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Gestora entrou no negócio em junho, aumentou a participação em julho e, nesta semana, dobrou a aposta, chegando a 10% do capital social da antiga Locaweb
A LWSA (LWSA3), antiga Locaweb, viveu seus momentos de glória no mercado há não muito tempo. Abriu capital em fevereiro de 2020, logo antes do início da pandemia e do hype de IPOs na B3. Precificou suas ações no teto da faixa de preço, levantou R$ 1,3 bilhão e virou uma das sensações da bolsa brasileira.
Surfou a onda da digitalização em meio ao lockdown e, em um ano, havia subido 600%. Também disparou sua metralhadora de aquisições, com mais de uma dúzia de empresas na sacola. Buscando a consolidação com os novos negócios, em 2022 mudou de nome e passou a adotar o LWSA.
Mas aí o caldo entornou. O mercado reagiu com desconfiança à estratégia de crescimento agressiva e aos seus impactos na rentabilidade da LWSA, levando a uma queda drástica no valor de mercado da empresa desde o pico de 2021. Em cinco anos, o papel LWSA3 acumula um tombo de 68,60%.
Em junho, a LWSA informou ao mercado sobre a entrada da Kinea entre os acionistas. A gestora aumentou sua participação para 5,8% em julho e, agora, nesta semana, dobrou a aposta e chegou a 10% do capital social da antiga Locaweb. Afinal, o que fez brilhar os olhos?
Ao Seu Dinheiro, a gestora afirmou que já vinha monitorando a LWSA há muitos anos, até mesmo antes do IPO da empresa.
“A decisão de investir foi construída ao longo do tempo e ganhou força em 2024, diante de um ambiente mais favorável, com avanços relevantes na integração das aquisições, e de um preço de mercado que, em nossa avaliação, não reflete o potencial total da companhia”, afirmou a gestora.
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O motivo por trás desse otimismo? A LWSA está sendo negociada por volta de 12 vezes o lucro estimado para 2025, um valor que a Kinea considera bem descontado, especialmente quando comparado a empresas como a Totvs, que negocia a 25 vezes.
Para a Kinea, no entanto, o ponto de virada é agora, com a LWSA pronta para capturar as sinergias e ganhos de eficiência das aquisições, especialmente após o pagamento dos últimos earn-outs que permitiram a integração operacional das empresas.
“O fortalecimento da visão positiva sobre a LWSA decorre, principalmente, da conclusão do ciclo de aquisições das demais empresas em M&As, e da transição para uma fase de integração. O pagamento dos earn-outs em 2025 abriu espaço para a unificação de times, a simplificação do portfólio e a aceleração do cross-selling entre produtos, permitindo que o foco em geração de caixa aumente”, disse a Kinea, em nota.
Em resumo, a gestora aposta que o período de "digestão" da LWSA acabou e que agora é a hora de colher os frutos.
Neste ano, uma luz começa a aparecer no fim do túnel para a LWSA3: a ação já se valorizou 28,31% até agora em 2025, e é negociada na casa dos R$ 4,17.
A empresa tem oito recomendações de bancos e casas de análise, sendo três de compra (entre elas, a do Itaú BBA) e cinco de manutenção.
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