🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

BALANÇO DOS BALANÇOS

Banco do Brasil (BBAS3) numa ponta e Itaú (ITUB4) na outra: após resultados do 2T25, o investidor de um destes bancos pode se decepcionar 

Depois dos resultados dos grandes bancos no último trimestre, chegou a hora de saber o que o mercado prevê para as instituições nos próximos meses

Camille Lima
Camille Lima
19 de agosto de 2025
7:03 - atualizado às 10:22
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11
Imagem: Divulgação / Montagem: Bruna Martins

Agora que a temporada de balanços dos grandes bancos chegou ao fim e os investidores podem, enfim, respirar, é hora de olhar para trás e assimilar o que aconteceu — e entender quem foram os vencedores e perdedores da safra do segundo trimestre (2T25).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tido como um dos grandes perdedores da temporada, o Banco do Brasil (BBAS3) foi o único entre os grandes bancos a registrar uma queda robusta tanto em lucratividade quanto em rentabilidade — e a administração já revelou que o investidor pode se decepcionar outra vez nos próximos meses.

De volta aos balanços dos outros bancos, quem mais se aproximou dos patamares — e do mal-estar causado ao mercado — do BB foi o Santander (SANB11), que também enfrentou pressões no trimestre devido ao aumento das provisões e margens mais comprimidas.

No extremo oposto, o Itaú Unibanco (ITUB4) elevou a régua outra vez com uma sequência de números fortes entre abril e junho, com direito a um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) superior a 23%. 

O Bradesco (BBDC4) também esteve em bons termos com o mercado após o resultado, com avanço na recomposição da rentabilidade, mas ainda aquém dos patamares dos pares privados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira os principais resultados dos grandes bancos no 2T25:

EmpresaLucro líquido (% a/a)Rentabilidade/ROE - (% a/a)
Santander Brasil (SANB11)R$ 3,659 bilhões (+9,8%) 16,4% (+0,8 p.p.)
Banco Bradesco (BBDC4)R$ 6,067 bilhões (+28,6%)14,6% (+3,2 p.p.)
Itaú Unibanco (ITUB4)R$ 11,5 bilhões (+14,3%)23,3% (+0,9 p.p.)
Banco do Brasil (BBAS3)R$ 3,784 bilhões (-60,2%) 8,4% (-13 p.p)
Fonte: Balanços enviados à CVM.
*Dados do Nubank em base neutra de câmbio.

Banco do Brasil (BBDC4): do you get déjà vú?

Antes fosse déjà vù, mas não é. De novo, o Banco do Brasil (BBAS3) frustrou as expectativas já baixas com o balanço fraco no segundo trimestre, com direito a tombo no lucro e à rentabilidade (ROE) mais baixa em décadas, além de um corte no payout de dividendos.

Leia Também

Como das últimas vezes, os resultados mais fracos foram reflexo de uma grande pressão vinda da inadimplência e das provisões da carteira do agronegócio. 

Porém, nesta safra, houve também outros “vilões”: a inadimplência no portfólio corporativo, especialmente micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), e a leve alta dos atrasos na carteira de pessoa física.

Depois do tombo no resultado, os diretores do Banco do Brasil já sinalizaram que o banco será mais conservador nas concessões de crédito daqui para frente. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Acontece que a CEO Tarciana Medeiros alertou para uma nova decepção, com um resultado mais estressado no terceiro trimestre devido ao vencimento de operações do agronegócio em julho, agosto e setembro.

Segundo Medeiros, o BB deve começar a dar sinais de melhora a partir do quarto trimestre, para trabalhar na retomada do crescimento da rentabilidade a partir de 2026.

Porém, o diretor financeiro (CFO), Geovanne Tobias, já foi direto e disse para os investidores não esperarem uma rentabilidade perto do que o banco entregava em 2024. Segundo ele, este ano será de ROE a níveis low teens, isto é, dois dígitos baixos.

A XP Investimentos também prevê que a inadimplência deve continuar a atrapalhar no próximo trimestre. A corretora alerta que julho trouxe novas pressões, aumentando a incerteza sobre quando a recuperação do BB realmente vai começar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A queda na qualidade do crédito era esperada, mas os desafios persistentes no agronegócio e em outros segmentos geram preocupação sobre o ritmo de recuperação nos próximos trimestres”, afirmam os analistas.

Para os analistas do BTG Pactual, a deterioração do Banco do Brasil veio de “elevador”, mas a recuperação deverá “subir de escada”. 

Na semana passada, o Banco do Brasil também anunciou revisões no guidance (projeções) para 2025. 

Acontece que, para o Citi, os desafios do BB persistem e o guidance parece "otimista demais". Os analistas avaliam que o banco deva atingir apenas o limite inferior das faixas das projeções.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Balanço do Santander (SANB11) no 2T5 aciona sinal amarelo

O Santander Brasil (SANB11) também acionou um sinal de alerta no mercado após entregar um resultado abaixo das expectativas no segundo trimestre de 2025, com pressões relevantes do aumento das provisões e de margens mais comprimidas.

