Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
VAI OU NÃO CAI

A recessão nos EUA: Powell responde se mercado exagerou ou se a maior economia do mundo está em apuros

Depois que grandes bancos previram mais chance de recessão nos EUA e os mercados encararam liquidações pesadas, o chefe do Fed fala sobre a situação real da economia norte-americana

Bandeira dos EUA e gráfico de ações - Imagem: Canva / Montagem: Isabelle Santos

Wall Street foi do céu ao inferno com Donald Trump. A eleição do republicano em novembro do ano passado, levou a bolsa de Nova York às máximas, mas a realidade mudou quando ele chegou à Casa Branca e anunciou uma série de tarifas sobre parceiros comerciais. O mercado passou a temer que a maior economia do mundo estivesse a caminho da recessão e entrou em uma liquidação pesada. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que se viu depois, além da forte queda das ações, foi um forte ajuste de posições, com fundos de hedge fazendo alertas sobre o fim da exuberância da bolsa norte-americana e grandes bancos mudando a estratégia de ativos globais para a compra de China

Nesta quarta-feira (19), Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), jogou luz sobre esse cenário. Enquanto explicava a decisão de manter os juros na faixa entre 4,25% e 4,50% ao ano e de seguir com a previsão de dois cortes da taxa em 2025, ele falou sobre a possibilidade de os EUA entrarem em recessão. 

Ele admitiu que sempre existe uma "possibilidade incondicional de recessão", mas afirmou que a economia norte-americana continua saudável ainda que em desaceleração. 

"Sempre há uma possibilidade incondicional de recessão. As probabilidades de recessão aumentaram um pouco, mas em níveis relativamente moderados", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

EUA: a lua de mel de Trump com o mercado acabou?

Na semana passada, vários bancos aumentaram as projeções que indicam chances de recessão nos EUA neste ano.

Leia Também

CONTINENTE DE GELO

Cordilheiras fantasmas e uma ‘pirâmide’ natural: o que está por baixo das camadas quilométricas de gelo na Antártida

TORRE DO RELÓGIO

Maior relógio do mundo fica a mais de 600 metros de altura, pode ser visto a 30km de distância e integra projeto de US$ 16 bilhões, mas não pode ser visitado por qualquer um

Powell, no entanto, afirmou hoje que a probabilidade de a economia dos EUA encolher são "extremamente baixas". 

"Mudou, mas não é alta", reforçou.

Economistas do JPMorgan aumentaram  na semana passada o risco de uma recessão em 2025 para 40% — acima dos 30% do começo do ano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Vemos um risco material de que os EUA entrem em recessão neste ano devido às políticas extremas dos EUA”, escreveu uma equipe liderada por Bruce Kasman.

O time do Goldman Sachs liderado por Jan Hatzius disse no início do mês que aumentou de 15% para 20% a chance de recessão nos EUA em 12 meses. 

O banco observou que a previsão pode aumentar ainda mais se o governo Trump permanecer "comprometido com suas políticas, mesmo diante de dados muito piores". 

Os economistas do Morgan Stanley liderados por Michael Gapen reduziram as previsões de crescimento econômico para os EUA e aumentaram as expectativas de inflação — um combo indesejado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco espera um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,5% em 2025 e 1,2% em 2026, abaixo das estimativas anteriores. Hoje, o Fed projetou o PIB dos EUA para este ano em 1,7%, abaixo da estimativa de dezembro de 2,1%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O presidente da Argentina, Javier Milei, veste terno escuro e camisa azul. Na montagem, que traz a bandeira da Argentina ao fundo, ele acena. 28 de julho de 2026 - 19:05
Gráfico do mercado de ações em fundo escuro com uma seta ao centro apontado para cima bolsa ibovespa balanços microcaps 27 de julho de 2026 - 12:27
Novas notas de euro cédulas Europa 24 de julho de 2026 - 17:30
print do youtube contendo a logo da spacex no topo, elon musk ao centro e a logo da nasdaq na parte inferior, em evento de ipo da spacex 24 de julho de 2026 - 17:29
Janet Yellen, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e ex-secretária do Tesouro dos EUA. 23 de julho de 2026 - 19:48
O presidente dos EUA, Donald Trump, e os impactos para a bolsa brasileira. ação 23 de julho de 2026 - 19:11
23 de julho de 2026 - 10:59
Museu do Louvre Galeria de Apolo 22 de julho de 2026 - 14:26
Um gráfico de ações de fundo preto e linhas vermelhas traz o logo da Oracle no canto superior direito 21 de julho de 2026 - 14:30
Imagem traz a bandeira dos EUA ao fundo. Em primeiro plano, uma mão segurando o índice S&P 500. 20 de julho de 2026 - 18:10
Copa do Mundo soft power 20 de julho de 2026 - 14:27
taça copa do mundo 19 de julho de 2026 - 14:27
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar