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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

RETROSPECTIVA FINANCEIRA

O ano do Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Banco do Brasil (BBAS3) e Santander (SANB11): como cada banco terminou 2025

Os balanços até setembro revelam trajetórias muito diferentes entre os gigantes do setor financeiro; saiba quem conseguiu navegar bem pelo cenário adverso — e quem ficou à deriva

Camille Lima
Camille Lima
29 de dezembro de 2025
6:16 - atualizado às 14:27
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Imagem: Divulgação / Montagem: Bruna Martins

Trimestre após trimestre, os balanços dos bancos brasileiros foram montando um retrato claro de 2025: o ano não foi igual para todo mundo. Mesmo disputando os mesmos clientes, operando sob o mesmo cenário macroeconômico e atravessando os mesmos ventos — juros elevados, crédito seletivo e mudanças regulatórias —, os grandes bancos chegaram a dezembro em lugares muito diferentes. 

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Como em toda retrospectiva de fim de ano, há quem chegue à virada com a lista de metas cumprida, quem celebre avanços graduais, quem precise fazer ajustes de rota e... quem prefira esquecer que 2025 existiu. 

É nesse espírito que o Seu Dinheiro decidiu trazer uma retrospectiva do que foi o ano dos bancos em 2025. 

Itaú Unibanco (ITUB4), como de costume, terminou o ano reafirmando sua posição de referência. O maior banco privado do país se superou a cada temporada com números fortes e em expansão. 

Já o Bradesco (BBDC4) mostrou que o plano de reestruturação está andando no ritmo prometido, sem atalhos para acelerar o processo.  

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Enquanto isso, o Santander Brasil (SANB11), que estreou o ano com o pé direito, sofreu nos últimos meses com uma deterioração inesperada na carteira — uma verdadeira montanha-russa.  

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Por fim, o Banco do Brasil (BBAS3) acumulou tropeços e encerra o ano tentando estancar danos. 

O ano dos bancos: o que os números já contam sobre 2025 

É verdade que 2025 ainda não acabou oficialmente. Os bancos divulgaram resultados apenas até setembro, e os números do quarto trimestre só chegam em fevereiro de 2026. Em teoria, ainda pode haver surpresas pelo caminho.  

Mas, enquanto o 4T25 não chega, o que nos resta é olhar para o que já aconteceu até agora. E, até aqui: as diferenças entre os balanços são gritantes. 

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Confira os destaques dos balanços dos bancos em 2025:  

EmpresaLucro líquido 9M25 (% a/a)Lucro líquido 3T25 (% a/a)Rentabilidade/ROE 9M25 (% a/a)Rentabilidade/ROE 3T25 (% a/a)
Itaú Unibanco (ITUB4) R$ 34,5 bilhões (13,1%) R$ 11,87 bilhões (+11,2%) 22,9% (+0,7 p.p) 23,3% (+0,6 p.p) 
Santander Brasil (SANB11) R$ 11,5 bilhões (+15,1%)  R$ 4,01 bilhões (+9,4%) —* 17,5% (+1,2 p.p.) 
Banco Bradesco (BBDC4) R$ 18,1 bilhões (+ 28,2) R$ 6,2 bilhões (+18,8%) 14,6% (+3,3%) 14,7% (+2,3 p.p) 
Banco do Brasil (BBAS3) R$ 14,9 bilhões (-47,2%) R$ 3,78 bilhões (-60,2%) 11,2% (-10,3 p.p) 8,4% (-12,7 p.p) 
Fonte: Balanços enviados à CVM. 
*O Santander não incluiu no balanço trimestral o indicador do ROE nos 9M25. 

Itaú: o banco que cumpre a lista de promessas 

Na retrospectiva dos bancos em 2025, o Itaú Unibanco (ITUB4) poderia tranquilamente ser aquela pessoa “gratiluz”, que chega ao fim de ano celebrando as conquistas e comemorando por ter encerrado dezembro com todas as metas batidas.  

Aliás, se falarmos de superstições, o Itaú parece ter entrado em 2025 vestindo o amarelo da riqueza. O maior banco privado do país voltou a entregar números fortes, consistentes e em expansão. 

No terceiro trimestre, o lucro líquido chegou a R$ 11,87 bilhões, alta de 11,2%, com um ROE de 23,3% — ampliando ainda mais a distância para os pares. Em 2025 como um todo, o lucro foi a R$ 34,5 bilhões, com rentabilidade de 22,9%. 

Ao longo do ano, o banco manteve a rentabilidade acima de 20%, revisou para cima o guidance de margem financeira de mercado e reforçou a tese de previsibilidade — tudo isso enquanto ainda depositava mais e mais dividendos na conta dos acionistas.  

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Para o CEO Milton Maluhy Filho, esse patamar de rentabilidade deixou de ser exceção. Ele se tornou estratégia em 2025. Segundo ele, a rentabilidade elevada é sustentável mesmo em um cenário de juros altos, volatilidade política e economia desaquecida no ano que vem. 

“Quando você consegue crescer com qualidade, com rentabilidade e entregar resultado com consistência e com baixa volatilidade, isso tem um valor importante”, disse o CEO. 

A lógica é simples — e repetida como um mantra: disciplina, gestão de capital e geração de valor no longo prazo. Sem sobressaltos, sem apostas fora do script.  

O Itaú segue sendo o “relógio suíço” do sistema financeiro brasileiro, justamente por atravessar ciclos sem perder o ritmo. 

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Bradesco: avanço degrau por degrau — e sem atalhos 

Enquanto isso, o Bradesco (BBDC4) encerra 2025 com a sensação de que o plano está funcionando, ainda que a ansiedade do mercado peça resultados mais rápidos. Desde o início, a gestão prometeu um turnaround step by step” — e vem entregando exatamente isso. 

A instituição tem focado em crédito com garantia e em melhorar a eficiência operacional, o que já se reflete em dados mais sólidos. 

Com a estratégia renovada, os números melhoraram de forma consistente ao longo do ano. Mas o avanço contínuo dos resultados começou a intensificar as expectativas dos investidores e dos analistas. 

Uma revisão do guidance em julho, ajudou a consolidar as projeções no topo. Na época, o Bradesco decidiu revisar duas linhas das metas propostas para 2025: 

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  • Receitas de Prestação de Serviços, de “4% a 8%” para “5% a 9%”; e 
  • Resultado das Operações de Seguros, Previdência e Capitalização: de “6% a 10%” para “9% a 13%”. 

Após a revisão das projeções, cresceu a percepção de que o banco poderia estar sendo conservador demais nas promessas, e viria a surpreender positivamente nos trimestres seguintes.  

A performance até veio, mas sem fogos de artifício para acompanhar. 

O Bradesco chegou a entregar números sólidos, sustentados pelo avanço gradual do crédito e pela melhora na eficiência. Mas frustrou aqueles que estavam esperando por aquele algo a mais no balanço. 

No terceiro trimestre, o lucro líquido foi de R$ 6,2 bilhões, com alta de 18,8%, e o ROE chegou a 14,7%. Com isso, no acumulado do ano, o lucro cresceu 27,7%, alcançando R$ 18,1 bilhões, enquanto a rentabilidade avançou para 14,6%. 

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A divisão de seguros foi o grande destaque da temporada. O Grupo Bradesco Seguros registrou lucro de R$ 7,3 bilhões nos nove primeiros meses de 2025, com crescimento de 11,4% e rentabilidade anualizada de 21,5% — funcionando como uma das grandes fortalezas do processo de recuperação do banco.  

Ainda assim, parte do mercado esperava mais.  

De todas as formas, o consenso é que o Bradesco caminha para superar o custo de capital — algo em torno de 16% de ROE —, mas isso virá mais das alavancas internas do que de um cenário macro favorável. 

Executivos do banco reforçaram essa leitura em conversa com o Seu Dinheiro: o foco está na expansão das receitas, controle de despesas e melhora da eficiência.  

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A meta declarada do Bradesco é que o índice de eficiência, hoje em torno de 50%, precisa cair para os 40% até 2028 — um objetivo ambicioso, mas central para a virada. 

No terceiro trimestre, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, afirmou manter uma visão otimista para o próximo balanço e para 2026, mesmo diante das dificuldades de operar no Brasil.  

“Falar de Brasil e achar que não tem desafio é conversa; sempre tem. Mas estamos habituados com esse mercado. Por isso, meu olhar é focado na operação e na continuidade do nosso negócio com força”, afirmou, em conversa com jornalistas após o balanço. 

Santander Brasil (SANB11): uma retrospectiva em forma de montanha-russa 

O ano do Santander Brasil (SANB11) teve roteiro de filme. Começou bem, perdeu fôlego no meio e tentou se recompor no fim.  

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Ao longo dos últimos meses, a deterioração das carteiras de agronegócio e de pequenas e médias empresas (PMEs) pesou, mas o terceiro trimestre trouxe um alívio: lucro de R$ 4,01 bilhões e ROE de 17,5%, acima do consenso. No ano até aqui, o lucro chegou a R$ 11,5 bilhões. 

