Itaúsa (ITSA4) e Itaú Unibanco (ITUB4) vão fazer os acionistas felizes com dividendos polpudos? CEOs revelam o que esperar dos proventos
Já é garantido que os dividendos que a Itaúsa receber do Itaú pingarão direto na conta dos investidores. Mas o que esperar dessas remunerações?

Quando o assunto é Itaúsa (ITSA4) e Itaú Unibanco (ITUB4), o que os investidores mais querem saber é: de quanto será a bolada que vão receber de dividendos? Na manhã desta terça-feira (30), os CEOs da holding e do banco trouxeram uma cor maior sobre o que esperar das distribuições de proventos.
Durante o Panorama Itaúsa, encontro anual com investidores, o CEO da holding, Alfredo Setubal, garantiu que manterá a prática de distribuir “todos os dividendos e proventos recebidos do Itaú Unibanco para os acionistas”.
“Isso faz da Itaúsa uma grande pagadora de dividendos, o que explica nossa ampla base de pessoas físicas na B3 e coloca a Itaúsa entre as cinco maiores empresas pagadoras de dividend yield da bolsa”, afirmou Setubal.
- LEIA TAMBÉM: Palavra do Estrategista: veja como receber gratuitamente a carteira da Empiricus comandada por Felipe Miranda
Os proventos provenientes de outros investimentos, fora do Itaú, porém, costumam ser retidos temporariamente para pagar despesas da holding, amortizar dívidas e financiar programas como o Instituto Itaúsa.
“Sempre procuramos alocar o capital da melhor forma possível, estudando se é mais vantajoso recomprar ações ou pagar dividendos. O objetivo é entregar retorno adequado para os investidores”, acrescentou o presidente.
Dividendos extraordinários do Itaú (ITUB4)
Do lado do Itaú Unibanco, o CEO Milton Maluhy Filho reforçou que a distribuição de dividendos, inclusive dos tão esperados proventos extraordinários, é consequência de uma gestão mais prudente do capital e de resultados consistentes.
Leia Também
Lula ou Flávio Bolsonaro? Veja a ação que pode blindar seus investimentos no segundo turno
“Quando alocamos bem o capital e criamos valor para os clientes, os resultados vêm. O banco é regulado, precisa manter níveis de capital importantes, mas não retém excessos. Com o crescimento do lucro, a expectativa é ter um dividendo adicional relevante no início do ano que vem”, disse Maluhy.
Vale lembrar que o anúncio oficial do montante do dividendo extraordinário do Itaú será feito no início de 2026. Mas, a título de comparação, o banco distribuiu R$ 28,7 bilhões aos acionistas em 2024, sendo R$ 15 bilhões em proventos adicionais, com um payout de 69,4%.
Além da remuneração via proventos, o Itaú também tem realizado recompras de ações, como uma outra forma de distribuir valor aos investidores, numa espécie de “dividendos indiretos”.
Para Maluhy, o ciclo de crescimento e distribuição aos acionistas é virtuoso: rentabilidade acima do custo de capital, gestão prudente do capital mínimo exigido pelo conselho e atenção à alocação estratégica permitem ao banco equilibrar crescimento e retorno ao investidor.
RENDA EXTRA NA CONTA
Enquanto três gatilhos não fazem preço na CPFL (CPFE3), Itaú BBA defende a compra pelos dividendos
1 de outubro de 2026 - 17:45VIRADA À FRENTE
IRB Brasil (IRBR3): mudança tributária abre caminho para dividendos generosos; JP Morgan turbina preço-alvo para ação
1 de outubro de 2026 - 17:28CASA NOVA?
Tenda (TEND3) ‘pega as chaves’ da Faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida; o que a construtora busca no andar de cima
1 de outubro de 2026 - 14:15O QUE AINDA FALTA?
Queridinha do Barsi, Paranapanema (PMAM3) fecha acordo que acaba com boa parte da dívida bilionária, mas recuperação judicial segue
1 de outubro de 2026 - 13:03FUTURO DA 'FILHA DO DIVÓRCIO'
Todo mundo quer a Farm: ações da Azzas 2154 (AZZA3) lideram as altas no Ibovespa com chuva de propostas no radar
1 de outubro de 2026 - 12:38APOSTAS SAÍRAM DO CARRINHO
Com proibição das bets, duas ações do varejo podem ser as mais beneficiadas, mas Eleven faz alerta para a recuperação do setor
1 de outubro de 2026 - 12:12ROXINHO NÃO VAI ÀS COMPRAS?
Nubank (ROXO34) nega compra bilionária de fintech britânica Monzo após tombo em NY; ações sobem forte no pré-mercado
1 de outubro de 2026 - 9:35PANDA BONDS
A operação bilionária da Vale (VALE3) na China: mineradora conta os planos dessa estreia
30 de setembro de 2026 - 19:53BANCOS
Dia cheio no Bradesco (BBDC4): de R$ 3,8 bilhões em JCP a leilão de sobras de ações até o “Pix” internacional
30 de setembro de 2026 - 19:33QUEM SOBE QUANDO OS JUROS CAEM?
JP Morgan aumenta pessimismo com Natura (NATU3) e corta recomendação; veja as varejistas preferidas do banco para surfar o rali eleitoral
30 de setembro de 2026 - 12:10CORTANDO ONDE DÁ
Como o Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) quer transformar uma despesa milionária em fonte de receita em meio à recuperação
30 de setembro de 2026 - 10:53REESTRUTURAÇÃO CORPORATIVA
Raízen (RAIZ4) quer trocar o conselho, mexer no capital e entregar até R$ 35 bilhões em novos papéis aos acionistas
30 de setembro de 2026 - 10:33GOVERNANÇA
CEO bumerangue: por que empresas, como Natura e Ri Happy, trazem antigos líderes de volta — e quando isso vira um sinal de alerta
30 de setembro de 2026 - 6:12CHEQUE EM BRANCO
Do sonho de construir um ‘avião de ponta-cabeça’ ao banco do futuro: o que o CEO da Revolut prevê para o seu dinheiro
29 de setembro de 2026 - 19:42GATILHO BILIONÁRIO
IRB (IRBR3): nova lei reduz impostos e pode liberar vantagem bilionária para a resseguradora
29 de setembro de 2026 - 14:11DANÇA DAS CADEIRAS
Copasa (CSMG3) troca liderança e aumenta poderes do governo de MG com a golden share; entenda as mudanças
29 de setembro de 2026 - 10:21MAIS UMA FRONTEIRA
BTG Pactual (BPAC11) conquista licença de banco no Peru e acelera expansão internacional; veja o que muda
29 de setembro de 2026 - 10:00Marketing Digital
R$ 42,7 bilhões em publicidade digital: Por que as marcas estão indo além do anúncio para conquistar a atenção do público
29 de setembro de 2026 - 9:00RECUPERAÇÃO JUDICIAL
Do Chapter 11 para o 15: o que significa a decisão favorável da Ambipar (AMBP3) nos EUA
28 de setembro de 2026 - 19:34TCHAU OU ATÉ LOGO?