O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Criada pela startup chinesa Monica, a nova IA está disponível apenas para convidados no momento
A ficção às vezes tem que se esforçar para superar a realidade. Se, lá nos anos 1980, a saga de filmes Exterminador do Futuro parecia extremamente futurista e catastrófica, em pleno 2025, a temida Skynet seria apenas “mais uma” entre as várias inteligências artificiais que “ameaçam” os seres humanos — ou pelo menos, as profissões de muitos deles.
A mais recente “ameaça” é uma IA chinesa, lançada na semana passada: a Manus.
Diferentemente do DeepSeek, do ChatGPT e do Gemini, a nova tecnologia não é simplesmente um chatbot capaz de responder perguntas complexas, criar tabelas e transcrever áudios.
A Manus é uma agente de inteligência artificial capaz de pensar — e agir — de forma independente, sem intervenção humana.
E isso muda tudo.
Em artigo da Forbes dos Estados Unidos, o jornalista especializado em tech, Craig S. Smith, escreve que a "Manus não é apenas mais um chatbot, nem meramente um mecanismo de busca aprimorado com uma roupagem futurista. É o primeiro agente de IA totalmente autônomo do mundo, um sistema que não apenas auxilia humanos – ele os substitui."
Leia Também
O que faz a Manus se destacar é o fato de que ela não precisa de prompts (comandos) para guiá-la.
Ela não é apenas um modelo de linguagem de grande escala (LLM, na sigla em inglês); ela é de fato um sistema de IA que pensa pensa, planeja e executa tarefas de forma independente, agindo de forma semelhante ao que um humano agiria — só que sem problemas de atenção e um conhecimento praticamente infinito.
Além disso, ela funciona de forma assíncrona à nuvem e opera em segundo plano nos dispositivos dos usuários. Na prática, isso significa que a tecnologia executa as tarefas “nos bastidores” e avisa somente quando os resultados estão prontos.
Por ter uma “arquitetura multi-agente”, a Manus consegue dividir uma tarefa complexa em partes, lidando com várias etapas de um fluxo de trabalho que antes dependia de ferramentas de IA distintas, unidas manualmente pelo usuário.
Ou seja, se antes você precisava do ChatGPT pra gerar uma imagem, do Pinpoint para transcrever e do Notebook LM para criar um texto, agora, seria só colocar tudo na Manus.
Um exemplo de caso de uso: ao avaliar currículos de candidatos, a Manus lê cada um deles e extrai informações importantes sobre as habilidades dos aplicantes. Até aí, o ChatGPT também poderia fazer.
O diferencial é que a IA cruza essas informações com as tendências do mercado de trabalho e apresenta uma decisão de contratação totalmente otimizada, além de gerar uma planilha Excel por conta própria.
Na hora de procurar por apartamentos em determinada cidade, a Manus vai além da listagem. Ela analisa estatísticas de crimes, tendências de valor de aluguel e até mesmo padrões de clima. Isso tudo sem nem ter recebido um prompt específico para essas tarefas.
Criada pela startup chinesa Monica, a Manus está disponível apenas para convidados no momento.
Talvez por isso ela ainda não tenha gerado o mesmo frenesi do DeepSeek, que mexeu até com as ações das big techs estadunidenses, quando foi revelado ao público geral.
De toda forma, ela confirma um fato que já tinha sido evidenciado pelo DeepSeek: a China está no encalço dos Estados Unidos quando o assunto é inteligência artificial e pode até superar o Vale do Silício em questão de tempo.
No entanto, a Manus também evidencia ainda mais as questões éticas e regulatórias que rodeiam a tecnologia de inteligência artificial generativa.
Com essa nova atuação independente, uma das principais dúvidas é quem assume a responsabilidade de uma decisão errada, tomada por um sistema autônomo, treinado para agir sem supervisão.
Em suma, a Manus suscita um questionamento digno do roteiro de James Cameron: o que acontece quando a IA começa a pensar por si mesma?
* Com informações da Forbes US e Reuters.
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%
Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley
Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras