O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A convocação ocorre após 80 credores apresentarem objeções ao plano de recuperação judicial da AgroGalaxy; veja o que determinou a Justiça
A AgroGalaxy (AGXY3) finalmente tem uma data para sua assembleia geral de credores, marcada pela Justiça em meio a intensos debates sobre seu plano de recuperação judicial.
A assembleia foi convocada em formato híbrido para os dias 31 de março (primeira convocação) e 9 de abril (segunda convocação), ambas às 13h30.
A juíza Alessandra Gontijo do Amaral, da 19ª Vara Cível e Ambiental da Comarca de Goiânia, também tomou uma série de outras decisões no processo de recuperação judicial do grupo, que acumula dívidas de R$ 4,6 bilhões desde setembro de 2024.
A convocação ocorre após 80 credores — incluindo bancos, fornecedores de insumos agrícolas, empresas de transporte, companhias de energia e distribuidoras — apresentarem objeções ao plano de recuperação judicial da AgroGalaxy.
Na reunião, os credores vão discutir sobre a aprovação, rejeição ou modificação do plano, a constituição do Comitê de Credores e qualquer outra matéria que possa afetar seus interesses.
A decisão da juíza também não concedeu os pedidos de nulidade do plano, reforçando que cabe à assembleia decidir sobre seu conteúdo.
Leia Também
"No procedimento recuperacional, é a assembleia o órgão competente e incumbido de deliberar sobre o plano, sendo que a eventual discordância ou, até mesmo, pontual ilegalidade deverá passar pelo crivo dos credores", escreveu.
Quanto aos bancos credores, a juíza manteve parcialmente a tutela de urgência concedida no início do mês passado, porém afastou os efeitos sobre créditos garantidos por cessão fiduciária de recebíveis e de grãos, reconhecendo a “natureza extraconcursal”.
Isso favorece instituições como Banco do Brasil, Itaú, Banco ABC, Daycoval e Citibank, que disputavam judicialmente o direito de reter os recebíveis cedidos fiduciariamente.
Além disso, a juíza determinou que a CHS Agronegócio entregue os produtos comprados pela AgroGalaxy (AGXY3) antes do pedido de recuperação judicial, protocolado em setembro do ano passado.
A CHS, uma das maiores cooperativas agroindustriais do mundo, alegava que a liberação dos insumos dependia da emissão de Cédulas de Produtor Rural (CPRs) como garantia.
No entanto, a Justiça considerou que a operação se concretizou sem essa exigência, como foi demonstrado por notas promissórias e e-mails apresentados pela AgroGalaxy.
A juíza também rejeitou os embargos de declaração da Equatorial Pará Distribuidora de Energia, que buscava limitar a proibição de corte de energia apenas às faturas vencidas antes da recuperação judicial. A decisão foi mantida sem alterações.
Quanto ao pedido de prorrogação do período de blindagem (stay period) por mais 180 dias, a partir de 17 de março de 2025, a juíza solicitou que a Administração Judicial se manifeste sobre o pedido em 72 horas antes de tomar uma decisão final.
A AgroGalaxy (AGXY3) entrou com pedido de recuperação judicial em meados de setembro de 2024, com a reestruturação de débitos com credores aceita pela Justiça em outubro, listando dívidas de R$ 4,6 bilhões.
Desde então, a varejista de insumos agrícolas fechou metade de suas lojas e cortou 40% dos funcionários.
Ainda não se sabe em que pé estão as finanças da companhia hoje, já que o balanço do quarto trimestre está marcado para ser divulgado apenas em 27 de março.
No entanto, é possível relembrar os últimos resultados da AgroGalaxy no 3T24. Veja os destaques:
Para tentar equilibrar as contas e reforçar a liquidez, a empresa aposta na venda de uma carteira de dívidas vencidas de R$ 760 milhões e na retomada das operações do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Terra Magna.
A assembleia geral de credores será determinante para o futuro da companhia.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas
A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth