O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A determinação do governo argentino pode impactar os preços globais de commodities agrícolas e beneficiar as exportações brasileiras no curto prazo
O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou esta semana que, a partir de julho, as tarifas sobre as exportações do agronegócio – as chamadas retenciones – voltarão a subir após a redução temporária que está em vigor desde o final de janeiro de 2025.
“Avisem ao campo que se for para liquidar, que o façam agora, porque elas [retenciones] voltam em julho”, disse Milei em entrevista para rádio do país.
A redução das tarifas foi implementada para acelerar a liquidação de dólares pelo agronegócio durante um período de valorização da moeda argentina, conforme números abaixo:
“É uma pena que a Argentina vá pelo caminho da volta das retenciones, indo contra o caminho lógico para recuperar o vigor que o país deveria ter e soube ter”, afirmou Diego Cifarelli, presidente da Federação Argentina da Indústria Moageira (Faim), em entrevista ao La Nacion.
Produtores e lideranças do agronegócio na Argentina revelaram espanto com o anúncio de Milei.
"Estamos surpresos. Não esperávamos essa medida sobre as tarifas de exportação neste momento. Insistimos que o produtor precisa de previsibilidade e políticas de longo prazo", afirmou Lucas Magnano, presidente da Confederação Intercooperativa Agropecuária (Coninagro), ao Clarín.
Leia Também
Raphael Bulascoschi, analista da StoneX, acredita que a volta das tarifas aos patamares anteriores a janeiro tende a favorecer outros mercados exportadores de grãos, como o Brasil, na medida em que encarecem as commodities e seus derivados no mercado internacional.
“Porém, a partir de julho, já existe um cenário de exportações mais lentas por parte do Brasil para soja, com o pico dos embarques agora em abril. Então, essa questão pode favorecer o Brasil, mas há essa ressalva”, afirmou ao Money Times.
Bulascoschi também enfatiza que a decisão aconteceu em um momento de término do controle cambial na Argentina, resultando em uma forte queda do peso nesta semana. A desvalorização da moeda tende a beneficiar a comercialização de produtos de exportação do país, como grãos.
“O anúncio da volta das retenciones e um câmbio mais desvalorizado pode fazer com que a Argentina tenha um impulso exportador um pouco mais forte no curto prazo, antes de julho, aproveitando esse câmbio e os menores impostos.”
*Com informações do Money Times
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%
Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley
Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras