O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Juntos, os acionistas somam quase 30% de participação no grupo e são importantes para aprovar ou recusar as propostas feitas pelo fundo controlado por Tanure
A novela que tem Nelson Tanure e o Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) como protagonistas se desenvolve com fortes sinais de conclusão com o empresário vitorioso. Após o pedido de assembleia geral extraordinária (AGE) feito pelo fundo controlado por Tanure — que é sócio minoritário —, dois nomes relevantes sinalizaram que apoiam a convocação.
Segundo fato relevante do GPA na noite anterior (1º), os acionistas Casino e Ronaldo Iabrudi manifestaram seu apoio à convocação da AGE e às propostas para destituir todo o atual conselho de administração para fixar uma nova chapa.
Na segunda-feira (31), após a convocação da assembleia, as ações do Pão de Açúcar subiram 13,60%. Nesta quarta-feira (02), os papéis PCAR3 quase dobram a aposta e sobem 25,08%, negociando a R$ 3,76 e liderando as altas do Ibovespa, por volta das 14h12 (horário de Brasília). No acumulado do ano, a valorização chega a 21,3% até a véspera.
A assembleia foi solicitada no último dia 30, pelo Saint German FIM, fundo da Trustee DTVM, que é controlada por Tanure. Estima-se que, considerando toda a posição em derivativos e a participação de 5,7% nas ações do GPA, o fundo possui cerca de 10% da empresa.
Já o Casino detém, indiretamente, 22,5% da companhia, enquanto Iabrudi detém 5,47% dos papéis do grupo, segundo informações do Valor Econômico.
Em nota enviada ao Seu Dinheiro, Tanure declarou que os demais acionistas acolheram sua proposta e que espera contribuir para o Grupo Pão de Açúcar da mesma forma que tem feito com outras companhias.
Leia Também
“Esperamos contribuir com o Grupo Pão de Açúcar da mesma forma que temos feito em outras companhias. A acolhida por parte dos demais acionistas foi das mais encorajadoras desde o primeiro momento e não temos dúvida de que há muito a realizar e a conquistar nos próximos anos”, diz a nota.
Tanure é conhecido por ter uma gestão ativa nas companhias nas quais é acionista.
Em seu rol de participações, figuram desde casos de sucesso empresarial como o turnaround na Prio (PRIO3), como também participações mais controversas, como a disputa societária na Gafisa (GFSA3) e uma suposta posição relevante na Ambipar (AMBP3).
Uma das propostas da Trustee é a destituição integral do atual corpo administrativo do Pão de Açúcar para a eleição de novos membros. A gestora ligada a Tanure também quer discutir a reestruturação do colegiado, fixando em nove cadeiras o número de conselheiros — mesmo total em vigor — para um novo mandato unificado de dois anos.
Hoje, o estatuto do Pão de Açúcar determina que o conselho seja composto por no mínimo três conselheiros e possa atingir, no máximo, 12 membros.
Para a eleição do conselho de administração, o fundo da Trustee também propõe que seja realizada pelo sistema de chapas. A proposta da gestora é a seguinte:
Nos termos da proposta, o novo conselho terá dois representantes indicados por Nelson Tanure: Pedro de Moraes Borba e Rodrigo Tostes Solon de Pontes.
Assim, apenas três membros atuais seriam mantidos no conselho da varejista. Um deles é o atual CEO do GPA, Marcelo Pimentel. Os outros dois são acionistas de referência do Pão de Açúcar.
A proposta prevê que Ronaldo Iabrudi seria indicado ao cargo de presidente do conselho (chairman). Enquanto isso, Cristophe Hidalgo ocuparia a posição de vice-presidente do colegiado.
"Nelson Tanure acredita que a maximização do valor e do retorno aos acionistas deve ser o objetivo central. E vislumbra imenso potencial nesta direção", disse a assessoria, em nota.
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura