🔴 CRIPTO VOLTOU? VEJA COMO BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 214 VEZES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

O QUE FAZER COM AS AÇÕES?

Suzano (SUZB3): até o papel higiênico do Rei da Inglaterra está envolvido no acordo com a Kimberly-Clark. Mas JV é boa para a empresa?

As ações fecharam o dia com a maior alta do Ibovespa. O que dizem os analistas sobre o acordo com a Kimberly-Clark?

Rei Charles ao lado do logo da Suzano
Imagem: Montagem Seu Dinheiro

As ações da Suzano (SUZB3) viveram “um dia de Rei” na bolsa nesta quinta-feira (5) após o anúncio do acordo com a Kimberly-Clark para a criação de uma joint venture de US$ 3,4 bilhões. Os papéis fecharam o dia com alta de 6,47%, a R$ 52,98. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Do negócio, que ainda precisa ser aprovado pelas autoridades regulatórias, nasce uma parceria com atuação em 14 países, que eleva a Suzano ao posto de oitavo maior player de papel higiênico no mundo. 

Nesta reportagem, você encontrará detalhes sobre o acordo, que abrange diversas marcas de produtos “tissue” — papel higiênico, lenços e guardanapos — incluindo o Andrex, uma marca do Reino Unido que ostenta o selo de qualidade da monarquia britânica e se assemelha à Neve, no Brasil.

O que fazer com as ações de Suzano?

A alta forte na bolsa é um indício de que o acordo agradou ao mercado. 

O BTG enxerga o acordo com bons olhos e entende que a ação da Suzano está altamente desvalorizada. O banco vê a JV — que estava sendo antecipado com preocupação por parte do mercado — como um fator de redução do risco para a tese, mesmo em um cenário de queda dos preços da celulose. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A avaliação parece atraente, com as ações sendo negociadas a um múltiplo descontado de 5,3 vezes EV/EBITDA 2025 (contra aproximadamente 7 vezes considerado justo, em nossa visão), o que implica em um risco limitado de queda”, escrevem os analistas.

Leia Também

CHEQUE EM BRANCO

Do sonho de construir um ‘avião de ponta-cabeça’ ao banco do futuro: o que o CEO da Revolut prevê para o seu dinheiro

GATILHO BILIONÁRIO

IRB (IRBR3): nova lei reduz impostos e pode liberar vantagem bilionária para a resseguradora

O Bradesco BBI também avalia a criação de uma nova companhia pela Suzano e a Kimberly-Clark como positiva. De acordo com os analistas, o negócio está em linha com as diretrizes de fusões e aquisições (M&A) da Suzano e sua agenda estratégica de longo prazo de expansão para produtos acabados, “diversificando seu mix de receitas”.

Já para o Itaú BBA, o anúncio da Suzano reduz a incerteza sobre as decisões de alocação de capital, “um tópico comum de discussão com investidores nos últimos trimestres”. Os analistas também avaliam que a empresa pode reduzir sua exposição à China. 

Para o BB Investimentos, a operação é positiva para a companhia, uma vez que representa uma ampliação relevante da atuação da Suzano no mercado internacional de tissue e contribuirá para a redução da volatilidade do fluxo de caixa consolidado da Suzano, que atualmente é bastante afetado pelas oscilações dos ciclos de alta e de baixa da celulose. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os quatro bancos recomendam a compra das ações, com preços-alvo de até R$ 73, que implica numa alta de 37,8% em relação ao fechamento de hoje.

O racional por trás da operação

De acordo com os analistas do BTG, o negócio está em linha com as diretrizes de fusões e aquisições (M&A) da Suzano e sua agenda estratégica de longo prazo de expansão para produtos acabados, “diversificando seu mix de receitas”.

De acordo com os cálculos do banco, a Suzano pagou cerca de 6,8 vezes EV/EBITDA — métrica utilizada para avaliar se uma empresa está cara ou barata — assumindo um endividamento zerado. 

Entretanto, a Suzano espera gerar US$ 175 milhões em sinergias com a integração dos ativos, o que faria o múltiplo cair para 5,0 vezes. Isso tornaria a transação mais atrativa, aproximando o preço pago pela empresa de sua avaliação de mercado atual, considerada uma certa “anomalia” pelos analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a teleconferência, a gestão observou que espera-se algum endividamento da joint venture, de cerca de US$ 1,0 bilhão, quantia já acordada com a KC. 

“Se esse nível de endividamento for atingido antes do fechamento, o valor pago pela Suzano poderia ser reduzido para US$ 1,2 bilhão, pois o valor implícito de capital cairia para US$ 2,4 bilhões”, explicam os analistas.

Em outras palavras, a Suzano pagaria menos pelos ativos, já que o endividamento acordado reduziria o valor final da compra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ambipar (AMBP3) 28 de setembro de 2026 - 19:34
Tupy 28 de setembro de 2026 - 19:24
Cartão do Nubank em um degrau branco. 28 de setembro de 2026 - 15:51
Em um fundo com a bandeira do Brasil, o logo da WEG aparece em primeiro plano 28 de setembro de 2026 - 15:15
caneta emagrecedora ID da foto:2238129168 28 de setembro de 2026 - 7:54
João Vitor Menin, CEO do Inter. Foto Divulgação 28 de setembro de 2026 - 6:14
Logo bancos nadadores competição 25 de setembro de 2026 - 14:35
25 de setembro de 2026 - 12:51
24 de setembro de 2026 - 12:32
24 de setembro de 2026 - 9:02
Petrobras com fundo de dinheiro pegando fogo 23 de setembro de 2026 - 14:25
B3, bolsa de valores, ações, mercados. 23 de setembro de 2026 - 12:33
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar