O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O nome de Abel já havia sido apontado na linha de sucessão da Berkshire em maio de 2021, mas não havia, até o momento, um cronograma específico para a transferência oficial do cargo
O tão esperado anúncio de despedida do megainvestidor Warren Buffett, que completa 95 anos em agosto, chegou neste sábado (3). Durante o evento anual de sua holding Berkshire Hathaway com investidores, o chamado “Oráculo de Omaha” afirmou que está chegando sua hora de deixar o comando.
Para seu lugar, o conselho da empresa deve escolher Greg Abel, 62 anos, como novo CEO ao final deste ano, afirmou Buffett.
O nome de Abel já havia sido apontado na linha de sucessão da Berkshire em maio de 2021, mas não havia, até o momento, um cronograma específico para a transferência oficial do cargo.
O sócio de longa data de Buffett, Charlie Munger, faleceu há pouco mais de um ano, aos 99 anos.
Nascido no Canadá, Abel cresceu em um bairro operário em Edmonton, Alberta, de acordo com informações do jornal The Independent. Ele estudou contabilidade na Universidade de Alberta, onde se formou com distinção em 1984.
Abel ingressou na consultoria PwC em Edmonton como contador credenciado, transferindo-se posteriormente para o escritório da empresa em São Francisco, onde um de seus clientes era a CalEnergy, para onde se transferiu logo depois.
Leia Também
Abel atuou como executivo sênior da empresa de 1992 a 2008, tornando-se presidente em 1999, quando a empresa se tornou a MidAmerican Energy Holdings Company. Em 2014, segundo o jornal, a MidAmerican tornou-se Berkshire Hathaway Energy – uma subsidiária do conglomerado multinacional de Warren Buffett.
Em janeiro de 2018, enquanto permanecia como presidente executivo da Berkshire Hathaway Energy, Abel foi nomeado vice-presidente da Berkshire Hathaway Inc. Desde então, ele tem sido uma figura-chave na gestão do portfólio de negócios não relacionados a seguros da empresa.
Abel atua como diretor e vice-presidente do Edison Electric Institute, uma associação de empresas elétricas americanas de propriedade de investidores, e da Associated Electric & Gas Insurance Services Limited, uma seguradora, além de atuar no conselho de administração da Nuclear Electric Insurance Limited, uma seguradora de instalações de energia nuclear, e da The Kraft Heinz Company.
Ainda segundo apuração do jornal The Independent, investidores e analistas esperam que Abel preserve a abordagem conservadora de Buffett em relação aos negócios e mantenha o histórico do conglomerado de investir em empresas a longo prazo e evitar o pagamento de dividendos aos acionistas.
"Temos uma empresa muito especial na Berkshire, mas é essa cultura que a torna especial, e isso não vai mudar", disse Abel em uma recente assembleia de acionistas.
No entanto, Abel já teria começado a assumir as principais responsabilidades de liderança na Berkshire.
Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos
No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global
Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional
Um novo estudo da ONU coloca Jacarta no topo do ranking global de população urbana, mas a capital da Indonésia afunda a olhos vistos, enquanto o país já prepara uma substituta
A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema
Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais
Em 2026, a Argentina deve pagar algo em torno de US$ 15 bilhões aos credores externos, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI)
O secretário de Estado norte-americano nasceu na Flórida, mas é filho de imigrantes cubanos, e tem posições agressivas sobre o país caribenho
Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia
O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais
Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca