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Ameaça iraniana de fechar o Estreito de Ormuz impulsiona as tensões na região e gera preocupação entre analistas do mercado
Os contratos futuros do petróleo encerraram a quinta-feira em alta de quase 3% nos mercados internacionais. O movimento reflete a contínua avaliação dos investidores sobre as informações que apontam para uma possível intervenção direta dos Estados Unidos no conflito entre Israel e Irã.
As tensões no Oriente Médio aumentaram significativamente, impulsionadas pela ameaça do Irã de fechar o Estreito de Ormuz. Essa declaração ocorre caso os Estados Unidos se unam a Israel em ataques contra o país persa.
O fechamento deste corredor marítimo estratégico representa um grande risco, podendo interromper o fluxo de petróleo e desestabilizar os mercados de energia globalmente.
Na Intercontinental Exchange (ICE), o contrato de petróleo Brent para agosto fechou em alta de 2,80% (US$ 2,15), a US$ 78,85 o barril, depois de tocar máxima intraday de US$ 79,04, o maior patamar desde 22 de janeiro.
No meio da tarde, no pregão eletrônico da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de petróleo WTI para o mesmo mês operava em alta de 2,54%, a US$ 75,37 o barril, em dia de feriado nos Estados Unidos.
Analistas de energia do DNB Markets dizem que o conflito no Oriente Médio "continua em trajetória de escalada, mas a situação é fluida".
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Segundo a Oxford Economics, se os ataques cessarem, mas sanções mais duras forem impostas ao Irã, a produção global de petróleo pode cair em 700 mil barris por dia, impulsionando o Brent.
Já a interrupção das exportações iranianas levaria o preço do Brent a cerca de US$ 90 e o fechamento do Estreito de Ormuz, a US$ 130 por barril do Brent, de acordo com a Oxford.
Durante coletiva de imprensa na Casa Branca na tarde de hoje (19), uma declaração do presidente Donald Trump foi lida pela porta-voz do governo dos EUA, Karoline Leavitt.
"Com base no fato de que há uma chance substancial de negociações que podem ou não ocorrer com o Irã em um futuro próximo, tomarei minha decisão de ir ou não [à guerra] nas próximas duas semanas", diz o texto lido por Leavitt.
Israel vem aguardando um posicionamento de Trump sobre se juntar aos ataques contra o programa nuclear do Irã.
"A expectativa é que eles se juntem a nós, mas ninguém está pressionando", disse uma autoridade israelense ao The Times Israel.
*Com informações do Estadão Conteúdo e de agências internacionais
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