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A Família Diniz agora detém 10% do capital social da empresa, depois de ter conquistado um assento no Conselho de Administração

Após André Luiz Coelho Diniz conquistar um assento no conselho do Pão de Açúcar (PCAR3) há pouco mais de uma semana, a família Diniz decidiu elevar sua participação na companhia, conforme comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na noite da última quarta-feira (14).
O grupo fundador do Pão de Açúcar — que inclui o novo conselheiro, Alex Sandro Coelho Diniz, Fábio Coelho Diniz, Henrique Mulford Coelho Diniz e Helton Coelho Diniz — alcançou 10% de participação no capital da companhia, o equivalente a pouco mais de 49 milhões de ações. Cada integrante detém 2% da companhia.
As ações fecharam o o pregão desta quinta-feira (15) com alta de 2,12%. Nas máximas do dia, os papéis chegaram a subir 8,79%, a R$ 3,59.
De acordo com o comunicado, não há a intenção de alterar a composição de controle ou a estrutura do Grupo Pão de Açúcar.
Cabe lembrar que no dia 5 deste mês a empresa passou por uma mudança em seu alto escalão. Após uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) convocada pelo empresário Nelson Tanure por meio do fundo Saint German, o então Conselho de Administração da companhia foi destituído.
Assim, Tanure conseguiu um de seus objetivos, mas acabou sofrendo uma derrota: não conseguiu emplacar a nova chapa que havia costurado nos bastidores.
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Dois dos três nomes ligados diretamente a ele, Pedro Borba e Rodrigo Tostes, acabaram retirando suas candidaturas antes da votação, esvaziando a tentativa de consolidar o controle de Tanure sobre a nova composição do conselho. No fim, o nome que o empresário conseguiu emplacar foi o de Sebastián Los.
O investidor Rafael Ferri, que havia adquirido uma participação de 5,86% na companhia semanas antes da AGE, se destacou ao obter a maior votação individual entre os candidatos ao conselho: foram 320,8 milhões de votos, suficientes para garantir uma das nove vagas disponíveis.
A eleição foi realizada por meio do sistema de voto múltiplo, adotado a pedido dos acionistas durante a assembleia.
Logo depois, o Ferri reduziu sua participação no GPA (PCAR3) para um nível abaixo de 5%.
Muito conhecido dos pequenos investidores da bolsa nas redes sociais, Ferri já popularizou entre os 'sardinhas' teses de investimento como a da empresa de educação Cogna, além da Casas Bahia quando ainda se chamava Via Varejo.
No passado, Ferri chegou a ser condenado pela CVM por manipulação de mercado no caso da chamada "bolha do alicate", como ficou conhecida a valorização e posterior queda da empresa de utensílios domésticos Mundial.
Os outros nomes eleitos ao conselho do GPA foram: Marcelo Pimentel (atual CEO), Ronaldo Iabrudi, Christophe Hidalgo, Helene Bitton e Líbano Barroso.
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