🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Monique Lima

Monique Lima

Monique Lima é jornalista com atuação em renda fixa, finanças pessoais, investimentos e economia, com passagem por veículos como VOCÊ S/A, Forbes, InfoMoney e Suno Notícias. Formada em Jornalismo em 2020, atualmente, integra a equipe do Seu Dinheiro como repórter, produzindo conteúdos sobre renda fixa, crédito privado, Tesouro Direto, previdência privada e movimentos relevantes do mercado de capitais.

VAI PARA O COFRE

Bolso cheio, gôndola vazia? EUA esperam encher os cofres com tarifas — montante pode chegar a US$ 600 bilhões

Secretário do governo diz que a previsão de arrecadação considera valores anuais, embora exista expectativa de negociação com países — inclusive com a China

Monique Lima
Monique Lima
4 de abril de 2025
19:24
Donald Trump na frente de um cofre cheio de dólares
Imagem: Montagem IA/ Grok/ Seu Dinheiro

A semana do “Dia da Libertação”, enfim, terminou. As tarifas de Donald Trump já estão entre nós e nem os pinguins do arquipélago da Ilha Heard e das Ilhas McDonald passaram ilesos. Com a prancheta a postos, o presidente dos Estados Unidos enumerou os principais países tarifados e como os EUA estão “fazendo justiça”, após “anos de vantagem” contra a terra do Tio Sam. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os agentes do mercado financeiro não concordaram muito com isso. As bolsas ao redor do mundo sangraram. Na quinta (3), após o comunicado, hoje (4) e possivelmente continuariam assim se os próximos dias não fossem sábado e domingo, quando os mercados permanecem fechados. 

Nos Estados Unidos, o Dow Jones caiu 5,50% nesta sexta-feira, o S&P 500 cedeu 5,97% e o Nasdaq recuou 5,82%, entrando em "bear market" (território de contração) após acumular queda de mais de 20% desde seu recorde em dezembro.

Na Europa, a tela também ficou vermelha. Londres (FTSE 100) recuou 4,95%, o alemão DAX perdeu 4,95%, enquanto o CAC 40, de Paris, caiu 4,26%. Os demais índices de Madri, Lisboa e Milão ficaram na mesma faixa perdas, de -4% a -6%. 

Aqui no Brasil, o Ibovespa devolveu os 130 mil pontos e voltou ao nível de 127 mil após perder 3% em um único dia. O real foi pelo mesmo caminho de desvalorização, com o dólar subindo 3,68%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na quinta-feira, a percepção dos agentes financeiros já era negativa após o anúncio das tarifas, devido a análise de que os valores vieram mais altos do que o esperado para alguns países. 

Leia Também

Nesta sexta-feira, entretanto, os ânimos pioraram após o presidente da China, Xi Jinping, dobrar a aposta e impor o mesmo nível de tarifa para os produtos dos Estados Unidos: 34%. 

A aversão ao risco tomou conta do mundo com a possibilidade de uma desaceleração global, com as duas maiores economias globais comprometendo o comércio internacional com essas tarifas. 

Cofres dos EUA

Apesar do estrago nos mercado, o importante para o governo Trump é sair vitorioso no fim do mandato e encher os cofres. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que o governo espera arrecadar entre US$ 300 bilhões e US$ 600 bilhões por ano com a nova política tarifária. 

Bessent saiu em defesa da medida ao questionar a postura de países aliados dos EUA. 

"Se as tarifas são tão ruins, por que nossos aliados têm tarifas?", argumentando que os EUA precisam se proteger economicamente. 

Um dos principais objetivos da iniciativa, segundo o secretário, é fortalecer a indústria nacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

 "Vamos reindustrializar o país. A nossa economia se tornou muito financeira", declarou.

Uma ideia que o mercado financeiro internacional contesta, visto que o aumento de produção de fábricas, ou construção de novas plantas, demanda matéria-prima, investimento de empresas e a percepção de uma economia forte: o oposto do que a política de tarifas de Trump está entregando

Bessent defendeu o potencial das medidas para estimular a produção interna. "Depois de um tempo com tarifas, fabricantes vão fazer suas fábricas aqui", afirmou. 

Com isso, a arrecadação gerada pelas tarifas cairia, mas seria compensada — ou até superada — pelo aumento da produção industrial, o que, segundo ele, elevaria "muito" a receita. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Mais importante que negociar tarifas com países será negociar com empresas", afirmou Bessent.

Vamos dar as mãos 

Na véspera, Bessent pediu para que os países não retaliassem as novas tarifas norte-americanas: “Esperem e vejam”, disse o secretário, afirmando que a Casa Branca abriria uma frente de negociação

Ao contrário da China, o governo do Vietnã se antecipou depois de ser tarifado em 46%, e disse estar disposto a baixar suas tarifas a zero, desde que os EUA fizessem o mesmo — o que Trump sinalizou positivamente. 

"Acabei de ter uma ligação muito produtiva com To Lam, Secretário Geral do Partido Comunista do Vietnã, que me disse que o Vietnã quer cortar suas tarifas para zero se eles conseguirem fazer um acordo com os EUA", escreveu Trump no Truth Social. "Agradeci em nome do nosso país e disse que espero uma reunião em um futuro próximo."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As ações da Nike reagiram imediatamente à possibilidade de acordo — cerca de 25% dos calçados da companhia são feitos no país asiático. Os papéis fecharam o dia com alta de 3%.

A maior expectativa, entretanto, é em relação à China. "O cenário ideal seria fazer um acordo entre EUA e China", afirmou Bessent, acrescentando que "a relação entre Trump e Xi Jinping me dá confiança sobre a negociação bilateral".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GEOPOLÍTICA NO RADAR

Petróleo em alta: o que o conflito no Oriente Médio significa para os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA

4 de março de 2026 - 19:30

Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos

CIRCUIT BREAK

Nem o K-pop salva: bolsa da Coreia do Sul cai 12% e vive pior dia da história. Por que o “show” parou em Seul e o que isso significa agora

4 de março de 2026 - 15:50

O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial

CHOQUE DO BARRIL

O mapa do petróleo na América Latina: quem surfa a alta e quem paga a conta, segundo o Morgan Stanley

4 de março de 2026 - 14:30

O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise

AMÉRICA LATINA

BofA diz qual ação sobreviverá aos quatro cavaleiros do apocalipse da IA — e qual pagará dividendos no setor de software 

3 de março de 2026 - 19:42

Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico

INTERNACIONAL

Entre o caos e o milagre: tragédia resulta em chuva de dinheiro na Bolívia, mas que ninguém poderá usar

3 de março de 2026 - 15:32

Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo

RATINGS EM RISCO

A gravidade agora é severa: as implicações da guerra entre EUA e Irã que vão além do petróleo e da inflação

2 de março de 2026 - 19:51

As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo

OPORTUNIDADE NO EXTERIOR

Adeus, Tesla (TSLA34)! A troca de ações internacionais do BTG para você lucrar em dólar

2 de março de 2026 - 19:00

O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed

SOB ATAQUE

Saudi Aramco: petroleira atacada pelo Irã já foi bombardeada antes, fez o maior IPO da história e segue no topo do mercado global de petróleo

2 de março de 2026 - 14:15

Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário

POLÍTICA MONETÁRIA EM FOCO

A Selic não vai mais cair? O que pode acontecer com os juros no Brasil e no mundo com o Oriente Médio em chamas

2 de março de 2026 - 14:04

A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta

VISÃO DO GESTOR

O sazón latino e o tempero do medo: o gringo ama o Brasil, mas o investidor brasileiro não deve largar de vez o dólar e os EUA

2 de março de 2026 - 12:00

O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos

CRISE NO ORIENTE MÉDIO

Ataques em Dubai atingem hotéis de luxo e deixam turistas sem saída; governo pede cooperação de operadores

2 de março de 2026 - 11:21

Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos

VISÃO DE FORA

Gestor de US$ 200 bilhões diz o que pode fazer o gringo fugir da bolsa brasileira: balanços do 1T26 e eleições — mas não da forma que você pensa

2 de março de 2026 - 6:30

Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre

CONFLITO NO IRÃ

Em meio à tensão no Oriente Médio, Opep+ mantém cautela ao elevar produção de petróleo

1 de março de 2026 - 10:45

Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia

MERCADO EM ALERTA

Conflito entre EUA e Irã coloca petróleo sob pressão e BTG vê espaço para alta adicional no Brent

1 de março de 2026 - 10:20

Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor

CRISE

Irã nomeia liderança provisória após morte de Khamenei em ataque atribuído a EUA e Israel

1 de março de 2026 - 9:41

Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo

O TODO PODEROSO

Ali Khamenei: quem foi o líder supremo do Irã e alvo dos ataques dos EUA e de Israel

28 de fevereiro de 2026 - 21:47

O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos

CAMINHO DO MEIO

De um lado, a maior economia do mundo. Do outro, um parceiro do Brics. Qual será a posição do Brasil na guerra?

28 de fevereiro de 2026 - 21:29

Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País

O MUNDO ESTÁ DE OLHO

A reação do Brasil e do mundo aos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã

28 de fevereiro de 2026 - 21:10

China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram

BARRIL DE PÓLVORA

Alerta global: guerra entre EUA e Irã acende o pavio do petróleo e da inflação no mundo. Por que o seu bolso e a Selic estão na linha de fogo?

28 de fevereiro de 2026 - 20:14

O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora

TENSÃO GEOPOLÍTICA

Oriente Médio entra em nova escalada após ofensiva de EUA e Israel contra o Irã; governo iraniano retalia

28 de fevereiro de 2026 - 9:30

Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar