O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Essa é a segunda vez que o empresário, dono de uma das maiores redes de farmácias do país, é denunciado pelo MP

O empresário Sidney Oliveira, fundador e dono da Ultrafarma, foi novamente denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), por crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.
A investigação denunciou outras 10 pessoas, como o ex-auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto, apontado pelos promotores como o principal articulador da estrutura criminosa. As informações são do G1.
Segundo a PF, Gomes arrecadou pelo menos R$ 1 bilhão em propinas de gigantes do varejo, emitindo créditos tributários fraudulentos de ICMS na Secretaria da Fazenda de São Paulo (Sefaz-SP).
Essa é a segunda vez que o empresário, dono de uma das maiores redes de farmácias do país, é denunciado pelo MP. A primeira ocorreu em fevereiro. Segundo o MP, Sidney teria subornado e repassado propinas milionárias a auditores fiscais da pasta durante os anos de 2021 e 2025. Em agosto do ano passado, foi alvo da Operação Ícaro, da Polícia Federal.
Seu Dinheiro entrou em contato com a Ultrafarma, mas ainda não obteve resposta.
A investigação da PF revelou que os repasses indevidos tinham por objetivo garantir a liberação acelerada e inflada de créditos tributários. Na época da deflagração da operação, Sidney chegou a ser preso, porém foi solto dias depois.
Leia Também
O MP investiga se outras empresas se beneficiaram do esquema. Além da Ultrafarma, a FastShop também estaria envolvida, além da Allmix Distribuidora, Rede28 Postos de Combustíveis, Kalunga e o Grupo Nós, controlador da Oxxo.
No dia 11, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) multou em R$ 1,04 bilhão a empresa FastShop, especializada no comércio de eletrodomésticos e eletrônicos, por fraude tributária e pagamento de propina de R$ 422 milhões a um fiscal da Secretaria da Fazenda de São Paulo.
Após a Operação Ícaro, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) em agosto do ano passado, a Controladoria-Geral do Estado (CGE) instaurou um Processo Administrativo de Responsabilização de Pessoa Jurídica, que culminou na punição.
De acordo com o controlador-geral do Estado, Rodrigo Fontenelle, a multa é a maior já aplicada no Brasil com base na Lei Anticorrupção. “Entre 2021 e 2025, a empresa recebeu quase R$ 1,6 bilhão em termos de ressarcimento de ICMS. Desse valor, R$ 1,04 bilhão era indevido e ela só conseguiu porque pagou propina para um auditor para ter acesso às informações privilegiadas”, disse, em entrevista ao Estadão.
Com Broadcast
MUITO ALÉM DO CASO YPÊ
MEIO CAMINHO ANDADO
VAI TER SEXTOU
SUPERPRODUÇÃO?
CONCORRÊNCIA DESIGUAL?
CONFERÊNCIA ANUAL DO BC
COMBUSTÍVEIS
CONFERÊNCIA ANUAL DO BC
33% MAIOR
FIM DO CHURRASCO EUROPEU
CONCORRÊNCIA DESIGUAL?
MÁQUINA DE MILIONÁRIOS
ESTÁ CHEGANDO A HORA
CAIU!
CONQUISTA INÉDITA
BOLA DIVIDIDA
POR PREÇO DE CUSTO
O DIABO VESTE PRADA, GUCCI, CHANEL...
STJ BATEU O MARTELO