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O presidente norte-americano anunciou taxas de 25% sobre todos os carros importados pelos EUA; entenda os motivos que fazem os papéis de companhias na América do Norte, na Europa e na Ásia recuarem hoje
As tarifas sobre o setor automotivo anunciadas por Donald Trump atropelam as ações das montadoras norte-americanas, europeias e asiáticas nesta quinta-feira (27).
A General Motors opera com 7% de queda, enquanto a Ford cai 3,15%. A GM é a que mais sente as tarifas por ter cerca de 40% dos veículos vendidos nos EUA vindos do México e Canadá.
Na Europa, a Volkswagen também recuou (-1,49%) seguida da BMW (-2,55%) e da Mercedes Benz (-2,81%).
Na Ásia, as perdas também foram generalizadas. As ações da Toyota caíram 2,7%, as da Honda recuaram 3% e as da Nissan tiveram uma queda de 2,2%. Na Coreia do Sul, a Hyundai Motor e a Kia também registraram perdas de cerca de 4% cada.
As perdas vêm na esteira da noite passada, quando Trump finalmente anunciou que taxaria os carros importados pelos EUA em 25%. As medidas começam a valer no dia 2 de abril.
A grande questão é que ao taxar os importados que entram nos EUA, Trump mexe com a cadeira automotiva global.
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Segundo dados da S&P Global Mobility, a alemã Volkswagen tem 43% das vendas nos EUA oriundas de carros produzidos no México.
As fabricantes de veículos espalharam suas cadeias de suprimentos e instalações por toda a América do Norte — peças e etapas de produção geralmente cruzam uma ou mais fronteiras durante o processo.
Por isso, as tarifas de Trump significam que custará mais dinheiro às principais montadoras para construir carros e caminhões.
A Tesla, no entanto, vai na contramão das fabricantes de veículos tradicionais.
A companhia liderada por Elon Musk é favorecida por vende carros nos EUA produzidos internamente.
As ações sobem mais de 3%. No ano, no entanto, a performance não é a mesma. Os papéis acumulam queda de mais de 30% em 2025 devido às vendas lentas nos principais mercados.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
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