O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Morador encontrou barras e moedas de ouro avaliadas em R$ 4,3 milhões enquanto construía uma piscina

Já pensou estar cavando o quintal para construir uma piscina e, de repente, encontrar um tesouro? Foi exatamente o que aconteceu com um morador de Neuville-sur-Saône, nos arredores de Lyon, na França. O homem, que preferiu não ter o nome divulgado, encontrou cinco barras de ouro e dezenas de moedas, avaliadas em cerca de € 700 mil — o equivalente a R$ 4,3 milhões.
O achado ocorreu em maio, mas só veio a público hoje (6), após a conclusão das análises e dos trâmites legais.
As peças estavam embaladas em sacos plásticos e enterradas no jardim. A história foi detalhada pelo jornal regional Le Progrès.
Ao contrário de muitos casos que terminam em disputa judicial, este teve um desfecho diferente: o homem pode ficar com o ouro.
Assim que encontrou as barras, ele procurou a Diretoria Regional de Assuntos Culturais e relatou a descoberta.
As autoridades avaliaram o caso e descartaram que se tratava de um tesouro arqueológico. Ou seja, não havia relevância histórica que justificasse a apreensão pelo Estado.
Leia Também
Resultado: o ouro é dele.
A resposta continua sendo um mistério. Uma investigação da polícia concluiu que as barras e moedas foram adquiridas legalmente e fundidas há cerca de 15 a 20 anos em uma empresa da região de Lyon.
Nada indica contrabando, guerra ou crime.
Mas quem escondeu o tesouro? A prefeitura informou que o antigo dono do terreno já faleceu. Não há registros, bilhetes, cofres subterrâneos ou qualquer indicação de que o ouro estivesse lá.
Aqui, o desfecho poderia ser diferente, dependendo do contexto.
No Brasil, se o achado tiver valor arqueológico, histórico ou cultural, ele passa a ser patrimônio da União, conforme a Constituição (art. 20, X).
Mas se não houver relevância histórica, entra em cena o Código Civil (art. 1.233), que trata da figura do “tesouro”:
Já na França, quando não há valor arqueológico nem disputa hereditária, o tesouro pode ficar integralmente com o morador, como ocorreu neste caso.
ENTREVISTA EXCLUSIVA
POLÊMICA
UMA CIDADE, DUAS VIDAS
SEM PREVISÃO
ENCRUZILHADA
NOVO VÍRUS
TEMPLO INCOMUM
JETSONS DA VIDA REAL
PEQUENAS NOTÁVEIS
ELE ESTÁ VENDIDO
DANÚBIO EM RISCO
Dia do café
ELES VOLTARAM
DOSE ÚNICA É SUFICIENTE?
CONTINENTE DE GELO
TORRE DO RELÓGIO
ASCENSÃO E QUEDA
SINAIS CIFRADOS
PEDÁGIO DA DISCÓRDIA
BLINDANDO O COFRE