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A companhia registrou prejuízo de R$ 26 milhões do terceiro trimestre depois de perdas de R$ 592 milhões no mesmo período de 2024, uma redução de 96%
A Braskem (BRKM5) é o grande destaque entre as ações negociadas no Ibovespa nesta terça-feira (11). Os papéis da petroquímica lideram os ganhos do principal índice da bolsa brasileira, com ganhos que superam os 15%.
Os investidores reagem positivamente ao balanço da companhia, além do acordo com Alagoas e rumores de venda da fatia da empresa detida pela Novonor.
A companhia registrou prejuízo de R$ 26 milhões do terceiro trimestre (3T25), em comparação com prejuízo de R$ 592 milhões no mesmo período de 2024, segundo balanço divulgado na madrugada desta terça-feira (11). A redução das perdas foi de 96% na comparação anual.
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A petroquímica apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente de R$ 818 milhões, em comparação com R$ 2,39 bilhões registrado entre julho e setembro do ano passado.
A Braskem também fechou acordo com o Estado de Alagoas relacionado ao evento geológico ocorrido na região, prevendo pagamento total de R$ 1,2 bilhão.
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Desse montante, a empresa informou que R$ 139 milhões já foram pagos e que já havia provisionado R$ 467 milhões em exercícios anteriores para indenização de danos patrimoniais à Alagoas.
Além disso, o impasse sobre a fatia que a Novonor detém na Braskem pode estar se aproximando de uma resolução. Segundo informações da agência de notícias Bloomberg, a ex-Odebrecht está em negociações avançadas com a IG4 Capital para venda de sua participação na petroquímica.
Para os analistas, a Braskem entregou um conjunto misto de resultados no 3T25. Na avaliação do Safra, o prejuízo líquido de R$ 26 milhões ficou “aproximadamente no ponto de equilíbrio” na comparação com o esperado pelo banco, “refletindo a melhoria do desempenho operacional e um maior registro de créditos fiscais, parcialmente compensado por despesas financeiras mais elevadas”.
Os analistas Conrado Vegner e Vinícius Andrade destacaram um avanço na resolução de incertezas jurídicas com o acordo firmado com o Estado de Alagoas.
“Embora o acordo não alivie a pressão de longo prazo sobre o fluxo de caixa da Braskem, ele reduz as incertezas jurídicas, melhora a visibilidade para os investidores e remove uma fonte de insegurança, já que havia indicações de que o Estado de Alagoas poderia solicitar um valor muito mais alto”, escreveu a dupla em relatório.
O banco tem recomendação neutra para BRKM5 com preço-alvo de R$ 18 — o que representa um potencial de 175,2% sobre o preço de fechamento da última segunda-feira (11). Ontem, a ação encerrou cotada a R$ 6,54.
Já o UBS BB afirmou que os resultados foram “fracos”, em meio a um cenário industrial desafiador que continua a persistir.
“Enquanto um retorno a spreads de meio de ciclo parece fora do radar de curto prazo, o consumo de caixa nos 9M25 (nove meses de 2025) já atingiu US$ 1,1 bilhão, reforçando uma das nossas principais preocupações com a tese”, afirmaram os analistas Tasso Vasconcellos, Matheus Enfeldt e Victor Modanese.
Por outro lado, o trio destaca que cinco fatores ajudam a reduzir o risco da petroquímica: projeto de lei Reiq/Presiq no Congresso; notícias sugerindo uma resolução da estrutura acionária; medidas antidumping; o acordo anunciado com o Estado de Alagoas com um longo cronograma de pagamento; e tarifas de importação renovadas durante o trimestre.
“Juntos, esses fatores permanecem como pré-condições para um retorno à geração de caixa em um futuro previsível.”
Os analistas, porém, acrescentaram que “embora o progresso tenha começado a se materializar”, eles continuam a “ver um caminho que pode enfrentar volatilidade e incerteza significativas”.
O banco, assim como o Safra, tem recomendação neutra para BRKM5 e preço-alvo de R$ 10 nos próximos 12 meses — o que representa um potencial de 52,9% sobre o preço de fechamento da última segunda-feira (11).
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