Méliuz (CASH3) lança nova opção de negociação para turbinar os rendimentos com bitcoin (BTC)
A plataforma de cashback anunciou em março deste ano uma mudança na estratégia de tesouraria para adquirir bitcoins como principal ativo estratégico

O bitcoin (BTC) já se tornou o diferencial do Méliuz (CASH3), que agora aposta em turbinar seus ganhos com derivativos, oferecendo opções de venda garantidas em caixa (cash-secured put options) sobre a criptomoeda mais valiosa do mundo.
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a plataforma de cashback afirma que a nova negociação é conservadora, sem alavancagem e totalmente lastreada em caixa.
A operação consiste em negociar opções de venda com preços de exercício previamente definidos, usando caixa reservado como garantia.
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Se as opções forem exercidas, o caixa já reservado é usado para comprar BTC a preços potencialmente mais baixos, alinhado à política de acumulação de longo prazo da empresa. Caso contrário, o Méliuz fica com os prêmios recebidos e pode reinvesti-los em novas aquisições de bitcoin.
A estratégia é executada com parceiros especializados, e atualmente menos de 10% do caixa operacional mínimo está comprometido como colateral, afirma o Méliuz.
Monetizar em cima da volatilidade
A lógica por trás da tática do Méliuz é monetizar a volatilidade do bitcoin para ampliar gradualmente as reservas da tesouraria, transformando a oscilação de preço em uma fonte de rendimento (yield).
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Esse método, segundo a empresa, permite exposição adicional ao ativo digital sem recorrer à alavancagem. Isso oferece uma alternativa para melhorar a rentabilidade do caixa ocioso enquanto o Méliuz mantém a posição como Bitcoin Treasury Company.
Os resultados dessas operações serão divulgados de forma consolidada nas demonstrações financeiras trimestrais.
Méliuz compra mais bitcoin
Na semana passada, a empresa já havia informado a compra de 9,01 bitcoin por aproximadamente US$ 1,01 milhão, a um preço médio de US$ 112.172 por unidade.
A aquisição foi realizada a partir de recursos próprios originados pelo negócio operacional do Méliuz, com o excedente do caixa operacional mínimo convertido integralmente em bitcoin.
Em nota, Israel Salmen, fundador e presidente do conselho de administração do Méliuz, afirma que a compra é importante para mostrar o potencial das operações da companhia fora do mercado de criptoativos.
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Em março deste ano, o Méliuz anunciou que mudaria sua estratégia de tesouraria para adquirir bitcoins como principal ativo estratégico da empresa. Desde então, tem focado em captar recursos para aumentar o volume da criptomoeda em tesouraria.
*Com informações do Money Times
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