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A companhia fará um investimento de US$ 160 milhões na nova unidade que terá parceria com a Halal Products Development Company (HPDC)
A BRF (BRFS3) resolveu não tirar folga no feriado de Tiradentes e anunciou um investimento de US$ 160 milhões em uma nova fábrica de alimentos na Arábia Saudita, em parceria com a Halal Products Development Company (HPDC).
A empresa é uma subsidiária do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF). A nova planta de alimentos processados será construída em Jeddah, na Arábia Saudita.
Com capacidade de produção de cerca de 40 mil toneladas por ano, a fábrica terá, inicialmente, a produção destinada principalmente ao mercado saudita, com possibilidade de exportação para outros países da região.
A intenção da BRF é simples: o projeto permitirá à empresa aumentar a produção local de 17 mil para até 57 mil toneladas ao ano, capturando a demanda crescente do mercado da região e de contas globais.
A construção também marca a parceria estratégica entre a empresa brasileira e a Arábia Saudita. A nova operação será a sétima unidade de produção da BRF no Oriente Médio e a terceira na Arábia Saudita.
Programada para entrar em operação em meados de 2026, a planta foi concebida para possibilitar uma ampliação futura, permitindo dobrar a capacidade inicial.
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A expectativa é que a planta gere mais de 500 empregos diretos na região e contará, inicialmente, com matéria-prima brasileira.
O cronograma de investimento tem execução planejada para 2025 e 2026, com desembolso de aproximadamente US$ 63 milhões em 2025 e US$ 98 milhões em 2026.
O anúncio ocorre poucos meses após a BRF estrear oficialmente na produção de frango halal na Arábia Saudita.
"Jeddah é a segunda maior cidade da Arábia Saudita e sua localização estratégica permite melhor acesso ao mercado consumidor e aos parceiros comerciais. Estamos muito atentos às oportunidades no país", afirma Marquinhos Molina, CEO da BRF Arábia.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Money Times
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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