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O Itaú vai divulgar seus resultados nesta terça-feira (5), após o fechamento dos mercados, e lidera como a grande aposta dos analistas para o segundo trimestre; veja as projeções
Tido como a grande estrela do rock das temporadas de balanços dos bancos, o Itaú Unibanco (ITUB4) está mais do que acostumado a dar show trimestre após trimestre. Mas, após tantos espetáculos, o maior banco privado do Brasil será capaz de entregar uma performance à altura das expectativas, ou o resultado começará a desafinar?
O Itaú vai divulgar seus resultados nesta terça-feira (5), após o fechamento dos mercados.
E, mais uma vez, o bancão lidera como a grande aposta dos analistas para a safra de balanços dos bancos no segundo trimestre de 2025 (2T25).
A expectativa é que o Itaú registre um lucro líquido recorrente de R$ 11,369 bilhões no período, o que representaria um crescimento de 12,8% em relação ao mesmo trimestre de 2024 e de 4,3% se comparado ao primeiro trimestre de 2025.
Entre os dados mais aguardados, o ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) é um dos destaques. A previsão é que o Itaú se mantenha entre os bancos com a maior rentabilidade do trimestre, com um ROE estimado em 23,1%, segundo projeções compiladas pelo Seu Dinheiro.
Esse resultado representaria um avanço de 0,7 ponto percentual em relação ao ano passado e um crescimento de 0,6 p.p sobre o primeiro trimestre de 2025.
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Na avaliação de Larissa Quaresma, analista da Empiricus Research, o Itaú (ITUB4) tem chances de ser o melhor balanço dentre os grandes bancos, já que sua carteira de crédito mais conservadora o protege da piora nos indicadores de inadimplência.
A expectativa é que o banco registre um crescimento sequencial nos lucros, impulsionado por uma margem financeira robusta e pelo controle efetivo da qualidade dos ativos.
"Os resultados do Itaú têm sido consistentes e previsíveis ao longo dos trimestres, e acreditamos que isso continuará no 2T25. Esperamos margens estáveis, dado a queda na margem de mercado e a não deterioração significativa da qualidade dos ativos no trimestre", projetou o UBS BB.
Combinando rentabilidade sólida e expansão moderada da carteira de crédito, os analistas projetam que o Itaú deverá gerar capital adicional, reforçando seu poder de fogo no cenário financeiro.
O Goldman Sachs também espera crescimento nos lucros do Itaú, com a margem financeira sustentada por uma sólida performance nas operações com clientes e no mercado.
Outro ponto que chama a atenção dos analistas é o processo de transformação digital em curso no Itaú, especialmente no varejo.
O banco tem planos ambiciosos: até 2028, ele pretende desligar completamente seus sistemas core legados e migrar todos os processos para a nuvem.
Essa transformação trará mais eficiência, com um custo de atendimento mais baixo e uma operação mais competitiva.
O Itaú também estabeleceu uma meta audaciosa: reduzir seu índice de eficiência no varejo, atualmente em 42%, para 35% até 2028.
Isso se traduziria em um banco mais eficiente, com um custo de atendimento mais baixo e uma operação mais competitiva, com potencial para acelerar o crescimento enquanto ainda gera valor aos acionistas.
Embora o otimismo dos analistas seja quase palpável quando o assunto é o balanço do Itaú, o maior banco privado do país também pode enfrentar alguns desafios.
O Safra projeta uma desaceleração no crescimento da carteira de crédito, especialmente no crédito corporativo, impactado pela flutuação cambial.
Além disso, parte do mercado prevê um ligeiro aumento na inadimplência, especialmente entre pessoas físicas e crédito corporativo para pequenas e médias empresas (PMEs).
No entanto, a avaliação geral dos analistas é que, devido à abordagem conservadora do Itaú na concessão de crédito, o banco conseguirá manter o controle sobre a qualidade dos ativos e o custo de risco, minimizando as pressões nesse sentido.
“As habilidades superiores de execução do Itaú, sua característica defensiva diante do cenário macroeconômico deteriorado, os níveis de capital e a previsibilidade dos lucros justificam seu valuation premium”, avaliou o Bank of America (BofA), mantendo recomendação de compra para as ações ITUB4.
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