desempenho chegou a um retorno de 13,7% no mês.
Os fundos de tijolos, no entanto, não ficaram muito para trás. FIIs de lajes corporativas foram destaque, com performances que chegaram a 9,2% de retorno em janeiro.
O recorte da Quantum considerou apenas fundos com dados suficientes para o cálculo do retorno entre 02/01/2026 e 31/01/2026, o que dá uma boa ideia de onde o apetite do mercado esteve concentrado nesse começo de 2026.
Na liderança do ranking de fundos imobiliários estão dois fundos de recebíveis: Ourinvest JPP (OUJP11) e Hectare CE (HCTR11). Eles avançaram 13,70% e 11,14%, respectivamente. O desempenho é seis vezes maior do que o do IFIX, o que indica um momento favorável para os papéis atrelados a crédito imobiliário neste início de ano.
Logo na sequência, aparecem fundos com mandato mais flexível para diversificação de estratégias, como BTHF11 (9,72%) e BCIA11 (9,35%), reforçando que o bom humor do mercado não ficou restrito a uma única prateleira de FIIs.
Leia Também
Até mesmo os fundos de tijolos tiveram seus destaques. Depois de um ciclo mais duro para escritórios, os FIIs de lajes corporativas também deram as caras entre os vencedores de janeiro.
O BTG Pactual Corporate Office (BRCR11) entregou 9,16% de retorno em janeiro, enquanto o Vinci Offices (VINO11) subiu 8,45% — números que mostram uma reaproximação do investidor com a tese de recuperação desse segmento.
A presença de BROF11 (7,99%) no top 10 também reforça a leitura de que o mercado voltou a precificar ganhos, ainda que seletivamente, de cases ligados à economia real.
| Ticker | Setor | Retorno em janeiro |
|---|---|---|
| OUJP11 | Recebíveis | 13,70% |
| HCTR11 | Recebíveis | 11,14% |
| BTHF11 | Híbrido | 9,72% |
| BCIA11 | Híbrido | 9,35% |
| BRCR11 | Lajes corporativas | 9,16% |
| KNRI11 | Híbrido | 8,55% |
| KIVO11 | Recebíveis | 8,46% |
| VINO11 | Lajes corporativas | 8,45% |
| CACR11 | Recebíveis | 8,30% |
| BROF11 | Lajes corporativas | 7,99% |
| IFIX | — | 2,27% |
O rali de início de ano coincidiu com um marco histórico para a indústria de FIIs: pela primeira vez, o número de investidores com fundos imobiliários na carteira ultrapassou 3 milhões de pessoas.
Para efeito de comparação, o avanço representa quase 9% de crescimento frente aos 2,78 milhões registrados no fechamento de janeiro de 2025 — uma aceleração que ajuda a explicar também a liquidez crescente do mercado.
A valorização das cotas e a entrada de novos fluxos de capital elevaram o estoque financeiro dos FIIs sob custódia na bolsa de valores para o recorde de R$ 200 bilhões.
Segundo dados divulgados pela B3, as pessoas físicas continuam sendo as principais detentoras desse estoque, com uma participação de 72,9% das cotas de FIIs. Na sequência aparecem os investidores institucionais, que detêm 21,6%, enquanto os não residentes (estrangeiros) mantêm uma fatia de 4,2%.
A popularização dos fundos imobiliários tende a criar um círculo virtuoso para a indústria: mais investidores, mais profundidade de mercado e menor fricção para comprar e vender papéis.
*Com informações do Money Times.
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC
De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking
Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso
Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio
Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel
O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos
Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta
Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números