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Alves, que também era diretor de relações com investidores, entrou na PDG em 2013 como diretor regional e atuou durante a recuperação judicial da companhia
A PDG Realty (PDGR3) anunciou em fato relevante, nesta quinta-feira (30), que não irá renovar o contrato do CEO e diretor de relações com investidores, Augusto Alves dos Reis Neto, que agora será destituído dos dois cargos. Em seu lugar, Maurício Tiso de Souza assumirá a presidência e a diretoria de relações com investidores da PDG.
A decisão foi formalizada pelo conselho de administração da companhia com a aprovação do mandato de dois anos para Tiso, que passa a exercer suas funções a partir de hoje.
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Maurício Tiso de Souza é graduado em Ciências Contábeis e possui um MBA pelo IBMEC. Com vasta experiência em diferentes segmentos, Tiso atua no mercado de propriedade fracionada — modalidade em que várias pessoas compartilham a propriedade de um mesmo imóvel, principalmente no segmento de turismo no Brasil, desde 2018.
Ele era diretor operacional da Lana Development, empresa americana do setor.
“Seu repertório profissional abrange diversos setores, incluindo varejo, imobiliário, turismo e indústria, promovendo uma sólida rede de alianças com instituições bancárias, empresas de investimento, agências de consultoria e stakeholders importantes do setor”, afirma a PDG.
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“A administração confia que sua experiência e dedicação já comprovadas contribuirão de forma significativa para as atividades da companhia nesta nova fase.”
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Augusto Alves entrou na PDG em 2013 como diretor regional, responsável pelas regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste. Também foi diretor de operações da incorporadora.
Foi durante sua passagem pela companhia que a PDG Realty enfrentou uma recuperação judicial, entre os anos de 2017 e 2021. Até hoje, no entanto, a incorporadora passa por uma reestruturação financeira, após sair da RJ, com dívidas de mais de R$ 5 bilhões.
Nesta semana, os acionistas da PDG aprovaram uma proposta de retificação do fator de grupamento das ações da companhia.
A decisão foi tomada após uma reunião realizada em segunda convocação, com o objetivo de ajustar a proporção de ações a serem grupadas.
Depois de aprovar uma primeira proposta de grupamento de ações em julho do ano passado, a segunda maior empresa do setor imobiliário do Brasil tentou emplacar junto aos acionistas um novo fator de grupamento, que foi rejeitado em assembleia.
Na ocasião, o fator proposto de 250 ações para formação de 1 ação foi considerado excessivo pelos acionistas.
Com as ações custando apenas R$ 0,01, a PDG tem lutado para deixar de ser penny stock, termo em inglês para apontar uma ação negociada por centavos.
Em 2024, as ações PDGR3 acumularam queda de 97,78% na B3. Atualmente, a incorporadora vale aproximadamente R$ 17,43 milhões na bolsa.
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