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Bilionário, que atua como uma espécie de consultor de Trump para corte de gastos federais, colocou o Federal Reserve na mira
Se quiser conhecer uma pessoa, dê poder a ela. A citação atribuída a Abraham Lincoln traduz bem o papel de Elon Musk no governo de Donald Trump. Embora não tenha um cargo oficial no governo do republicano, o bilionário está cruzando linhas importantes — a ponto de entrar na mira da justiça norte-americana.
A nova “vítima” de Musk é ninguém mais que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Em publicação no X, o bilionário disse que o Fed deve ser alvo de auditoria pelo Departamento de Eficiência do Governo (Doge, na sigla em inglês), sob seu comando.
Em resposta a um usuário na rede social, Musk afirmou que a autoridade monetária dos Estados Unidos não está acima dos poderes de auditoria do Doge.
"Todas as partes do governo devem ser totalmente transparentes e responsáveis perante o povo. Nenhuma exceção, incluindo, se não especialmente, o Federal Reserve", escreveu Musk.
Powell faz nesta terça-feira (11) a primeira de duas aparições no Congresso para depoimentos semestrais. Hoje ele fala ao Comitê Bancário do Senado e na quarta-feira (12) ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara.
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Questionado pelos senadores sobre as declarações de Musk, o presidente do Fed que nenhum outro órgão dos EUA, além do Escritório de Proteção Financeira ao Consumidor (CFPB, na sigla em inglês) tem a tarefa de garantir que os bancos cumpram as regras que protegem os consumidores contra práticas enganosas.
"Se o CFPB não estiver lá, examinando esses bancos para garantir que eles estejam seguindo as leis para não enganar os consumidores, quem está fazendo esse trabalho?", perguntou a senadora democrata Elizabeth Warren a Powell durante a audiência no comitê bancário do Senado.
"Posso dizer que nenhum outro órgão regulador federal", disse Powell.
O chefe do BC norte-americano afirmou ainda que nem o presidente dos EUA tem a autoridade legal para destituir qualquer membro do Conselho de Diretores do Federal Reserve.
Ainda que não tenha sido eleito, indicado oficialmente e chancelado pelo Congresso norte-americano, Musk tem ampliado o alcance do Doge.
Recentemente, informações sensíveis do Departamento do Tesouro foram abertas à equipe de Musk — uma violação de privacidade que colocou o bilionário na mira da justiça.
No último sábado (8), um juiz federal de Nova York suspendeu o acesso do Doge às informações do Tesouro norte-americano.
“O presidente não tem o poder para dar nossas informações privadas para quem ele quiser. Ele não tem o poder de cortar gastos que o Congresso já aprovou e muito menos dar ao homem mais rico do mundo as chaves para as informações sensíveis de todos os norte-americanos”, disse a procuradora-geral de Nova York, Letitia Jmes.
O pessoal de Musk que faz parte do Doge acessou registros do Tesouro dos EUA como contas bancárias e o equivalente a CPFs de milhões de pessoas que recebem restituições de imposto de renda, aposentadoria e que estão na folha de pagamento como funcionários públicos.
Na decisão do juiz Paul Engelmayer, o magistrado diz que o acesso de consultores de Trump a esses dados altamente confidenciais torna os sistemas mais vulneráveis aos ataques de hackers, além de aumentar os riscos de vazamentos de dados.
O juiz ordenou que a equipe de Musk destruísse qualquer documento coletado via Tesouro dos EUA.
Musk se defendeu dizendo que os democratas estão tentando destruir o departamento comandado por ele, que tenta apenas impedir fraudes e abusos com dinheiro dos contribuintes. O juiz do caso foi indicado pelo ex-presidente dos EUA, Barack Obama, um democrata.
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