O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O encontro anual da holding financeira acontece neste sábado e será o primeiro evento em que o “Oráculo de Omaha” finalmente dará sua opinião sobre os últimos eventos que abalaram o mundo financeiro
Warren Buffett, uma lenda dos investimentos de 94 anos, tem se mantido em silêncio sobre os últimos acontecimentos que abalaram o mercado financeiro global.
Com isso, a reunião anual dos acionistas da Berkshire Hathaway, que acontece neste fim de semana, dias 3 e 4 de maio, ganha um tempero a mais diante da possibilidade de o evento ser a primeira oportunidade dos investidores descobrirem o que o “Oráculo de Omaha” pensa sobre as tarifas de Donald Trump e a economia dos Estados Unidos.
O encontro deste ano marca o 60º aniversário da liderança de Buffett na empresa e é o segundo sem o sócio de longa data, Charlie Munger, que faleceu no final de 2023.
A reunião deste ano acontece em um momento de incerteza nos mercados globais. Embora as tarifas de importação de Trump estejam pausadas, ainda não se tem clareza sobre o que acontecerá quando os 90 dias de suspensão acabarem.
Além disso, a guerra comercial travada com Xi Jinping segue em andamento, com a Casa Branca sinalizando negociações com o gigante asiático, enquanto a China tem negado tais discussões.
Economistas de Wall Street alertam sobre a possibilidade de uma recessão iminente nos Estados Unidos, que dá cada vez mais sinais de enfraquecimento econômico.
Leia Também
Embora Buffett mantenha-se em silêncio, suas ações podem dar algum indício do que o lendário investidor pensa sobre o momento atual dos EUA.
A holding de Buffett, Berkshire Hathaway, vendeu mais ações do que comprou durante nove trimestres consecutivos, desfazendo-se de mais de US$ 134 bilhões em 2024. Isso aconteceu por meio de reduções de posição nas duas maiores participações acionárias da Berkshire: Apple e Bank of America.
Como resultado dessas vendas, em dezembro, o caixa da Berkshire somava um novo recorde, de US$ 334,2 bilhões.
Acionistas querem saber se o maior investidor do mundo aproveitou a queda do mercado em abril para buscar pechinchas e preparar o terreno para novos negócios, diz a CNBC.
Embora Buffett não faça previsões sobre o mercado a curto prazo, quaisquer sinais de opinião sobre a economia americana não passarão despercebidos.
O "Oráculo de Omaha" fará comentários introdutórios na abertura do encontro no sábado, e seguirá para o painel de perguntas e respostas que tem horas de duração.
Além disso, o balanço do primeiro trimestre da Berkshire Hathaway está previsto para ser divulgado também na manhã de sábado.
O documento mostrará as principais participações acionárias do conglomerado no início do ano, o que pode dar aos investidores uma pista sobre a expectativa de Buffett para os próximos meses.
O presidente dos EUA acusa o primeiro-ministro Mark Carney de transformar o país vizinho em um “porto de entrada” para produtos chineses
Um detalhe de estilo do presidente francês viralizou no Fórum Econômico Mundial e adicionou milhões de dólares ao valor de mercado de uma fabricante de óculos
Para o banco norte-americano, embora o otimismo já esteja parcialmente refletido nos preços, ainda existem oportunidades valiosas em setores que alimentam a revolução tecnológica
No evento Onde Investir 2026, especialistas traçam as melhores teses para quem quer ter exposição a investimentos internacionais e ir além dos Estados Unidos
Jerome Powell deixa a presidência do Fed em maio e Trump se aproxima da escolha de seu sucessor; confira os principais nomes cotados para liderar a instituição
Desvalorização do dólar, disparada do ouro, da prata e da platina, venda de títulos do Tesouro norte-americano — tudo isso tem um só gatilho, que pode favorecer os mercados emergentes, entre eles, o Brasil
Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda
Pequena parte do dinheiro reaparece quase dez anos depois, mas a mulher por trás do maior golpe de cripto continua desaparecida
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília
A China domina o segmento dos minérios indispensáveis para fazer de smartphones até mísseis inteligentes, mas o Brasil ocupa o segundo lugar e pode se beneficiar com o “degelo” nas relações com os EUA
Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA
Relatório da Oxfam mostra que bilionários acumularam US$ 2,5 trilhões em um único ano, enquanto pobreza estagna e fome avança
Até então, o Inter operava nos EUA por meio da subsidiária Inter Payments e pela Inter US Holdings; BTG e Nubank também miraram o mercado norte-americano
Os estrategistas do BofA selecionaram quatro setores que podem se beneficiar da inteligência artificial sem a exposição direta às empresas de tecnologia
Declarações de Trump sobre a Groenlândia levantam dúvidas sobre os limites da defesa coletiva da OTAN quando a ameaça parte de um país-membro da própria aliança
O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade