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Modificação é mais uma entre as várias reestruturações empreendidas pelo CEO, que assumiu em julho
Em mais uma etapa de reestruturação e simplificação dos negócios, o banco inglês HSBC anunciou nesta terça-feira (28) que vai começar a desacelerar as atividades de M&A (fusões e aquisições) e mercado de capitais em três mercados: Reino Unido, Europa e Estados Unidos.
O foco agora é explorar essas áreas nas unidades da Ásia e do Oriente Médio, segundo divulgado por um porta-voz da instituição.
O banco quer se dedicar mais aos segmentos em que já tem mais força de mercado, motivo pelo qual decidiu revisar a linha de Investment Banking (banco de investimentos).
Segundo o HSBC, o negócio de banco de investimentos global representou apenas 6,2% da receita líquida da companhia no primeiro semestre de 2024 – um total de US$ 544 milhões.
As ações registraram uma leve queda na bolsa de Londres após o anúncio – por volta das 9h no horário de Brasília –, mas já se recuperaram, por volta das 12h.
Esta é apenas mais uma medida de corte de custos adotada pelo CEO Georges Elhedery, que assumiu o comando da instituição em julho do ano passado.
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Em outubro, o banco anunciou uma nova divisão de negócios para cortar despesas e reduzir a pressão sobre as margens em um contexto de queda dos juros na Europa.
O HSBC dividiu as operações entre Leste (Eastern Markets, na denominação em inglês), incluindo a Ásia e o Oriente Médio; e Oeste (Western Markets), que inclui a Europa continental, as Américas e os negócios do Reino Unido, com exceção do varejo.
"Nossas prioridades estratégicas permanecem as mesmas, mas a nova estrutura vai resultar em uma organização mais simples, dinâmica e ágil", disse Elhedery à época.
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Nesta ocasião, a empresa também nomeou a primeira diretora financeira (CFO) mulher em 159 de história: a chefe de risco e compliance Pam Kaur, que assume o posto neste mês.
O HSBC deve divulgar os resultados anuais no dia 19 de fevereiro.
Assim como outras instituições financeiras europeias, o banco se beneficiou da alta de juros no bloco econômico, mas agora deve se preparar para um novo cenário de queda das taxas.
* Com informações da CNBC.
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