O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O chefe interino da Nasa já deu o alerta: se a empresa de Elon Musk não for capaz de cumprir com os planos, ela será deixada para trás
A Nasa não espera por ninguém — nem por Elon Musk. E o aviso partiu do topo. Com a SpaceX acumulando atrasos e a corrida espacial contra a China se acirrando, a agência norte-americana já avisou que pode deixar a empresa de lado nos planos de levar astronautas de volta à Lua ainda nesta década.
O alerta veio de Sean Duffy, chefe interino da Nasa, em entrevista à CNBC nesta segunda-feira (20). “Eles estão adiando seus cronogramas, e nós estamos em uma corrida contra a China”, afirmou.
A fala soou como um ultimato. Hoje, a SpaceX, de Elon Musk, tem um contrato de US$ 2,9 bilhões (cerca de R$ 15,6 bilhões) para fornecer o módulo lunar que levaria astronautas à superfície da Lua — uma peça central do programa Artemis, que pretende marcar o retorno dos Estados Unidos ao solo lunar após mais de 50 anos.
Mas o ritmo da empresa vem preocupando a cúpula da agência. E, segundo Duffy, a paciência da Nasa está se esgotando. “Vou abrir concorrência. Vou deixar outras empresas espaciais competirem com a SpaceX”, declarou.
A SpaceX vem apostando alto na Starship, o veículo que promete transportar pessoas e cargas não apenas à Lua, mas, no futuro, também à Marte.
Musk fala em levar até 100 passageiros por voo e transformar a nave em um pilar para a criação de uma base lunar permanente.
Leia Também
O problema é que o projeto ainda está longe de decolar — literalmente. A Starship segue em estágios iniciais de desenvolvimento e acumula um histórico de testes explosivos e falhas.
Enquanto isso, o relógio da Nasa corre. A agência enfrenta pressão política e estratégica para garantir que os EUA cheguem à Lua antes dos chineses, que prometem realizar um pouso tripulado até 2030. Cada adiamento da SpaceX pesa mais nessa disputa.
A missão Artemis 3, prevista para 2027, seria o primeiro pouso tripulado da Nasa desde a Apollo 17, em 1972.
Em 2021, a nave da SpaceX foi originalmente escolhida para levar os astronautas ao solo lunar, em uma parceria que simbolizava o novo modelo de cooperação entre governo e empresas privadas.
Mas as dúvidas sobre a viabilidade logística da Starship cresceram dentro e fora da agência. Parte da indústria espacial teme que a dependência da SpaceX acabe comprometendo o cronograma — e, com ele, a liderança americana na nova corrida espacial.
Cancelar ou alterar o contrato seria uma reviravolta marcante para a Nasa, que vinha apostando na SpaceX, de Elon Musk, há quatro anos. Ainda assim, Duffy deixou claro que a prioridade é o cronograma, não o contrato.
Segundo Duffy, a Nasa já iniciou o processo de abertura do contrato — e a principal candidata a ocupar o lugar de Musk é ninguém menos que Jeff Bezos, com sua empresa Blue Origin.
Seria o capítulo mais recente da rivalidade entre os dois bilionários.
Vale dizer que a Blue Origin já possui um acordo com a Nasa, firmado em 2023, para fornecer o módulo de pouso Blue Moon, destinado a futuras missões, como a Artemis 5.
Agora, com a SpaceX sob pressão, Bezos poderia ver sua empresa assumir um papel ainda mais cedo — talvez já na Artemis 3.
À CNBC, Duffy chegou a sugerir que a Blue Origin poderia substituir a SpaceX na Artemis 3, embora a Nasa também possa abrir a disputa para novas empresas.
Entre as possíveis concorrentes está a Dynetics, sediada no Alabama, que já havia participado da primeira rodada de seleção para o módulo lunar.
“Se a SpaceX ficar para trás e a Blue Origin chegar antes, parabéns à Blue Origin”, afirmou Duffy. “Mas não vamos esperar por uma empresa. Vamos levar isso adiante — e vencer a segunda corrida espacial contra os chineses.”
Até agora, não se sabe exatamente o cronograma exato de potenciais mudanças de contrato da Nasa com a SpaceX.
Porém, à Fox News, Duffy afirmou que já está "em processo de abertura deste contrato".
Em comunicado, a secretária de imprensa da Nasa, Bethany Stevens, disse que a agência espacial deu à SpaceX e à Blue Origin até 29 de outubro para apresentar “abordagens de aceleração” para o desenvolvimento de seus módulos lunares.
“O presidente Trump e o secretário Duffy têm a missão de chegar à Lua antes da China. É por isso que eles estão aproveitando o poder da indústria espacial americana e buscando soluções para desenvolver mais maneiras de pousar na Lua”, disse, na nota.
*Com informações da CNBC.
Finlândia, o país “mais feliz do mundo”, abre oportunidade para profissionais brasileiros que querem ganhar em euro.
A companhia aérea vai passar a tesoura em rotas de curta distância programadas até outubro, uma tentativa de economizar combustível diante da ameaça de escassez e da volatilidade dos preços causada pelo conflito no Oriente Médio
Indicado de Trump para comandar o Federal Reserve passou por audiência de confirmação nesta terça-feira (21) no Senado norte-americano, e o Seu Dinheiro listou tudo o que você precisa saber sobre o depoimento
Após o Irã reverter a abertura da passagem marítima, presidente norte-americano minimiza a medida como tática de pressão
Teerã alega “pirataria” dos EUA para encerrar breve abertura da via estratégica; Donald Trump afirma que cerco naval só terminará com conclusão total de acordo.
Mais cedo ou mais tarde, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo vão se aposentador dos gramados, mas não vão abandonar o futebol. Ambos se preparam para virar dirigentes.
Com orçamento aprovado e foco no superávit, governo argentino recebe sinal verde do Fundo; entenda como a economia vizinha está mudando (para melhor)
Gestor colocou as economias em desenvolvimento no radar dos investidores globais em um momento em que “mercados emergentes” não era nem um conceito ainda
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump