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Metade da carne de frango consumida nos mercados halal do Oriente Médio é importada, principalmente do Brasil; entenda os efeitos do conflito na região para a exportadora brasileira
O mercado tem olhado bastante para as petrolíferas depois que Estados Unidos e Israel atacaram o Irã no último sábado (2), porém o JP Morgam se virou para outro lado: a MBRF (MBRF3), uma importante exportadora de frango para o Oriente Médio. O banco trouxe duas visões diferentes, a depender do horizonte analisado.
No curto prazo, o cenário pode favorecer a companhia em termos de preços e volumes, mas há um alerta para riscos logísticos caso o conflito se prolongue. Os analistas da instituição recomendam compra e preço-alvo de R$ 28,50 para a ação.
MBRF3 encerrou o pregão desta segunda-feira (2) cotada a R$ 20,52, uma queda de 0,77%. No ano, os papéis acumulam alta de 2,70%.
O JP Morgan explica que o Oriente Médio responde por cerca de 5% da receita da empresa, podendo alcançar entre 8% e 10% do Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) em 2026.
O islamismo tem regras específicas para a produção de alimentos que podem ser consumidos pelos muçulmanos, é a chamada comida halal.
Nos mercados que seguem essa lei, cerca de metade da carne de frango é congelada e importada – majoritariamente do Brasil. Isso reforça a relevância estratégica da região para as exportadoras brasileiras de proteína.
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A MBRF utiliza o Estreito de Ormuz, controlado pelo Irã, como principal rota logística para acessar seus mercados e unidades de processamento. Até o momento, apenas uma companhia de navegação interrompeu as operações na região, o que sugere impacto ainda limitado.
Se as restrições logísticas forem temporárias, explica o JP Morgan, a empresa pode se beneficiar de preços mais fortes, especialmente por operar com estoques superiores aos de um importador típico, dado o tamanho de sua presença regional.
Por outro lado, se o conflito se estender por muito tempo, dificultando o fluxo de exportações para o Oriente Médio, a MBRF pode enfrentar um aumento nos custos de frete, com a necessidade de rotas alternativas, como via Mar Vermelho ou transporte terrestre, o que pressionaria a rentabilidade no médio e longo prazo.
Existe um temor no mercado financeiro de que a guerra entre Estados Unidos e Irã seja longa. O conflito entrou em seu terceiro dia nesta segunda-feira (2) e, segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, não existe um prazo para terminar.
O republicano não descartou o envio de tropas ao conflito, enquanto o Irã revidou ataques e voltou a bombardear o território de Israel, além de bases norte-americanas em países do Oriente Médio.
Para os investidores, o Estreito de Ormuz é o ponto de maior atenção no momento. Para se ter uma ideia de sua importância, 20% de toda a produção de petróleo do mundo passa por ali.
*Com informações de Money Times e Estadão Conteúdo
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