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Do iPhone sem entrada para fone ao polêmico carregador vendido à parte, lançamento do Apple Day têm gerado mais expectativa do que inovação real
Poucas marcas no mundo conseguem mobilizar tanta atenção quanto a Apple. O Apple Day, transmitido ao vivo para milhões de pessoas em dezenas de países, tornou-se um espetáculo midiático capaz de dominar as redes sociais e pautar noticiários de tecnologia por dias.
A cada edição, a promessa é a mesma: apresentar uma revolução no modo como nos conectamos com o mundo.
No entanto, desde a morte de Steve Jobs em 2011, a sensação recorrente é de que o Apple Day entrega mais expectativa do que inovação.
Sob Steve Jobs, o Apple Day se transformou em sinônimo de ruptura. iPod, iPhone e iPad não foram apenas lançamentos de sucesso: foram marcos históricos que alteraram o modo como consumimos música, navegamos na internet e utilizamos computadores.
O palco da Apple não apresentava apenas novos gadgets, mas um vislumbre do futuro.
Embora a Apple ainda seja a vitrine mais influente da indústria, o impacto emocional já não é o mesmo que na era Jobs.
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O Apple Day já protagonizou episódios que entraram para a lista dos maiores flops tecnológicos da década. Confira:
Em 2016, o lançamento do iPhone 7 marcou um dos momentos mais polêmicos da era pós-Jobs.
A Apple decidiu eliminar a entrada tradicional para fones de ouvido, vendendo a decisão como um ato de coragem em nome da evolução tecnológica e da resistência à água. A realidade, porém, foi percebida de maneira diferente.
Milhões de usuários se viram forçados a adaptar-se a acessórios Lightning ou a adquirir os recém-lançados AirPods — que, com o preço alto, reforçou a crítica de que a empresa estaria mais interessada em ampliar margens do que em facilitar a vida dos consumidores.
Um ano depois, a Apple prometeu outro salto com o AirPower, um tapete de carregamento sem fio capaz de energizar simultaneamente iPhone, Apple Watch e AirPods.
O anúncio gerou enorme entusiasmo, mas o produto nunca chegou às prateleiras. Após dois anos de silêncio, a própria empresa admitiu que não conseguiria cumprir o que havia prometido.
Em 2020, a Apple tomou outra decisão que gerou revolta entre os consumidores: retirar o carregador da caixa do iPhone.
O discurso oficial foi o de reduzir o impacto ambiental, mas poucos acreditaram nessa justificativa. Para muitas pessoas, a medida parecia apenas mais uma forma de cortar custos e elevar a rentabilidade de um produto que já custava caro.
A decisão acabou copiada por concorrentes, mas o pioneirismo nesse caso rendeu à Apple uma onda de críticas que permanece viva até hoje.
Mais recentemente, em 2024, a empresa apresentou o Vision Pro, anunciado como a porta de entrada para a chamada computação espacial.
A proposta parecia ousada e promissora, mas o preço elevado e a falta de aplicações práticas rapidamente esfriaram o entusiasmo inicial.
Mesmo sem a aura de Jobs, o Apple Day continua ditando a agenda da indústria.
A grande sacada talvez seja justamente essa: a Apple já não precisa reinventar o mundo a cada setembro. Basta reafirmar seu poder de marca para transformar qualquer detalhe em tendência. Resta saber até quando.
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