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A GCA tem 70% do Consórcio Empreendedor Baixo Iguaçu, controlador da usina hidrelétrica do Baixo Iguaçu, no estado do Paraná
A Neoenergia (NEOE3) decidiu enxugar o portfólio de investimentos — decisão que deve render um valor bilionário para os cofres da companhia de energia elétrica.
Em fato relevante à CVM, a empresa anunciou nesta quarta-feira (5) que a EDF Brasil e a STOA adquiriram a totalidade de suas ações na Geração Céu Azul, empresa fechada do grupo Neoenergia.
A GCA, por sua vez, possui 70% de participação no Consórcio Empreendedor Baixo Iguaçu (CEBI), controlador da usina hidrelétrica do Baixo Iguaçu, no estado do Paraná. A usina conta com capacidade instalada de 350 megawatts e 172 megawatts médio.
No grupo da companhia de energia, a GCA é responsável por estudar, planejar, construir, operar e manter a Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu, além de atuar com sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica relacionados à usina.
Já o consórcio CEBI foi criado em 2013, com a Geração Céu Azul detendo 70% da participação e a COPEL (CPLE6) com 30%. O objetivo do consórcio é implementar, operar e manter a Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu, localizada no Rio Iguaçu, no Paraná.
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Segundo a Neoenergia, a transação é avaliada em R$ 1,43 bilhão para 100% das ações da GCA, mas o valor poderá ser ajustado com base em variações, como a correção do CDI.
A conclusão da venda também depende de algumas aprovações, incluindo a do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e de agentes financiadores da GCA, além do direito de preferência da Copel Geração e Transmissão, que detém o restante da participação no CEBI.
“Essa operação reforça a estratégia de rotação de ativos da companhia com foco em otimização de portfólio com geração de valor, seguindo a disciplina de capital e simplificação de sua estrutura”, afirmou a Neoenergia, em comunicado à CVM.
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