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João Fonseca entra em quadra nesta quarta-feira (29) pela segunda rodada do Masters 1000 de Paris, na França

Os últimos dias da vida de João Fonseca têm sido bem corridos. Após se sagrar campeão do ATP 500 da Basileia, no último domingo, o número 1 do Brasil já teve de atravessar a fronteira em direção à França para competir no Masters 1000 de Paris. Nada muito demorado. A distância é percorrida em pouco mais de uma hora de voo ou 6 horas de estrada. O fato é que hoje (29), às 16h10 (de Brasília), o jovem tenista enfrenta o russo Karen Khachanov, pela segunda rodada da competição.
Para manter a sequência de fortes emoções vividas por João Fonseca, sua estreia no Masters 1000 de Paris também foi intensa: o brasileiro precisou lutar até o último set para garantir a vitória na primeira rodada.
No segundo confronto em menos de uma semana, o brasileiro iniciou a partida perdendo o primeiro set para o canadense e 24º do ranking da ATP, Denis Shapovalov, por 7-5.
Porém, o número 1 do Brasil não se abalou, deu a volta por cima e venceu os dois sets seguintes por 6-4 e 6-3.
“Eu fui campeão dois dias atrás e agora estou jogando aqui. É uma mudança de pensamento muito grande. Fico feliz com a forma com que lidei com a partida desde o começo. É uma semana nova, uma oportunidade nova de jogar um bom tênis, com diferentes condições. A quadra é diferente, a bola diferente, o torneio é maior”, disse Fonseca.
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Embalado por 6 vitórias seguidas, João enfrenta agora o número 14 do mundo Karen Khachanov que, diferente do carioca, não vem na mesma toada de sucesso.
Khachanov enfrenta uma fase bem irregular, vencendo apenas dois dos últimos sete jogos que disputou. Uma dessas vitórias foi na primeira fase do Masters 1000 de Paris, quando bateu com facilidade o norte-americano Ethan Quinn, por 2 sets a 0 com duas parciais de 6-1.
Apesar do retrospecto recente ruim do ex-número 8 do mundo, Khachanov acumula 31 vitórias em 54 partidas (incluindo a da estreia nesta terça-feira) disputadas por ele em 2025. Nos torneios Masters 1000, soma 13 triunfos em 21 jogos, com destaque para a campanha em Toronto, no Canadá, em agosto. Na ocasião, venceu cinco partidas seguidas e só parou na final, diante do americano Ben Shelton (7º do ranking), em uma batalha de três sets.
Caso João derrote Khachanov, ele igualará sua melhor campanha em Masters 1000 — quando alcançou em Miami e em Cincinnati a terceira rodada.
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