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No dia internacional do café, conheça os diferentes métodos que mostram como a bebida mais amada do Brasil pode ganhar sabores e aromas únicos em cada preparo

Pode ser com açúcar ou sem. Ou talvez com algumas poucas gotas de adoçante. Hoje, 1º de outubro, é o Dia Internacional do Café.
Criada em 2015 pela OIC (Organização Internacional do Café), a data celebra a bebida que é símbolo de tradição, cultura e sabor — principalmente no Brasil, onde o produto está presente na rotina de 98% dos brasileiros.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o Brasil é o segundo maior consumidor de café do mundo — perde apenas para os Estados Unidos, onde são consumidas 4,1 milhões de sacas por ano. Entretanto, ao comparar o consumo per capita, os EUA ficam para trás, com 4,9 kg por habitante ao ano.
A cultura cafeeira é tão forte que a bebida é a segunda mais consumida no mundo, ficando atrás apenas de uma essencial para a sobrevivência (embora muitos digam que o café também é): a água.
Com tanto consumo ao redor do globo, é fato que o modo de preparo teria diversas variações que trariam características únicas no sabor e nos nuances da bebida. Do grão à xícara, confira a seguir 10 diferentes tipos de preparo do café.
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Talvez o método mais comum nas casas brasileiras. Basta o filtro de papel, o pó e a água quente. Primeiro, vem a pré-infusão: um pouco de água sobre o café e 30 segundos de espera. Depois, é só despejar o restante do líquido em fio contínuo. O coador retém os sólidos, deixando a bebida mais leve, adocicada e com acidez perceptível.

O clássico dos clássicos. O spresso é feito sob pressão: os grãos são moídos na hora e passam por uma força de 9 bares na máquina, com a água aquecida a cerca de 90 °C. O resultado é um café encorpado, de aroma intenso e sabor marcante — com aquela crema consistente que conquista os apaixonados pela bebida.

Visualmente parecido com o café coado tradicional, mas com um diferencial: as ranhuras em espiral e a abertura maior. O preparo inclui escaldar o filtro antes, para retirar impurezas, e depois adicionar a água (entre 92 °C e 96 °C) em movimentos circulares. O resultado é um café delicado, suave e com todas as nuances bem evidentes.

Direto da tradição italiana. A água vai na base da cafeteira de ferro, até a válvula de segurança, e o pó de moagem média fica no compartimento central. Com o aquecimento, o líquido ganha pressão, sobe, encontra o café e é impulsionado para a parte superior. O resultado é um café encorpado, intenso e de final marcante.

A prensa francesa dispensa filtros de papel. A moagem precisa ser mais grossa, já que a filtragem acontece por meio de uma tela metálica. A bebida fica em infusão por cerca de quatro minutos antes do êmbolo separar o pó do líquido. O resultado: um café encorpado, que preserva os óleos essenciais e entrega aroma e sabor na medida.

Um clássico brasileiro que atravessa gerações. O filtro de algodão em formato cônico, preso a um aro de metal, prepara um café cremoso, de sabor completo e que remete às lembranças de família. Simples e tradicional, é uma das formas mais afetivas de se tomar café no país.

Um dos métodos mais antigos do mundo, feito em um cezve — pequena panela de cobre ou latão. O pó finíssimo se mistura à água com especiarias e vai ao fogo, chegando à ebulição até três vezes. Depois, descansa para que ocorra a sedimentação. O resultado é uma bebida espessa, não filtrada, de sabor intenso e adocicado.
Há também a tradição de preparar o café em uma panela com areia aquecida, aproveitando a capacidade desse material de conduzir o calor. A areia envolve o cezve de maneira uniforme, permitindo um aquecimento lento e controlado.

Design icônico em formato de ampulheta, com jarra de vidro e anel de madeira. O filtro grosso, de tripla camada, retém óleos e impurezas, deixando a bebida pura, limpa e com sabor delicado. É um dos métodos preferidos de quem busca suavidade e clareza nos sabores do café.

Aqui, ciência e café andam juntos. A cafeteira Globinho funciona com dois globos de vidro, aproveitando a transferência térmica a vácuo. O processo resulta em uma bebida equilibrada, de sabor refinado e experiência única. Um espetáculo visual e gustativo.

A queridinha dos amantes da praticidade. Funciona como uma espécie de prensa que usa pressão e água quente para extrair o café. Dependendo da torra e da moagem, o resultado varia, mas tende a ser um café forte, aromático e cheio de personalidade.
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