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Enquanto João Fonseca subiu no ranking da ATP, Bia Haddad perderá algumas posições, mas seguirá no Top 30 ao término do US Open 2025
Chegou ao fim a participação dos melhores tenistas do Brasil no US Open 2025. Ontem (1º), a última representante brasileira, Bia Haddad, deu adeus ao Grand Slam dos Estados Unidos ao perder para a norte-americana Amanda Anisimova, número 9 no ranking mundial WTA.
Se na terceira rodada Bia venceu com facilidade, nas oitavas-de-final foi a vez de sua adversária passar o carro. A anfitriã dominou a partida emplacando 2 sets a 0 (6/0 e 6/3) para cima da paulistana.
Após a vitória, a algoz da número 1 do Brasil aumentou a vantagem no confronto direto: em 4 jogos, são três vitórias para Anisimova e uma para Bia.
“Eu não consegui me impor nos começos de games. Desde o início do jogo, nos primeiros pontos de cada game, ela sempre foi mais agressiva, vindo para cima. Eu tentei me reencontrar no segundo set. Ela foi muito bem, mérito dela.”, disse Bia Haddad em entrevista ao Sportv.
Ao cair nas oitavas-de-final, a tenista de 29 anos finalizou a competição com seu melhor desempenho em Grand Slams no ano.
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Com a eliminação de Bia Haddad, encerrou-se a participação do Brasil no US Open 2025.
Triste para os fãs do esporte que sonhavam com algum brasileiro levando o caneco para casa, mas talvez um pouco menos triste para Bia e João Fonseca do ponto de vista financeiro. Juntos, eles embolsaram US$ 554 mil, cerca de R$ 3,04 milhões.
Como Bia Haddad chegou mais longe, sendo eliminada nas oitavas, ela embolsou US$ 400 mil (R$ 2,19 milhões), já João Fonseca, que caiu na segunda rodada do torneio, faturou US$ 154 mil (R$ 845 mil).
Vale dizer que essa edição do US Open tem a maior premiação da história do tênis: os campeões levarão US$ 5 milhões (R$ 27,45 milhões) — vale lembrar que o prêmio é o mesmo para as modalidades feminina e masculina.
Para João Fonseca, o fim do torneio em Nova York marca mais um feito histórico em sua carreira: o tenista de 19 anos assegurou a 42ª colocação no ranking da ATP, a melhor de sua carreira.
Com 1129 pontos, o carioca é o único tenista brasileiro dentro do top 100.
Já para Bia Haddad a história deve ser diferente. A paulistana ingressou na competição como a 22ª do mundo, porém, com a derrocada nas oitavas, a tenista perderá 190 pontos e deve deixar o top 25 do ranking mundial WTA, ficando em 27ª.
No tênis, os jogadores acumulam pontos ao longo de 52 semanas, com cada torneio oferecendo uma premiação específica dependendo da rodada alcançada. Assim, os pontos conquistados em um torneio no ano anterior precisam ser “defendidos” na edição seguinte: se o atleta não repetir ou superar sua campanha anterior, há perda proporcional de pontos.
No US Open de 2024, Bia chegou às quartas-de-final, assegurando 430 pontos, já neste ano a tenista foi eliminada uma rodada antes, nas oitavas — que garantem 240 pontos. Deste modo, ao subtrair 430 de 240, a brasileira fica devendo 190 pontos, assim, fazendo com que ela caia no ranking mundial.
Já João Fonseca é outro caso: esta foi a primeira participação do jovem neste Grand Slam, então não há pontos a serem ‘defendidos’, logo, ao ser eliminado na segunda rodada, o tenista garantiu +34 pontos no ranking mundial ATP.
Vale lembrar que a tabela oficial será atualizada apenas na próxima segunda-feira (8), após o término do US Open 2025.
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