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Mineradora demonstrou que quer aproveitar melhor as condições do mercado, em vez de insistir apenas no minério premium, para ter mais rentabilidade
A Vale (VALE3) passou uma mensagem clara, segundo os bancos de investimento: a mineradora está focada em aumentar as margens da empresa e ajustou sua estratégia para garantir isso.
Em encontro com analistas de diversos bancos, a Vale demonstrou que aposta em aproveitar melhor as condições do mercado, em vez de insistir em vender apenas minério premium, se isso significar mais rentabilidade.
Itaú BBA, Santander, BTG Pactual e Safra concordam na atratividade da Vale neste momento; contudo, divergem sobre o que fazer com os papéis.
Apesar do otimismo da Vale com os preços do minério de ferro, alguns dos problemas são o ceticismo do mercado com o ferro devido aos problemas macroeconômicos globais, níveis fracos de atividade na China e piora na sazonalidade da oferta.
No pregão desta quinta-feira (29), as ações da Vale tiveram leve alta de 0,07%, negociadas a R$ 53,45.
A expectativa do Itaú BBA é de otimismo moderado em relação à Vale, com foco no mix de produtos da mineradora para justificar a recomendação Outperform, equivalente à compra.
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A justificativa dos analistas do banco é que a mensagem foi de corte de custos, otimização do portfólio e manutenção da competitividade, o que sugere um cenário em que as ações possam ter uma atratividade interessante.
Com isso, o preço-alvo para dezembro é de R$ 74, com potencial de valorização de 39%, fora dividendos – com a preferência por recompra de ações em vez de proventos extraordinários, diante da baixa cotação dos papéis.
Outro ponto positivo para o Itaú BBA é que o projeto de cobre da mineradora deve receber licença ainda este ano, com a empresa querendo dobrar a capacidade até 2035. Entretanto, o banco ainda vê o cenário da produção de níquel como desafiador, com possibilidade de venda ou busca por sócios para ativos de custo elevado.
A visão do Santander é construtiva, apostando em estabilidade no nível atual da Vale. O cenário para o banco é positivo: capex em US$ 6 bilhões para 2025 e estratégia clara para minério, cobre e níquel.
A equipe de analistas considera que a mineradora está cumprindo sua promessa de disciplina de capital e execução consistente, especialmente em ferro, cobre e níquel.
Por isso, o Santander escolheu fixar a recomendação de compra das ações e o preço-alvo de R$ 75.
Entre os destaques do relatório do banco está a meta de produção de minério: 340–360 milhões de toneladas ao ano, com custo abaixo de US$ 20 por tonelada, e os projetos de beneficiamento e mistura na China para atender à demanda por minérios de menor teor.
A liquidez sólida e o endividamento sob controle (1,0x Ebitda), mesmo com cenário de preço a US$ 80 por tonelada, também são alguns dos motivos do Santander para ver atratividade nas ações da Vale.
Já o BTG Pactual acredita na recuperação do setor, mas mantém cautela devido ao cenário global, que pode complicar a situação para a mineradora, com a demanda chinesa ainda incerta, especialmente por causa do setor imobiliário.
Para os analistas do banco, a estratégia para garantir o crescimento está correta, mas é limitada por conta do cenário macroeconômico.
Com isso, o BTG preferiu manter a recomendação neutra para as ações da Vale, com um preço-alvo de R$ 65 até dezembro.
Entre os pontos positivos destacados pelo relatório está a expectativa de que o cobre siga sendo o principal vetor de crescimento no médio/longo prazo.
O Safra foi o único dos quatro bancos a cortar o preço-alvo das ações da Vale após o encontro com a administração da companhia.
Segundo a casa, a queda reflete menores projeções nos resultados de níquel devido ao maior ponto de equilíbrio e preços mais baixos para o minério de ferro.
Mesmo assim, para os analistas, a ação parece atraente, sendo negociada a um EV/Ebitda (valor de mercado sobre resultado operacional) de 3,7x em 2025 e oferecendo um rendimento médio de 12% em fluxo de caixa (FCF) para 2025 a 2027.
Com isso, o Safra cortou o preço-alvo de R$ 72 para R$ 68, com recomendação de compra.
*Com informações do Money Times
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