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Empresa do grupo Simpar (SIMH3) foi notificada pela B3 e terá que apresentar um plano para reenquadrar a cotação dos papéis
A Automob (AMOB3) afirmou na sexta-feira (14) que recebeu uma notificação da B3 comunicando que suas ações permanecem cotadas abaixo de R$ 1.
Agora, a nova empresa do grupo Simpar (SIMH3) terá que apresentar um plano para reenquadrar a cotação de suas ações e tirá-las da casa dos centavos até 31 de julho.
Em fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia vai propor um grupamento de ações para elevar o valor de seus papéis acima do patamar de R$ 1.
A empresa pretende realizar uma reunião do conselho de administração até 25 de março de 2025 para discutir a proposta de grupamento, que será então apresentada para aprovação dos acionistas na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGOE).
A proporção do grupamento de ações, no entanto, não foi revelada pela companhia.
A Automob ressaltou que o cronograma proposto é preliminar e poderá ser ajustado conforme a proposta de grupamento a ser aprovada pelo conselho de administração.
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Entre os pontos que serão definidos estão a proporção do grupamento, o tratamento das frações de ações resultantes do processo e a adequação do estatuto social da companhia.
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Em 16 de dezembro, a Automob se tornou a primeira empresa do setor de concessionárias a ser listada na B3, se juntando às outras três companhias operacionais do grupo Simpar e a própria Simpar, cujas ações já são negociadas no Novo Mercado da bolsa.
As ações AMOB3 da empresa estrearam na bolsa com disparada de 217%, a R$ 0,47. Mas de lá para cá, tombaram 42,55%, a R$ 0,27, ainda distante do R$ 1.
A Automob é resultante da reorganização da Vamos (VAMO3), que consistiu na divisão das operações de locação e concessionária.
Para isso, a Vamos Concessionária comprou a participação de 35,5% da Simpar na Automob por R$ 1 bilhão. As duas empresas foram integradas, dando origem a uma nova companhia independente listada no Novo Mercado, também batizada como Automob.
A empresa concentra as operações de vendas e serviços de concessionárias de veículos leves, caminhões, linhas amarela e verde do Grupo Simpar. Já a Vamos retoma o seu DNA e volta a ser uma empresa de locação.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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