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Com crescimento de 25% nas vendas líquidas, construtora impressiona analistas de Itaú BBA, Bradesco BBI, Santander e Safra; veja os destaques da prévia

Mais um trimestre, mais um recorde — e a Moura Dubeux (MDNE3) segue deixando a concorrência comendo poeira no mercado do Nordeste.
A construtora divulgou sua prévia operacional do segundo trimestre de 2025 (2T25) com números robustos, mantendo o ritmo de crescimento que tem marcado a companhia desde o ano passado.
As vendas líquidas atingiram R$ 1,2 bilhão, avanço de 143% em relação ao mesmo período de 2024. Já os lançamentos somaram R$ 1,86 bilhão, um salto de 192% na base anual.
Os dados impressionaram os analistas do Itaú BBA, Bradesco BBI, Santander e Safra, que elogiaram o desempenho da companhia em diferentes frentes, incluindo o avanço no Minha Casa Minha Vida e a força no segmento de condomínios.
O VSO (indicador mede a velocidade de vendas em relação à oferta disponível) de lançamentos alcançou 49%, enquanto o VSO líquido ficou em 29,9%.
Outro ponto positivo foi o consumo de caixa, que caiu para apenas R$ 5 milhões no trimestre.
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Com ritmo forte de expansão, boa gestão e atuação concentrada em uma região pouco explorada por concorrentes, os analistas veem espaço para a Moura Dubeux ir ainda mais longe.
A seguir, veja o que cada banco disse sobre os resultados da companhia.
Para o Itaú BBA, os números do segundo trimestre da Moura Dubeux foram "impressionantes", com lançamentos 102% acima da expectativa do banco.
Para os analistas, o destaque foi a operação de condomínios, que respondeu por 82% do PSV (Potencial de Vendas), ou seja, do valor total estimado dos empreendimentos lançados no trimestre.
Os analistas projetam um caminho ainda promissor para a companhia.
"Acreditamos que há espaço para atingir R$ 4 bilhões em lançamentos em 2025, dado o forte apetite do segmento de condomínios e a disponibilidade de terrenos na região do Novo Cais, em Recife", afirmaram.
A equipe também elogiou a melhora na velocidade de vendas, que saltou de 21% para 30% entre o primeiro e o segundo trimestre de 2025, e destacou o valuation ainda atrativo da ação, negociada a cerca de 4,8 vezes o lucro estimado para 2026.
Diante disso, o Itaú BBA reiterou a recomendação de compra para os papéis da Moura Dubeux, com preço-alvo de R$ 31,00 até o fim do próximo ano.
O Bradesco BBI também reforçou a visão positiva, classificando o trimestre como o melhor da história da Moura Dubeux.
Os analistas destacaram a estratégia multissegmentos da companhia, com atuação nas faixas de renda baixa, média e alta.
Segundo o banco, a construtora "vem acelerando o crescimento por diferentes avenidas", com o modelo fee-based de condomínios e o avanço do projeto Única (voltado ao MCMV) como diferenciais.
Na avaliação do BBI, o desempenho reforça a Moura Dubeux como uma das histórias de alta qualidade entre as construtoras listadas com foco em média e alta renda. Por isso, o banco manteve a recomendação de compra para as ações MDNE3, com preço-alvo de R$ 32,00 para os próximos 12 meses.
Já para o Santander, o segundo trimestre de 2025 foi mais uma prova da capacidade de execução da Moura Dubeux, com desempenho acima das estimativas tanto em lançamentos (+20%) quanto em vendas líquidas (+6%).
O banco reafirmou a recomendação de compra para MDNE3, com preço-alvo de R$ 29 até o final de 2025, e reforçou três pilares de sua tese: atuação em mercados com pouca competição, valuation descontado e mix diversificado com viés defensivo.
"Apesar da alta acumulada no ano, ainda vemos atratividade na ação diante do crescimento da rentabilidade e do ROE projetado acima de 20%", disseram os analistas.
O Safra, por sua vez, considerou os resultados do trimestre “excelentes em todos os aspectos”.
A instituição elogiou especialmente o controle de estoque, que permanece em níveis baixos mesmo após o recorde de lançamentos.
O banco também destacou o consumo de caixa abaixo do esperado, de apenas R$ 5 milhões, como mais um sinal de disciplina financeira.
"A Moura Dubeux segue apoiada por um pipeline diversificado, com foco em segmentos defensivos e boa rentabilidade, o que reforça nossa recomendação de Outperform (compra)”, afirmou o Safra.
Além da recomendação de compra, o Safra definiu o preço-alvo de R$ 29,00 para a ação pelos próximos 12 meses.
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