Para o BTG Pactual, o 2T25 do Santander foi "um fracasso" em relação às expectativas — e as tendências futuras do banco parecem ter se tornado mais desfavoráveis, apesar do valuation barato. 

A combinação de empréstimos mais fracos, queda nos resultados de tesouraria e aumento das provisões para perdas com empréstimos foram apontadas como as principais responsáveis pelo resultado aquém do esperado.

Agora, a expansão mais lenta da carteira de crédito e as crescentes preocupações com a deterioração da qualidade dos ativos no futuro pesam sobre as perspectivas do banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, a XP destacou a disciplina no controle de custos, com cortes nas despesas e melhoria no índice de eficiência, além da maior seletividade nas concessões de empréstimos.

No entanto, os analistas preveem uma extensão da pressão sobre a margem de mercado do Santander nos próximos meses — pelo menos, pelo terceiro trimestre. 

Ainda que também esteja de olho no foco do banco em ganhos de rentabilidade, o que é positivo para os próximos balanços, o JP Morgan afirma que volumes fracos eventualmente podem prejudicar os resultados futuros da margem financeira do Santander.

Bradesco (BBDC4) e a falta do “algo a mais”

Embora esteja entre os destaques positivos da safra de balanços de bancos do segundo trimestre, o Bradesco (BBDC4) ficou devendo aos investidores que estavam na expectativa de ver outra vez aquele “algo a mais” no resultado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em termos gerais, a avaliação do mercado sobre o balanço foi positiva, apesar das pressões em algumas linhas de resultado. Porém, não teve nada de espetacular.

Segundo o BTG Pactual, o Bradesco apresentou um desempenho razoável, com expansão da receita, recuperação gradual da rentabilidade, aumento nos empréstimos e na margem financeira líquida.

Para os analistas, esses resultados devem criar um efeito de “carry over” positivo para a continuidade da melhoria nos resultados no segundo semestre e em 2026.

Contudo, o BTG avalia que o Bradesco ainda enfrenta incertezas quanto ao futuro. Embora os resultados superem as expectativas, a transformação digital do banco está atrasada se comparada ao principal concorrente, o Itaú (ITUB4). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, ainda paira a dúvida sobre quanto ROE adicional pode ser realmente gerado por programas de crédito subsidiados pelo governo, que têm sido um foco importante do Bradesco nos últimos tempos.

Mesmo assim, o Itaú BBA avalia que a história de recuperação do Bradesco segue no caminho certo e que o forte ritmo da margem financeira líquida cria um momentum positivo para o segundo semestre e para 2026. 

Já o BB Investimentos (BB-BI) prevê que a retomada da rentabilidade do Bradesco poderá ser mais visível nos próximos trimestres, à medida que o mix de crédito se torne mais favorável, as despesas continuem controladas e a reestruturação mostre efeitos. 

Itaú (ITUB4): o “estado da arte” dos bancos

O Itaú Unibanco (ITUB4) entregou mais um show de resultados no segundo trimestre, com um novo recorde de lucro líquido, expansão da rentabilidade e revisão positiva do guidance para 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a XP, os destaques ficaram para a expansão de margens, crescimento da carteira de crédito e a sólida receita de tarifas. A margem financeira com clientes (NIM) foi outro ponto positivo, voltando a níveis de dois dígitos, o que não se via desde 2019.

Para o BTG Pactual, o Itaú está “subindo o sarrafo”, demonstrando outra vez seu forte poder de geração de lucro. 

Mesmo com o resultado forte do segundo trimestre, o BTG vê ainda mais potencial de crescimento, especialmente devido à sua transformação digital, que deve reduzir custos, aumentar a eficiência e abrir espaço para crescimento sustentável até 2028. 

“Embora esses ganhos de eficiência possam não se traduzir diretamente em um ROE mais alto, preservar retornos elevados enquanto acelera o crescimento e reinveste em tecnologia e experiência do cliente continua sendo um bom resultado, e acreditamos que há espaço para que o preço da ação do Itaú seja reavaliado”, preveem os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na leitura do BTG, ainda há muito mais por vir pela frente. Segundo os analistas, estamos nos aproximando de uma mudança na narrativa em relação à eficiência e ao crescimento do banco, cujos ganhos podem levar a ação ITUB4 a atingir novos patamares de preço.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AUTOMÓVEIS

Fim da euforia dos carros elétricos? Stellantis nada contra a maré e revive motores a diesel na Europa elétrica

15 de fevereiro de 2026 - 16:02

Montadora recalibra estratégia após freio nas vendas de elétricos e pressão da concorrência chinesa; entenda a nova cartada da Stellantis na Europa

A CRISE SE APROFUNDA...

Membros do conselho do Banco de Brasília (BRB) apadrinhados por Ibaneis Rocha e Reag renunciam ao cargo

15 de fevereiro de 2026 - 9:15

Ambas as indicações atribuídas ao fundo da Reag constavam na ata da reunião na qual os conselheiros foram eleitos, em março de 2025

CONVERSÃO DE DÍVIDA

Cosan (CSAN3) e Shell apresentam propostas para aumento de capital da Raízen (RAIZ4), diz jornal: entenda o que está na mesa

14 de fevereiro de 2026 - 10:50

A Cosan (CSAN3) e o BTG Pactual (BPAC11), por meio de fundos, apresentaram uma proposta à Shell de reestruturação da Raízen. Já a inglesa Shell devolveu com um novo plano

WILL BANK

Tem até R$ 1 mil no will bank? Veja como receber o dinheiro de volta direto pelo aplicativo

14 de fevereiro de 2026 - 10:00

Fundo Garantidor de Crédito (FGC) vai antecipar o pagamento de até R$ 1 mil a credores do will bank pelo app do banco; veja o passo a passo para resgate

VENTOS FAVORÁVEIS

O bilhão da virada: Log (LOGG3) anuncia negócio histórico e JP Morgan ainda vê potencial de 21% de alta para as ações

13 de fevereiro de 2026 - 19:37

LOGG3 foi promovida para “compra” com preço-alvo em R$ 34; banco cita o início do ciclo de cortes na taxa básica como um dos principais gatilhos para o papel

GLOW UP

Depois de melhor ano da história, Riachuelo (RIAA3) irá retomar expansão de lojas em 2026 — conheça os planos da varejista

13 de fevereiro de 2026 - 17:30

Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro. 

TELECONFERÊNCIA COM ANALISTAS

Vale (VALE3): superamos todas as metas previstas para 2025, diz CEO – veja o que impulsionou o resultado, apesar da queda do preço do ferro

13 de fevereiro de 2026 - 16:59

Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25

DO TOMBO AO TOPO

A redenção da Eneva (ENEV3): após derreter na bolsa, ação lidera ganhos do Ibovespa com novos valores para leilão. Vale comprar agora? 

13 de fevereiro de 2026 - 14:32

Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva

DESAGRADOU MESMO?

Vale (VALE3) teve resultado sólido no 4T25, segundo analistas. Por que o mercado pune a mineradora e as ações caem mais de 1%?

13 de fevereiro de 2026 - 11:44

Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano

DESVALORIZADA

A conta do rebaixamento da Raízen (RAIZ4) chegou e é de R$ 11 bilhões: entenda o que motivou o impairment

13 de fevereiro de 2026 - 11:26

Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento

MOMENTO DELICADO

Prestes a ser privatizada, Copasa (CSMG3) vê renúncia de presidente do conselho após delação premiada relacionada à Aegea

13 de fevereiro de 2026 - 10:47

A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa

BALANÇO

IRB (IRBR3) lucra mais e promete a volta dos dividendos — mas fantasma da fraude reaparece com cobrança milionária de investidores

13 de fevereiro de 2026 - 9:59

Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas

BALANÇO DO 4T25

Vale (VALE3) tem prejuízo líquido de US$ 3,844 bilhões no 4T25, mas papéis sobem no after em Nova York

12 de fevereiro de 2026 - 20:38

Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério

EFEITO DOMINÓ

S&P acende sinal amarelo após rebaixamentos da Raízen (RAIZ4) e muda perspectiva da Cosan (CSAN3) para negativa

12 de fevereiro de 2026 - 17:50

Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora

PRESSÃO NA CARTEIRA

A inadimplência do Banco do Brasil (BBAS3) subiu — e Novonor, ex-Odebrecht, é responsável por R$ 3,6 bilhões, diz site

12 de fevereiro de 2026 - 17:07

Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times

PROVENTOS NO RADAR

Ambev (ABEV3) sobe mais de 4% apesar do lucro menor no 4T25; dividendos entram na conta. Vale comprar agora?

12 de fevereiro de 2026 - 16:10

Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço

MELHOR ANO DA HISTÓRIA

Riachuelo (RIAA3): Após números do 4T25 baterem expectativas, é hora de comprar?

12 de fevereiro de 2026 - 16:07

As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda

TROCA DE MÃOS

Petrobras decide não exercer direito de preferência pela Braskem (BRKM5): quem é a IG4, nova controladora da petroquímica

12 de fevereiro de 2026 - 15:05

A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação

A FATURA DA CRISE

A conta do Master chegou: Banco do Brasil (BBAS3) vai desembolsar R$ 5 bilhões para socorrer o FGC, diz diretor

12 de fevereiro de 2026 - 14:31

FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB

VEM A VIRADA?

Esqueça o ROE de 20%: “Sabíamos que seria impossível”, diz diretor do Banco do Brasil (BBAS3) — ele também afastou o sonho de dividendos extraordinários

12 de fevereiro de 2026 - 13:51

Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar