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Amplamente reconhecido como uma das “vacas leiteiras” de proventos da bolsa brasileira, o Itaú revelou as perspectivas para os dividendos neste ano; confira o que esperar
Com a performance sólida e acima das expectativas, o Itaú Unibanco (ITUB4) está, mais uma vez, traçando o caminho para pagar dividendos extraordinários aos acionistas. Quem garantiu essa perspectiva foi o próprio CEO, Milton Maluhy Filho, durante uma entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (6).
"Nosso objetivo não é reter o excesso de capital. Tudo mais constante e se as condições permitirem, a nossa melhor expectativa é de que seremos sim capazes de fazer um novo dividendo adicional importante no início do ano que vem”, disse o CEO do Itaú.
Vale lembrar que, na noite anterior, o maior banco privado do Brasil já havia anunciado o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), no valor de R$ 0,3634 bruto por ação.
O Itaú Unibanco é amplamente reconhecido por suas remunerações generosas aos investidores, figurando como uma das grandes "vacas leiteiras" da B3 quando o assunto é dividendos.
O banco tem a tradição de distribuir proventos regulares aos acionistas, e, quando as condições financeiras permitem, os tão esperados dividendos extraordinários — ou, como o próprio Maluhy prefere chamar, dividendos adicionais.
Afinal, não é de hoje que o Itaú tem surpreendido positivamente seus acionistas com esses pagamentos extras quando sobra capital no final do ano.
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Tão frequentes os resultados fortes no banco, o pagamento de dividendos adicionais vem se tornando uma realidade comum no Itaú.
"Já faz bastante tempo que digo que não se trata de um dividendo extraordinário, mas de um dividendo adicional. Já deixou de ser algo extraordinário há muito tempo, na medida em que, todo ano, temos feito uma distribuição adicional”, disse o executivo.
Sobre os dividendos de 2025, Maluhy preferiu não entrar em detalhes sobre o percentual exato do lucro que será destinado à distribuição (payout).
“A nossa melhor expectativa é de um termos dividendo adicional, mas o quanto exatamente vai ser distribuído no payout, precisamos primeiro terminar o resultado do ano. Ainda temos bons desafios pela frente e quase dois trimestres ainda para cumprir, entregar resultado e gerar capital”, disse.
No ano passado, os dividendos extras do Itaú somaram R$ 15 bilhões, totalizando R$ 28,7 bilhões em distribuição aos acionistas em 2024, o que corresponde a um payout de 69,4%.
A expectativa do CEO é de que, se houver novamente um excedente de capital nas projeções do banco, o Itaú continue a seguir com a distribuição adicional em 2025.
Porém, o executivo esclareceu que a prioridade do banco é manter a capacidade de crescimento e fazer os investimentos necessários para garantir rentabilidade contínua para os acionistas.
“Sempre nos reservamos ao direito de olhar o cenário, capacidade de crescimento e eventuais investimentos que o banco queira fazer. Esse é o nosso objetivo primário: investir para rentabilizar o capital do acionista. Em tendo algum excesso nas nossas projeções, a expectativa do banco é sim distribuir esse capital”, acrescentou o CEO.
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