Ainda assim, a qualidade do resultado do terceiro trimestre foi questionada. Analistas destacaram que boa parte da surpresa veio de uma alíquota de imposto excepcionalmente baixa, compensando perdas relevantes na tesouraria — que somaram R$ 1,3 bilhão. 

Apesar disso, é preciso lembrar que o banco segue ajustando a rota: crédito mais seletivo, foco em segmentos de maior valor agregado e eficiência operacional.  

O CEO Mario Leão é direto ao dizer que o Santander não “trabalha pelos 20% de ROE”, mas por uma operação mais resiliente e sustentável. 

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O plano é crescer menos — mas melhor. Menos exposição à baixa renda, mais clientes endinheirados, mais qualidade de ativos, menos volatilidade.  

Além da mudança de foco de portfólio, o Santander vem promovendo uma reestruturação interna para se tornar mais leve e eficiente. Segundo Leão, o objetivo não é simplesmente cortar gastos, mas eliminar redundâncias e simplificar processos. 

O desafio, agora, é provar que essa estratégia se sustenta em um ambiente de crédito mais restritivo e com normalização tributária à frente — especialmente quando o Santander já deixou claro que deve crescer menos do que os rivais. 

“Tudo bem, desde que cresçamos nos segmentos que queremos e com rentabilidade sustentável”, afirmou o CEO. 

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“Ninguém é imune a macro — a gente tampouco. Mas acreditamos que, com a gestão bem disciplinada de cada uma das linhas, conseguiremos caminhar para elevar o ROE para chegar aos 20% em algum momento, e, no futuro, trabalhar para continuar crescendo a rentabilidade”, acrescentou. 

Banco do Brasil (BBAS3): quando o ano insiste em dar errado 

Se existe um banco que gostaria de pular direto para 2026, é o Banco do Brasil (BBAS3). A instituição acumulou, em 2025, praticamente todos os fatores adversos possíveis: inadimplência elevada, crise no agronegócio, avanço das recuperações judiciais e mudanças regulatórias exigindo mais provisões.  

O lucro líquido despencou 60%, para R$ 3,78 bilhões, e o ROE caiu para 8,4%, o nível mais baixo em quase uma década.  

No acumulado de 2025, o lucro líquido encolheu 47%, a R$ 14,9 bilhões — o único entre os incumbentes a marcar queda na lucratividade —, enquanto a rentabilidade recuou 10 pontos percentuais, para 11,2%.  

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A carteira de agronegócio foi o principal vilão da história do Banco do Brasil em 2025, pressionada por calotes, renegociações e um cenário climático e financeiro desfavorável. 

Não bastasse isso, os produtores rurais passaram a recorrer mais — em uma proporção inédita para o mercado brasileiro — a recuperações judiciais, o que demandou maiores provisões do BB. 

Além disso, a resolução 4.966 do Banco Central elevou o colchão de provisões exigido dos bancos, agravando o impacto.  

Ao longo do ano, porém, o BB recebeu algumas “colheres de chá”. Uma delas foi justamente um ajuste do Banco Central à 4.966, que suavizou os critérios de cura para empréstimos com parcelas superiores a três meses. 

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Além disso, o governo federal tentou oferecer um "respiro" ao agro com a Medida Provisória 1.314, que permite alongar dívidas rurais por até nove anos.  

No entanto, a ajuda está longe de resolver o problema, e os efeitos positivos no balanço ainda são limitados. 

Analistas alertam para um risco adicional: a lentidão na execução das renegociações criou um “risco moral”, com produtores adiando pagamentos à espera de condições melhores — o que só prolonga o problema. 

Diante desse cenário, o BB revisou novamente o guidance do ano. A nova projeção de lucro para 2025 caiu para uma faixa entre R$ 18 bilhões e R$ 21 bilhões, bem abaixo da estimativa inicial. O custo de crédito também foi elevado. Veja aqui como ficaram as novas perspectivas do banco.   

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Segundo a própria diretoria do BB, o agro seguirá pressionando os resultados por mais alguns trimestres. O setor deve exigir novas provisões no quarto trimestre de 2025, de acordo com o vice-presidente de gestão financeira e relações com investidores, Marco Geovanne Tobias. 

“O ano de 2025 é um ano de ajustes, marcado pela resiliência do nosso balanço diante de desafios. Atuamos com responsabilidade para controlar a inadimplência, gerar novos negócios e diversificar receitas, preparando o Banco do Brasil para um novo ciclo de crescimento”, escreveu o BB, no balanço do terceiro trimestre. 

 A recuperação pode até começar em 2026 — e não necessariamente logo no primeiro trimestre, segundo os analistas. 

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