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O objetivo da operação da PF é apurar a atuação do conglomerado, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior

O dono do grupo Refit, Ricardo Magro, teve prisão preventiva decretada pela Polícia Federal durante a Operação Sem Refino, deflagrada hoje (15) por determinação do Supremo Tribunal Federal para investigar suspeitas de irregularidades envolvendo o grupo do setor de combustíveis.
Além dele, o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro também foi alvo de mandado de busca e apreensão. A operação teve ainda bloqueio de cerca de R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.
O objetivo da operação da PF é apurar a atuação do conglomerado, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.
Segundo a PF, as investigações apuram possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação de uma refinaria vinculada ao grupo investigado.
Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e no Distrito Federal, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). A operação contou com apoio técnico da Receita Federal.
O STF também determinou a inclusão do empresário na lista de Difusão Vermelha da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol).
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Ele é considerado o maior devedor de ICMS do estado de São Paulo, o segundo maior do Rio e um dos maiores da União.
Há 10 anos, Ricardo Magro mora em uma mansão em área nobre em Miami, nos Estados Unidos, e já é alvo de outros mandados. Por isso, seu nome entrou até na pauta da discussão entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump na semana passada.
Em reunião de três horas, os líderes do executivo do Brasil e dos Estados Unidos conversaram sobre tarifas comerciais, combate a facções criminosas e minerais de terras raras.
Segundo os investigadores, o esquema causou em prejuízo de R$ 26 bilhões aos cofres estaduais e federal. Os alvos da operação são suspeitos de integrarem uma organização criminosa e de praticarem crimes contra a ordem econômica e tributária e lavagem de dinheiro.
As autoridades identificaram o uso de fintechs e fundos de investimentos para operacionalizar as fraudes, assim como ocorreu na operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto. O esquema envolve criações de empresas de fachada, fundos de investimento e offshores.
Em fevereiro, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) reforçou a interdição total da unidade da Refit (ex-Refinaria de Manguinhos) no Rio de Janeiro por um risco de incêndio.
A refinaria estava parcialmente fechada desde outubro, sob suspeita de crimes contra a ordem econômica e tributária.
Com Agência Brasil
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